segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Gemidos rasgados pelo calor do flash

O relógio marca 15 horas. Era sábado e eu preparava-me para mais uma sessão.
Um casal do norte, de visita ao Porto, tinha agendado aquela que seria até hoje, uma das melhores experiências profissionais que alguma vez tivera.
No local combinado aguardava eu, de máquina na mala, baterias carregadas e uma enorme vontade de fazer mais uma vez, um retrato fiel de um momento tão íntimo como a vida a dois assim o deseja.
Minutos passaram e um carro surge conforme combinado. Eram eles.
Ele estatura média, muito bem vestido, simpático e muito cuidadoso com os pormenores. Ela lindíssima, fazia-se acompanhar de um sorriso tímido mas autentico, sedutor mas introvertido pois tal era a ânsia de experimentar uma sessão fotográfica.
Levaram-me no seu carro. Pelo caminho falamos de tudo menos o que em momentos iríamos realizar.
Chegamos ao motel. Um quarto acolhedor embora pequeno. Charmoso e muito bem decorado, com um chaise long branco ondulado muito inspirador.


Enquanto preparava o equipamento, Fátima, de seu nome recolhia-se no quarto de banho pois queria preparar-se para a sessão. O seu corpo transparecia já por entre os tijolos de vidro iluminados no interior, deixando perceber os contornos daquele corpo brilhante e pele suave.
Coberta com um body preto, rendado e suave ao toque, entrara no ambiente daquele quarto a média luz.
Ricardo estava já sentado na cama, entre as almofadas brancas e a coberta acetinada que tapava a cama. Tímida, Fátima aproximou-se e no colo de Ricardo, aconchegava já o seu corpo ansiosa de sentir as suas mãos na sua pele.
Quebrou-se aquele silêncio inicial que se tinha apoderado daquele momento. Uma palmada nua, forte, meiga ao mesmo tempo rompia por entre aqueles dois corpos ainda frios de medo mas quentes de excitação.
Fátima largou um gemido que por momentos me fez estagnar no acto de fotografar. Era um gemido autentico, sentido e revelador de tamanha emoção que os meus ouvidos sentiram tanto como a minha pele. Era vibração pura. Nunca ouvira eu tão doce gemido.
Envoltos em caricias e palmadas, os dois revelavam a verdadeira união que os juntara anos antes. Cada toque um gemido, cada palmada uma entrega, cada olhar um trincar de lábios em que ela me mostrava o quanto prazer sentia.
Dentro de mim o meu corpo respondia a cada gesto, a cada olhar, a cada vibração como se os papéis estivessem invertidos e fosse eu não o fotografo mas sim o fotografado.

Em cada momento que sentia essas emoções a minha reação era registar. Registar cada emoção, cada pormenor, cada detalhe em imagem pois tal era a carga sensual que aqueles dois corpos emanavam e que me deliciavam os sentidos.
Os gemidos encobertos pelos lábios, cada vez mais altos e sentidos deixariam de se ouvir. Gemia agora Fátima, enquanto Ricardo penetrava a sua vagina com a sua língua, em movimentos ora cuidados, ora fortalecidos de tal vigor que transformavam os olhos dela em fontes de luz e prazer.
Era magnífica a forma como podia registar a emoção que a pele, os lábios, os olhos e o rosto de Fátima transparecia.
Concentrei a minha atenção em pormenores. O detalhe da língua dele a percorrer os lábios vaginais dela, a delicadeza com que ela agarrava o cabelo dele, a forma tempestiva com que o puxava para dentro de si, a unhas que entretanto apertava nas costas dele... Momentos de tamanha emoção que nem a fotografia consegue detalhar em profundidade.
Penetrava-a agora ele. O seu pénis acariciava aqueles lábios com ternura e enterrava com tamanha força que os gemidos transpareciam a emoção que ela sentia.
Ela estava deitada. Junto a cabeça dela baixei-me e sentia, enquanto fotografava, o seu ofegante respirar e o seu prazer de loucura e emoção tal que arrepiava o meu corpo ao vê-la ali, com o olhar fixo em mim, trincar o dedo e gemendo de vontade.
Por momentos imaginei sentir a mão dela percorrer o meu corpo, enquanto vibrava com o que sentia. Imaginei sentir os seus lábios acariciar a minha pele enquanto gemia de prazer. Imaginei... Pois a razão de um fotografo é a imagem e essa imagem percorria agora a minha mente.
Continuei a fotografar enquanto aqueles dois corpos, transpirados de emoção e delírio se comiam mutuamente.
Num breve mas profundo gemido, os dois em uníssono, atingiram tamanha excitação apenas traduzido por um olhar entre eles e uma explosão de sentidos. Tinham-se vindo os dois, à minha frente. Tão belo esse momento e ao mesmo tempo tão íntimo que foi uma delicia vê-lo acontecer e poder registar o mesmo em imagem.

Naquele sábado, cada minuto que estivemos juntos parecia eterno...
By IntimusPhoto Studio


sábado, 13 de dezembro de 2014

Fim de semana na neve...

Sofia, solteira e independente. Trabalhava na bolsa. Vida corrida, sem tempo para nada. Estava farta de Lisboa. Resolveu aproveitar o resto dos dias de férias na neve.

Sexta feira, malas arranjadas, Sofia fez-se à estrada. Chegou ao hotel mesmo a tempo. Parecia que estava prestes a chegar um nevão. Entrou no hotel e dirigiu-se para o quarto. Tinha reservado um quarto de excelência. Suite, uma cama grande e bem sensual, em frente, uma lareira maravilhosa já acesa.



O ambiente convidava ao descanso. Foi tomar um longo banho de espuma, bem relaxante para descansar e no dia seguinte poder desfrutar de toda a paisagem envolvente...

Tomado o banhinho, vestiu a camisola de seda e foi desfazer a mala. Uma mala bem grande. Nela trazia meia dúzia de pecas de roupa quente, botas de neve e dois blusões. Todo o restante, huuummmm, dêm asas à vossa imaginação... dildo de vidro, dildo duplo, vibradores, géis térmicos, enfim, não faltava nada para se entreter...

Queria dormir cheia de prazer... começa a acariciar-se, peitos e clitóris passando com o vibrador pelo corpo, hummm que arrepiozinho gostoso lhe provocou. Mãos para baixo, vibrador em potência máxima dentro dela, que delicia...

Do lado de fora do quarto, ouviam-se leves gemidos que despertavam a atenção tanto do serviço de quarto como dos hóspedes que passavam, por vezes abrandavam o passo e ficavam a tentar imaginar o que se passava dentro daquelas paredes.

Enquanto manobra o vibrador na sua vagina quente, com a outra mão e entre gemidos, pega no gel térmico e aplica com geitinho nos mamilos e clitóris. Massajou e na hora, foi invadida por uma sensação prazerosa de calor. Gemeu mais alto. Os seus pontos mais sensíveis estavam a aquecer e a proporcionar-lhe um tesão que a estava a deixar doida...
Bochechas coradas, aumenta o vai e vem do vibrador na sua vagina... começou a escorrer o seu corrimento... pega no gel e aplica no vibrador, penetrando como se a sua vida dependendo disso sentiu aquele calor proporcionado pelo gel alastrar pelas suas entranhas a fervilharem de vontade de um orgasmo. Acariciava o seu corpo até que solta um gemido alto, à qual a camareira encostou o ouvido à porta.
Estava em êxtase , humm aquela vontade de se vir enquanto se penetra e aquele calor levou a a ter um orgasmo maravilhoso. Os gemidos aumentaram e, de repente parou.

A camareira, desprega o ouvido da porta. Ficou tão abstraída e com tanta vontade de estar no quarto que nem reparou se alguém a via a escutar à porta... ficou com a sua vagina a pulsar de vontade que alguém a pegasse de feito e a comesse bem comida...
No quarto, só o cilêncio se ouvia agora. Sofia ficou cansada. Depois do orgasmo, tirou o vibrador, o seu melhor amigo e deixou-o na almofada ao lado.

Quando deu por si, era de manhã. Acordou cedo, deu os bons dias ao seu companheiro de prazer com uma lambidela e vestiu um pijama para ir tomar o café da manhã.

Desceu num modelito de pijama que parecia um urso a agarrá- la pelo pescoço. Toda a gente olhava para aquela personagem que ninguém sabia bem de onde tinha saído, enquanto ela se dirigia para o buffet...

Tomado o pequeno almoço dirigiu-se ao quarto para tirar o urso e vestir-se para fazer um pouco de desporto na neve.. tinha um instrutor de esqui  reservado para lhe mostrar a estância e claro ensiná-la a esquiar ou, outras coisitas mais, era uma safada de mente( e corpo) bem aberta...

Passa na loja a levantar equipamento e o instrutor ... ficou surpresa, ainda ia ser melhor que tinha imaginado. Ele era uma brasa... já sentia as cuecas a aquecer, bem como o resto do seu corpito malandro... Walter era o seu nome, todo lindo, cara barbada, dava-lhe um ar bem sexy.

Passaram a manhã entre risadas, trambulhões, brincadeiras e piropos,  digamos que pouco celestiais, mais para infernais, bem quentes. Finda a aula, Sofia não podia deixar passar em branco...
Numa de se meter com Walter, perguntou-lhe onde se bebia um bons copos em boa companhia ali na Serra.

Ele deu-lhe uma morada e disse que era o melhor sitio da zona... disse-lhe que também estaria lá...

Passou o dia eufórica à espera que chegasse a noite, na expectativa das pessoas que iria conhecer e no quanto se ia divertir.

Quando anoiteceu, preparou-se e apanhou um taxi ate à morada... chegado lá, era um chalé bem charmoso pertencente ao hotel. Pensou em voltar a trás mas... bateu à porta.

À porta vem um rapaz alto, lindo. Que corpo. Acho que ela o despiu com os olhos. Morde o lábio e der repente, dá-lhe o clic e diz.

- Olá deram-me esta morada mas acho que me... não chegou a acabar a frase quando o rapaz a interpelou...

- Não , não. É aqui mesmo o melhor sitio da Serra para tomar um copo. Prazer Ruby.
Esticou a mão e agarrou o braço de Sofia, puxando-a para dentro. No sofá estava Walter. A beber um drink. Olhou para trás do sofá e vislumbrou uma piscina aquecida numa sala toda envidraçada.

- Uau! Vocês têm piscina aqui?
- Temos. Olha entras ali, vais buscar um biquíni, vestes e vamos dar um mergulho...

Vai para o quarto indicado. Abre a gaveta de uma cómoda onde tinha dezenas de biquínis. Começou logo a imaginar as festas na piscina, eles os dois rodeados de tantas mulheres. UI que tesão. Começou logo a escorrer...
Vestiu um dos biquínis minúsculos, um top por cima e la foi ela... com um ar de atrevida.perguntou aquilo que não calava na cabeça dela

- Grandes festas na piscina.... disse ela aproximando-se de Walter. Ao que ele responde
- Só de vez em quando, nada mais importante que tu, aqui e agora.

Com firmeza, agarra Sofia pela cintura e puxa-a para ele, debruçando-se sobre ela e roubando-lhe um beijo bem fugoso. Tira a roupa. Que corpo.
Ela não disse mais nada. Num salto, ele puxou-a, ela agarrou as suas pernas à volta da sintura dele. Ele pega-lhe uma mão nas costas outra nas nádegas e senta-a bem em cima de aquele pénis delicioso. Ela gemeu surpresa. Era tão grosso, não estava nada à espera. Com movimentos fortes leva o seu pau a penetrá-la bem fundo.

Ruby tinha ido fazer um cocktail. Regressou e viu os dois
- Hum! Também posso participar?
Walter sentou-se no sofá e fez um sinal a Ruby. Virou Sofia deixando a sentada no sofá. Os dois desceram até à vagina de Sofia.

Sorpreendida e agradada, solta um gemido. Adorava sexo oral então dois homens ali, hum delicioso. Um brincava com o seu clitóris, outro penetrava a sua vagina com a língua, deixando a ainda mais húmida.. nunca se tinha imaginada em tal situação....

Adorava cada carícia. Gemia, a cada chupadinha nos lábios... Ruby , senta-se meio deitado no sofá, ao lado de Sofia.

Puxa Sofia para si, penetra-a, sente aquela vagina quente e bem húmida... Walter, ficou a estimular o ânus dela... Ela estava cheia de tesão. Walter brincava com a língua no rabinho de Sofia, estava tão excitada.
Começou a relaxar e o seu corpo deu-se ao prazer. Quando ela estava pronta, Walter começou a penetra-la. Só com a cabeça. Ela agarrou bem firme os braços de Ruby num gemido que deixou is rapazes bem doidos. Walter penetrava devagarinho até que, enquanto Sofia cavalgava Ruby, ela penetra o pau de Walter bem fundo no seu cu. Que delicia, os três deliraram.
Dentro dela, parecia que os dois pénis se tocavam. Os rapazes estavam a adorar senti-la assim, quente, molhada excitada.
Cada penetração, cada gemido dos três...

Walter levanta-se e chama os dois para a piscina. Senta aquele corpo gostoso à beira da piscina... pernas na água, acaricia o seu pau duro. Sofia desce a escada até Walter, doida para sentir aquele pau na boca dela. Pega nele e chupa-o, sentindo o seu sabor. Que delicia, rodopia a a língua na cabeça.

Ruby, com um gingado todo sexy, mergulhou nas águas quentes da "piscina do prazer". Emergiu e, agarrando as ancas De Sofia, arreda o biquini e penetra-a deliciosamente. Cada penetra não do Ruby, cada estocada fazia com que Sofia engolisse o pénis de Walter. Era um frenesim de gemidos dos 3 na piscina. Cada gemido deles, aumentava a libido dela. Sem aguentar mais entregou-se ao prazer... Ruby sentia as contracções do orgasmo dela no seu pau, trazendo-o quase ao orgasmo.. Ela, com o pénis de Walter a desaparecer na boca. Ruby, vem para o lado de Walter. Os dois começam a masturbar-se para ela, querem encher a cara dela de leite bem quentinho e delicioso. Num instante, vêm-se para ela. Que delicia. Ela, chupou-os e lambeu-os, certificando se de que sorvia tudo. Num beijo a três, partilharam os sabores de todo o prazer que tiveram...

Agora sim, podiam desfrutar da piscina... como irão ser os próximos dias na Serra... veremos....


By Rita Gonçalo
Com a colaboração de Pedro Silva






quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

O Pápa Universitárias...

Uuuuiii que bom!!!!

Clyde era um arquiteto renomado... Atualmente dava aulas na Universidade.... Lecionar era o seu prazer e quando digo prazer, refiro-me mesmo a orgasmo ...
Homem bem constituído, ombros largos, alto, cabelo liso e grisalho. Sempre com um sorriso maroto. Era o tipo de professor que deixava os alunos à vontade, principalmente as alunas, claro. Tivera uma educação de aristrocacia que se notava principalmente no tipo de linguagem...
Conquistava a confiança de todas, sentava-se à mesa com as meninas ao almoço, dizia piadas em fim, um prof todo fixe. Era um sacaninha. Divorciado para poder te-las todas sem ter de dar justificações a ninguém.
Sempre que uma menina lhe interessava, o maroto fazia questão de arranjar uma maneira de baixar a média para que ela necessitasse de explicações...
Desta vez era a Doce Mariana que lhe interessava. Uma morena de lábios bem carnudos, um batom rosa que lhe deixava os lábios ainda mais deliciosos...
Lá deu a volta às notas de Mariana. Teve a ajuda de uma colega que adorava que Clyde lhe comesse aquele cu.... fácil de manipular claro.
Mariana estava um pouco apreensiva, sentada à mesa no bar. O professor, maroto, senta-se à mesa com ela.
- Professor, estou a pensar fazer o exame para melhoria de nota. disse ela, em busca de um conselho.
- Acho que faz bem, mas pelo sim pelo não, se calhar é melhor passar lá em casa. Dou-lhe uma explicaçãozita, para ir mais madura, mais confiante.
Ela concorda. Mentalmente, o safado já esfregava as mãos e o pénis duro também...

Conforme o combinado, mariana combinou e apareceu para a explicação...assim que chegou ficou pasmada...
Clyde seria um tarado? Bom veremos... Clyde tinha o hábito de andar sempre todo nú por casa... quando abriu a porta a Mariana, ela atrapalhada diz.
- Ai, cheguei em má hora... é melhor vir mais tarde...
Ele, interpelando-a disse
- Não seja tonta, a menina nunca viu ninguém nu?
Ela, sem saber o que fazer entrou, assim.... meio que espantada.

Cheio de más intenções, encaminhou Mariana para a sala. Sentou-se numa mesa apilhada de revistas bem duvidosas, as quais ela tentou fingir que nem olhou.

Lá estava ele, sentado numa cadeira, todo nú com uma caneca  de chá de maracujá e frutos vermelhos na mão e um sorriso bem reguila naquela boca marota...

Mariana abre os "calhamassos", começa a resumir, Clyde ia dando dicas. Por baixo da mesa acariciava-se. Não conconseguia deixar de olhar para os lábios perfeitos de mariana e imaginar-se a ensiná-la a fazer um bom broxe. A mão dele viajava no seu pénis, deixando-o durinho...
Neste momento o que dizia a Mariana basiava-se em ssimm, huhumm, bom muito bom... conserteza já nem ouvia nada do que ela dizia....

Meia hora depois, doido para comer aquele monumento, diz
- Pronto Mariana. Estás pronta... Agora por favor, o pagamento...
Mariana empilha os seus livros, puxa pela carteira e...
... O professor levanta-se com um pau tão duro mas tão duro que parecia querer levantar voo...

Encolheu-se, meio envergonhada mas o seu corpo não, reagiu de outra maneira, abrindo-se de tesão.

- Arrume a carteira menina. Não é esse o pagamento que quero...
 Caminha até uma poltrona virada para uma janela.
Ia acariciando se pelo caminho.

Mariana seguiu-o mas não disse uma palavra...

- A menina ainda fica mais gostosa corada. Não se preocupe que eu ensino-a... dispa-se...

Ele senta-se numa poltrona...
- Agora vai me xupar todinho, percebeu? Disse ele...
Era um tipo caricato falava imenso durante o sexo, sempre com postura de "ensinar".

Mariana com um tesão que tentava não transparecer, ajoelhou-se e meteu o pau dele na boca e começou a chupar.

- Isso querida, ai assim com a língua às voltas, hum maravilhoso.
- Agora até à garganta... ai,, isso, hummm....
- Maravilha, um sinto a sua boca quente, que língua atrevida... hum só ficava mais maravilhoso se fossem duas bocas a xupar-me!!! Ahhhh

Mariana tinha vontade de se acariciar mas não sabia bem o que fazer... Clyde ololha para a doce Mariana corada e pega-lhe na cabeça... obrigando-a a penetrar até à garganta.
Ela cheia de vontade começa a tocar-se. Ao aperceber-se o professor fica ainda mais excitado, queria sentir-se dentro do rabo dela.

-A menina já praticou sexo anal? Perguntou, obtendo como resposta um leve acenar de cabeça, negando.
- Ai vou ser o primeiro, ai adoro...

Tirou o pénis húmido e duro da boca dela e vai buscar um frasco de gel lubrificante. Dá para a mão dela.
Ela besuntou-lhe o pau gostoso, sentia algo a escorrer pelas pernas. Nunca se sentira assim.

- Agora minha linda, apoie os joelhos na poltrona.. Vai adorar...
Ela assim fez...



Clyde não foi de modas, esfregou o pau para espalhar o gel, estava com uma vontade de a comer por trás, ate lhe crescia água na boca da expectativa.. faz pontaria e começa a meter a cabeça. Dolorida Mariana foge ligeira,ente para a frente, e ele, acompanha-a.

- Uii! Ai que deliciosa, não fuja agora, vai adorar... puxa-a pelos ombros e sem mais, penetrou-a de uma vez só.. Ela gemeu bem alto.

- Ai doí tanto.
- Não se mexa querida já passa, eu ensino-a, não se mexa.. diz ele, enquanto, debruçado sobre ela, acaricia-lhe o clitóris com uma mão e o seio firme com a outra.

- Hum ai querida, sinta-o todinho lá dentro, durinho....
....Sinta querida, uiiii, sinta o seu anel a alargar, ai que tesão a querida é!!!!

Quando sente aquele rabo delicioso e apertadinho dilatado o suficiente, começa a penetrá-la freneticamente...

- A querida é maravilhosa, que rabinho quente e delicioso e este clitóris duro. Esta a gostar a querida?

Mariana acenou a cabeça que sim e estava mesmo. Sentia o seu corpo vibrar. Contraia-se nunca se tinha sentido assim. Solta uns gemidos... ela quase a vir-se, o corpo a contrair-se e Clyde penetra-a fundo, de uma só vez e ela sente um orgasmo estonteante.

Clyde que lhe acariciava aquela paxaxinha deliciosa dizia

- Ai como esta coninha está, que orgasmo bom, gostosa a querida... uiii, aiii, adoro vê-la assim toda molhada. E este rabinho.... de anjo. !! Ai querida sinta-me... sinta-me enxer-lhe este rabo de leite quentinho.

-Ahhhh!! Hum mm!!

Deu uns longos gemidos, e veio-se, enchendo-lhe o rabinho todo... ela adorou sentir....

- Pronto a querida pode ir... já esta pronta para o exame!!! Deliciosa... Ela sem graça mas com vontade de repetir, perguntou

- Quando posso vir fazer mais uma aula?

- A querida quando quiser pode vir, eu ensino, com prazer!!

Mariana veste-se e da-lhe uma xupadela no pau, hum delirou, prometia voltar...

Mas o dia de Clyde não tinha acabado, ainda tinha marcadas mais duas aulas de esclarecimentos.....

-Ensinar com prazer é a minha vida....!!!

A história de um arquitecto para um arquitecto!!
Bruno Luisa
Personagem Mariana, inspirada em Mariana Martins


By Rita Gonçalo













domingo, 7 de dezembro de 2014

Elevador escaldante....

Sofia e Bruna, duas amigas e por vezes também amantes, vierem passar férias perto da praia.
As duas eram bem aventureiras e arrojadas. Sem taboos. Adoram sexo, duas tigresas escaldantes. Procuravam uma aventura sexual em cada esquina!
Estavam alojadas no 12° andar. Certo dia, ao saíram para jantar, apanham o elevador... Ao sair do quarto Bruna já estava com os seus típicos pensamentos maliciosos e um tesão que a deixava bem húmida.
Ao entrar no elevador, encosta a apetitosa Sofia à parede do elevador e agarra os braços dela.
Sofia vestia um vestido curto, justo nas ancas e sem  costas,mostrando as sua pele branca e cedosa.
Mordendo o lábio, Bruna cheirou bem de leve o pescoço de Sofia. Ela adorou, sentiu todos os pelos de seu corpo levantarem.

 O corpo de Sofia vibrou de tesão, sentiu seu corpo abrir-se para o tesão. Vira Bruna, invertendo as posições. Bruna, numa de provocar, desce, ficando sentada no chão do elevador. Sobe o vestido de Sofia ate às ancas , abre a vagina com seus dedos delicados e lambe o clitóris , dando umas chupadinhas deliciosas. Sofia solta um gemido.
Repentinamente, sentem o elevador parar. Entra um homem.
Foram apanhadas completamente desprevenidas. Recompuseram-se como meninas bem comportadas. O homem que entrou, Samuel, virou-se de costas, fazendo de conta que não tinha visto.
Mas não demorou muito até o tesão que sentiu ao ver as duas acariciar-se dar frutos.
O calor que lhe apoderava corpo e alma, que lhe corava a cara, fez com que numa fração de segundos ,  carregasse no botão STOP do elevador.
Virou-se para as meninas e não deu uma palavra. Num impulso, pega Sofia  pela cintura apertando-a contra ele, cheira lhe a pele, vira-a ao contrário.
Puxa-lhe os peitos para fora, ficando à mercê de Bruna que pega neles, acariciando suavemente.
Samuel, puxou o vestido. Sofia, desprovida de qualquer roupa interior, estremeceu só de imaginar o que se ia passar naquele elevador.
Samuel era um homem de estatura média mas o seu "instrumento" não preenchia os mesmos requisitos, era dotado de um pénis invulgarmente grosso.
Baixa as calças e penetra Sofia que solta um leve grito. Não estava nada à espera, sentiu aquele pau grosso trespassa-la. Em pouco tempo, Samuel ficou todo húmido dos sucos vaginais de Sofia, sentiu-se deliciado. Bruna beijava Sofia. A sua língua dava voltas gostosas na boca da parceira. Sofia, cheia de prazer, desce a sua mão até baixo da mini-saia de Bruna, arreda a cueca e acaricia-lhe aquela vagina quente bem excitada..Os dedos já húmidos penetra Bruna que geme ao ouvido de Sofia.
Aquela situação atípica, era de um tesão e um prazer sobre humano. Rapidamente gemiam os três . O ar estava já a ficar quente. Aquela mistura do cheiro de cada um,, os balanços do elevador proporcionados por aqueles três, situação propícia para o clímax.
Enquanto penetrava Sofia, Samuel também lhe acariciava o clitóris. Ela sentia-se no céu. O seu corpo contraia-se com o prazer proporcionado por aquele trio.
Os três, sentindo cada penetração, cada carícia, não tardou até Sofia e Bruna se virem.
Após aquele momento mimavam-se, acariciando cada centímetro dos corpos suados.
Samuel, penetrava ainda Sofia incessantemente. Puxando-a pelas ancas, aumenta o ritmo, sentia todas as irregularidades da vagina dela, o que levou quase ao orgasmo.
Retira o seu pénis de dentro dela. As duas Safadas, agacham- se e lambem delicadamente e fugosamente aquele pau bem grosso. Estava bem duro, no ponto...
Samuel dá um gemido. Adorou sentir duas línguas molharem o seu pénis. Vem-se para as duas meninas.
As duas, claro, prontamente lamberam todos os fluidos. Subiram e partilharam, num beijo entre os três, todo o leite de Samuel. Delicioso.
Recompuseram-se e decidiram voltar ao quarto das meninas, para tomarem os três banho juntos. Afinal a noite ainda era um bebé apenas. Iriam divertir-se muito naquela noite!!!

By Rita Gonçalo.



sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Sessão com sedução...


Este conto foi escrito em resposta e para Intimus IPhoto Studio...

Sedutora, desinibida assim era Mariana , uma simples mulher de olhos azuis que reflectiam a sua paixão pelo mar, era agora o centro das atenções de Pedro, fotografo de profissão e um verdadeiro cavalheiro do Norte.

Este percorria todo o corpo de Mariana con a lente da sua máquina fotográfica, sem falhar nenhum centímetro daquele corpo que o encantava e sem piscar de olhos deslumbrava se com tamanha ousadia das poses de Mariana que provocavam Pedro.

Uma simples sessão fotográfica íntima , o normal do dia a dia de Pedro era agora um momento de cortar a respiração, momento tão desejado por ambos desde a primeira vez que trocaram palavras por mensagem...onde Pedro não fazia a mínima ideia que havia conquistado Mariana muito antes de a seduzir.
Conseguiam se entender através do silêncio do olhar onde diziam tudo um ao outro sem uma única palavra e que apenas era interrompido pelo flash da maquina de Pedro que deixava Mariana a questionar se "- será que fiquei bem " " - será que ele gostou - " mas o brilho do olhar de Pedro ao tirar LPa maquina fotográfica do rosto dizia tudo, estava a adorar , aquele brilho ofuscava qualquer duvida de Mariana.

Cada vez mais perto , cada foto mais ao pormenor faziam com que Pedro se aproximasse cada vez mais do corpo de Mariana , perto o suficiente ao ponto de sentir o calor que este transbordava por estar na presença de Pedro.

Desinibida, provocadora Mariana começou a despir a lingerie que vestira para a sessão. Lingerie preta , de renda semi transparente onde o pormenor das correntes douradas do seu cinto de ligas contrastavam com a doçura da suavidade da sua pele que tentava Pedro a tocar.

Ficando apenas de cuequinha , seu corpo mostrava sinais de desejo por Pedro para além do seu olhar que a denunciava. A sua respiração mais acelerada , pele arrepiada , corpo a arder , Mariana não tinha controle nenhum sobre o desejo que sentia por Pedro.
Este apercebera se de tudo isto e num movimento inesperado Pedro deixa a maquina cair em cima da cama e aproxima se de Mariana agarrando a pela cintura , olhou a nos olhos e beija a intensamente como se fosse a primeira vez que os seus lábios se tocassem , se sentissem , se unissem...
Deixando Mariana corada sem jeito , ela desejava o , queria tanto que fosse verdade , mas não cria crer que era a realidade , não acreditava que estava a acontecer , era bom demais , melhor do que alguma vez sonhara.
Mas as mãos de Pedro eram bem reais , percorrendo todo o corpo de Mariana apertando o fazendo a acreditar que ali estavam , os dois , que não era um sonho , que nada se comparava aquele momento único e inesquecível que era estar nos braços de Pedro , sentir o seu cheiro , saborear o seu corpo , ver o seu sorriso...
Sem dar conta de como tinha acontecido , a boca de Mariana já percorria os contornos do corpo de Pedro , deliciando se com o seu sabor , sentindo o desejo de Pedro entre o seu pelo e a sua pele nos seus labios e este fascinado com todo o prazer que sentia ao ver Mariana beijar todo o seu corpo.
Sem exitar Mariana com um jeito delicado agarra o pau de Pedro teso e duro e passa em seus labios , de seguida na sua língua provocando o através do seu olhar atrevido que Pedro tanto gostava de ver e se perdia no tempo a aprecia lo.
Pedro já sentia o calor do corpo de Mariana no seu mas agora sentia um calor maior, molhado, sedozo era boca de Mariana que chupava , sugava e acariciava o seu pau cheio de tesão de uma maneira tao deliciosa e provocadora que fazia Pedro desejar se vir na boca de Mariana imaginando o seu leite a escorrer pelo canto da boca de Mariana pingando entre seus seios que embora pequenos , encaixavam se na perfeição nas palmas das mãos de Pedro e melhor ainda na sua boca.



Mariana gulosa e sedenta de tal desejo fez com que acontecesse , chupando o pau de Pedro de tal forma que ele se apercebeu que ela também o queria , que ela lhe estava a pedir que o fizesse e assim Pedro deixou se levar pelo momento vindo se todo na boca de Mariana gemendo de prazer fazendo do seu pensamento a mais pura realidade entre aqueles dois corpos que ha muito se desejavam e agora ardiam de paixão , de desejo , de prazer por estarem juntos naquele quarto de hotel em pleno inverno de Janeiro.



Mariana agora sentia o seu corpo a arrefecer pois sem dar conta também se tinha vindo toda ao sentir o prazer de Pedro.

Roupa espalhada pelo chão era o cenário de um encontro entre dois amantes que se tinham rendido ao desejo , ao tesão que sentiam um pelo outro.

Pedro cavalheiro atencioso como sempre notou que Mariana estava a ficar com frio e vestiu lhe o seu camiseiro favorito de cor branca que havia trazido vestido, aconchegando a em seus braços tao doces que a faziam esquecer que no outro dia aquilo que parecia um sonho iria acabar e ambos iriam regressar as suas realidades , levando consigo aquele segredo , aquele encontro inesquecível que um dia iriam contar aos seus netos como uma historia de uns amigos conhecidos....

By Mariana Martins







terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Um corpo tocado por um raio de sol

Aconselha-se a leitura deste conto com a seguinte musica
http://m.youtube.com/watch?v=fRMSNqjw48UEraa inverno!


O sol furava entre a cortina do quarto branco, moderno e decorado a rigor, entre traços de intimidade e vanguardismo, detalhes de flores e pétalas de encanto.!

Pedro acordou com um raio de sol que lhe espelhava a pele, na face.!
Devagar levantou-se e abriu o cortinado branco que tapava a janela. !
Uma claridade entrou naquele ninho de sedução e beleza.!

Era o corpo de Mariana, deitada na cama, que brilhava e dava luz aquele momento.!
Pedro aproximou-se da cama e passando a mão pelo lençol de cetim, sentiu o calor que o corpo nu de Mariana ali deitada, quente, sedutora.!

Pedro inclinou-se sobre Mariana e junto ao ouvido, suas palavras transpiravam desejo.!
“Bons dias” disse ele e nesse mesmo momento trincou muito leve aquela orelha perfeita. Deixou deslizar os seus lábios pelo pescoço de Mariana, sentindo cada ponto da sua pele arrepiada. O lençol deslizava agora pelo corpo de Mariana, empurrado pelas mãos de Pedro enquanto acariciava aquele corpo nu e belo. !
Mariana estava já totalmente descoberta e sorria.!
Pedro, percorria agora aquele corpo debaixo para cima com a sua língua molhada. !
O sabor daquela pele e o cheiro daquele corpo faziam desse momento um tempo sem fim.! Sedenta de vontade, Mariana deitava-se agora naquela cama, com Pedro deitado sobre si.!
Num beijo longo e molhado, despertaram um no outro desejos até aí por descobrir.!
Acariciando os seus seios, Pedro lambia os seus bicos tesos e massajava com vigor as suas mamas. Deixando-se deslizar para baixo, a sua língua encontrava agora a rata de Mariana, sem deixar de massajar seus seios belos. !
Húmida e cheia de desejo, Mariana sentia a língua de Pedro a leva-la ao céu, mordendo com cuidado os seus lábios vaginais. De repente um calor enorme invade o seu corpo. Era Pedro que penetrava agora Mariana com a língua.!

Já sedenta de vontade, Mariana, num movimento repentino, empurrava Pedro para a cama, rodando por cima dele. Em cima dele, massajava o pénis de Pedro com a sua rata, em movimentos calmos e quentes.!

Sem nunca penetrar, Pedro sentia Mariana quente, húmida, desejosa...!
Mariana, sentada sobre as pernas de Pedro, percorria agora o corpo dele com as suas mãos, massajando cada pedaço de mau caminho. As suas mãos acariciavam o peito dele. Sentia as unhas a agarrar os seus pelos.!

Mariana deixava deslizar as mãos para a sua barriga. Molhada, tinha deslizado ela mais para baixo e num momento único, agarrou o pénis de Pedro e em movimentos vigorosos, masturbou-o.! !
Nunca havia ele sentido assim aquele calor. Mariana masturbava, já com a sua boca colada ao corpo de Pedro. Não conseguia parar de o acariciar com os seus lábios. De repente sentiu Pedro os seus lábios quentes e molhados no seu pénis. Era Mariana a chupar, com delicadeza.!
Com enorme vontade, Pedro puxou Mariana para si, juntando lábios com lábios e, completamente extasiado, penetrou-a enquanto abraçava com vigor o corpo dela. !
Mariana queria ter o domínio da situação mas não conseguia. deixava-se ir naquele aconchego penetrante.!
De repente, afasta o seu corpo de Pedro. Estava sentada e com força, penetrava-se a si mesma com o pénis de Pedro, teso e grande.!
Gemia alto, pedia que a fodesse com força, com força.!
Pedro estava delirante com aquele momento. !
Os dois unidos, gemiam cada um pelo outro até os seus corpos suarem de tal forma que escorregavam os dois entre si.!
O momento de tal vigor que os dois, extasiados, sentiram o orgasmo mutuo e íntimo.!

Era inverno mas esse dois corpos fervilhavam de emoção
By Intimus Photo Studio





quinta-feira, 27 de novembro de 2014

sensualidade triangular- menage

João. Homem experiente, maduro sexualmente, era surfista profissional.

Adorava a sua profissão não só pela paixão pelo mar e por este esporte como também pelas lindas vistas que ela lhe proporcionava. Não havia nada melhor do que o mar e belas morenas para o deitar ainda mais apaixonado.

Conheceu Rafaela no mar quando ela partilhou uma das ondas mais sexy que tinha visto. É claro que a beleza vinha toda de
Rafa.

Rafa era aventureiro. Temperamento tipico da sua tenra idade. Não era apegada a bens materiais nem era escrava do espelho. Sou beleza era natural, sem enfeites. Cabelo louro, queimado do sol e curtido pelo salitro. Pele suave e morena, pés perfeitos e olhos de um verde  marinho que fazia com que João quisesse mergulhar na sua essência.

João era apaixonado por ela mas, mesmo assim, sentia-se incompleto. Joao tinha de dividir-se entre 3 amores, o surf que era a sua carreira, a aventureira Rafaela e Nina.

Rafaela, de sapatilsapatilhas, roupa larga, um tigre na cama. Passavam tardes loucas no seu AP.


Nina sempre bem vestida e maquilhada, belo decote que mostrava a perfeição os seus seios firmes. Passavam horas maravilhosas por entre lingerie preta espalhada pelo chão.

Todos os dias tinha que estar com as duas. Só assim se sentia completo e saciado sexualmente... Nina completava em plenitude Rafaela.

Uma não tinha conhecimento da outra...
 João decidiu que queria juntar as duas na cama. Ver como aqueles corpos se completavam na paixão de uma cama redonda de um motel onde sexo, sedução e prazer são as palavras de ordem.

Não queria que as duas meninas se vissem logo ao inicio pois para alem de não se conhecerem, não faziam a mínima ideia que partilhavam o mesmo homem. Marcou primeiro com Nina, a mais inibida, para a poder preparar para o quque tinha reservado para aquela noite...

Reservou uma suite cheia de glamour. Cama redonda, varão no quarto. Lençóis pretos e vermelhos.

Joao chegou ao quarto e preparou o que tinha trazido para aquela noite. Abriu o champanhe, Nina não tardou a chegar. Sérviu champanhe a Nina. Embora Nina vestisse de forma mais atrevida que Rafa tinha também uma timidez que lhe dava um charmezinho...

-Hoje tenho uma novidade, uma sorpresa para nós. Disse Joao beijando lhe delicadamente o pescoço.

A jovem deixa a flute e tira o casaco comprido que trazia. Joao ficou espantado. Trácia uma lingerie bem vermelha, rendada. As coequinhas tinam uma abertura bem abaixo do clitoris. As ligas deideixavam-na ainda mais bela. O penis de joao ficou duro fazendo- se notar atraves das jeans.

Com um gesto lento, senta a sua companheira naquela cama macia. Afasta as pernas e lambe-lhe vulva de baixo a cima, deixando a toda húmida... A sua língua divide-se entre rodopios no clitoris e anus, penetrando bem na vagina de quando em vez.

Nina sente o prazer daquelas lambidelas, deixa os seus ombros caírem na cama. O seu corpo a ser estimulado começa a sentir o prazer... Aquela língua maravilhosa a deixa-la toda molhada, cheia de desejo. Queria sentir o desejo de João crescer dentro dela.

Queria aquele homem lindo. Corpo escultura, nadegas bem esculpidas, pernas lindas e modeladas. . Bateram à porta. Era Rafaela.

- Chegou a nossa aventura!!diz João. Levanta-se e abre a porta.
Nina levanta-se embriagada de prazer para ver quail seia a surpresa.

Rafaela entrou. Nina ficou ssurpreendida e um pouco invergonhada quando viu aquele molherao entrar...

- Seu malandro...disse Rafa.
Nina não sabia o que fazer, como agir...

- Calma. Relaxa tu sabes o que tens de fazer. Disse joao com um ar bem sedutor.
Rafa vestia um vestido que parecia uma camisola comprida. O decote largo mostrava aquele ombro perfeito. As pernas morenas sobressaiam por baixo do vestido de tons florescentes.. Não disse uma palavra . Pousou o vestido e tirou o vestido. Ficou em roupa interior.

Quase que desfilando, dirigiu-se ao varão. As botas tipo motoqueiro sinta calcadas davam-lhe um ar ainda mais sexy, cabelo meio encaracolado caia e abanabanava em cachos. Agarrou-se ao varão e começou a dançar. Fazia movimentos leves mas decididos. Olhava para o casal enquanto dançava com um ar sensual.

João deita-se e disfruta daquele espetáculo delicioso. Cada manobra, cada gingar de sintura, cada olhar.

Nina começa a perder a timidez. Sobe para a cama abra as calcas de João e começa a chupa-lo. Ela olhava fixamente nos olhos dele. Ele por sua vez sentia-se delirante, as duas mulheres que o completavam estavam a realizar um de seus maiores desejos....
Delicioso. Uma acariciando lhe aquele sexo, molhado da sua boca...
Sentia  um tesão enorme dentro daquela boca quent.e. as suas mãos apertanapertando o pénis e penetrando o na sua boca, para ele delicioso.
Nina estava cucuriosa. Queria também ver Rafa. Rafa apercebe-se que os dois gostam e que Nina aprecia e requebra ainda melhor naquele barão.

Joao pega Rafa pela mao, mostra-lhe uma mala que tinha trazido e despiu-se. Ela olha para a mala e sorri levemente. Tira do saco um diodo duplo.. joao senta se para ver as brincadeiras deliciosas entre aqueles molherões.

Rafa chega-se carinhosamente a Nina..
- Agora vamo-nos divertir... e beija-a intensamente.
Nina ficou quase sem fôlego. As suas faces rosaram. Rafa acaricia Nina. Acarinha o seu corpo. Nina fica de pele arrepiada, sentiu uma sensação.

Com o dildo, Rafa penetra Nina. A cada penetração Nina tem vontade de se contorcer e acaricia o seu clitóris. João ajoelha-se ao pé de Rafa que faz um oral magnifico enquanto ela penetra Nina bem fundo. Nina e João gemem. Humm estava a ser deliciosoa cada penetração. . Nuno posiciona-se por trás de Rafa.
- Bem fundo... diz a safada.
Nuno excitado com aquelas palavras pega suas ancas e penetra com vontade... os três estavam ligados por uma sensação única de prazer e cumplicidade..

Nina estaestava doida nunca tinha feito nada do género antes. Nem sequer pensado em tal coisa.. mas deliciada, sentia o soldo desdeslocar-se dentro de si. Olhava Rafa que tinha um olhar bem safado enquanto lhe lambia o clitóris..

João cheio de prazer resolveu abrandar mas sentir aquela vagina quente estava a leva-lo à loucura, resolveu tirar e assistir.

Rafa, pega Nina de geito lembe a ate ela gemer. Quando ela geme, sobe beija-a sofregamente para que ela conheça o seu sabor delicioso, ficou ainda mais molhada do que já estava. Rafa, posiciona-se diante de Nina... ageita-se e com o dildo ainda dentro de Nina, penetrou-se com ela.. cada vez se que mexiam, gemiagemiam as duas...

João estava, bem nem sabia como, nunca tinha assistido a nada assim, muito menos com as mulheres que o completavam, que o enchiam de tesão.. elas gemem chegando ao êxtase.. enquanto são penetradas pelo dildo, acariciam-se sem parar. A pele já arrepiada, Joao chega-se a elas para poder gozar aquele momento unico.. joao acaricia-se as duas meninas sentem-se no clímax. Vêm se de forma gostosa. Joao ao ver as meninas, vevem-se para elas..Rafa atrevida foi lembre todos os restinhos de esperma, rugosa. Beijou João e Nina. Cansados rde cocorpo exausexausto deitaram se e descansaram.

Aquele leito foi a primeira de muitas noites de prazer e cumplicidade entre os três. Muitas experiencias deliciosamente molhadas se iriam seguir concerteza.

 By Rita Gonçalo


Escapadinha na hora de almoço... delicia...

JB, rapaz simpático, cheio de vontades interiores conheceu uma companhia agradável num chat. Logo marcaram num motel afim de se conhecerem pessoalmente. Clara era a sua graça.

Clara, casada, 38 anos, sabia mais de JB que ele acerca dela, afinal já tinha visto fotos. Ele ia às cegas. Será que iria correr bem? Haveria empatia? Tesão?

Bom, chegado ao motel pelas 14:30 ela já aguardava à entrada. Foi á frente já conhecedora da casa. Carros na garagem, portão fechado. Ele abre-lhe a porta, um gentleman fica bem em qualquer ocasião.

Ela sai, uma mulher baixa engraçada um pouco roliça com tudo no sítio e um ávontade contagiante bem assim como ele nestas situações. Gostou da primeira impressão presenteou-a com um beijo em que as línguas se estrançaram como loucas. JB ficou logo de pau no ar..
As línguas estrançaram-se, os sucos começaram a jorrar hmmmm que deliciosa boca.. Subiram as escadas, ela  abre a porta, cartão na ficha. Quarto climatizado, cama redonda espelhos no teto e em frente a cama duche. O mais importante, televisão desligada pois o filme seriam eles a fazê-lo.

Empurra-o para a cama, coloca-se em cima de dele. Qual dominadora, fogosamente diz:
- Preciso disto quero ser bem comida...
Hmmmm isto promete pensou ele.
Beijaram-se com vontade. JB tirou-lhe a camisola. Clara ficou com as mamas prontas a chupar. Esfregou-as na cara dele e pede-lhe com uma voz sexy para as beijar. Que boas mamas, os mamilos duros e eretos. Ela desaperta lhe a camisa, tira e chupa mordiscando-lhe os mamilos, o q lhe deu muitogozo. Foi descendo, beijando a barriga,  tira-lhe as calças e abocanha-lhe completamente o pau bem teso já fugir das cuecas. Beija-o e passa a língua por todo ele, como se estivesse a saborear um gelado. Delicioso. Mete-o na boca. hmmmm JB deliciou-se.  Mas que boca.
 Ela já lhe tinha dito que adorava mamar um bom pau teso e via-se o prazer q tinha a fazê-lo. Ele também a queria agradar com um minete. Que,  modéstia a parte, além de gostar muito de fazer também o fazia muito muito bem...

Agarrou- a pela cintura de uma vez, deitou-a na cama, ficando no meio das cochas dela. Que vontade tinha de a penetrar mas não... Foi descendo,  chupou e beijou cada centímetro do seu corpo. Desce até sua vagina depilada e deliciosamente húmida, abre-a com a boca, aqueles lábios quentes e saborosos beijou-lhe o clitoris e ela estremece. Com a mão, Clara abre os lábios para ele mergulhar no seu corpo sedento de paixão e fazê-la delirar de prazer. JB fez o que sabia de melhor, viaja entre a vagina e o clitóris com a sua língua, deixando-a doida. Daí a pouco ela teve um orgasmo intenso acompanhado de espasmos de gozo só dizia "não pares ai maluco, não pares por favor".

Após o orgasmo enterrou o pau bem teso de uma só vez. Ela acolheu-o com gemidos de prazer. Seguiram-se  várias posições até atingirem juntos o climax.


Ela, pela segunda vez teve outro orgasmo estonteante durante o coito na sua posição preferida, de quatro. Rabinho empinado, ele penetrava a sua vagina enquanto acariciava também o anús,  penetrando-a com o dedo.
 Veio-se bem no rabiosque, enchendo o rego todo de esporra.

No final daquele prazer  estonteante, divertiram-se no banho,  brincando com seus corpos. Este, prometia não ser o último encontro dos dois.

O que à primeira vista parecia apenas casualmente praseroso, poderia vir a ser um caso bem escaldante...
By JB






Prazer entre teclas... pensando em alguém

Sedenta de teu corpo... olho te nos olhos, profundo na tua alma... sei que queres.



Olhas-me. Vês o teu pénis desaparecer na minha boca,  penetrando bem até à garganta. Intenso.
Sentes na minha boca sedenta de prazer o calor que nos invade.

A minha garganta no teu pénis, sentes cada vez mais prazer. A vontade de me possuíres  aumenta a cada penetração.
Sentes os meus lábios firmes acariciarem  a sua cabeça, docemente.
Com um movimento bem gostoso de mãos, aumento o frenesim. Acaricio te os testículo enquanto o penetras na minha boca...

Sinto o teu corpo em minhas mãos. Corpo perfeito, pele quente, pau firme, duro. Nele denota se cada deformidade, cada veia na perfeição.

Dentro da minha boca sinto o pulsar de prazer. Acaricio-te de forma deliciosa.
Pegas me na cabeça e intensifica as penetraçoes.
As minhas pernas já molhadas. Deslizo uma amo pelo meu corpo e a mamar, acaricio o meu clitóris duro de tesão. Hum, que bom que é!
Com dois dedos penetro-me o mais fundo que posso. Levas me ao êxtase. De mim, como se de um cálice se tratasse, transbordo de prazer.

Faço te descer, obrigando te a visitar os meus pontos mais fracos.
Húmida, penetras me com dois dedos e acaricias me o clitores com essa língua fenomenal. Delírio de prazer agarro a tua cabeça para q não pares agora.
Minha vagina jorra abusada mente meus sucos deliciosos. Cada lambidela tua, um gemido meu. Olho te enquanto brincas com o meu piercing, que maravilhoso...
O prazer e tanto que não consigo esperar mais. Ahhh, minha vagina contrai-se. Os teus dedos dentro de mim, sentem cada apertão.

Sobes, agarras minhas ancas e rasgas me na esperança de me sentires... gememos os dois... Puxas me o cabelo, apertas me o seio. O meu rabo bem empinado, sinto te acariciar as minhas entranhas.
Vens te dentro de mim. Senti cada jato quente dentro de mim.
Teus braços fraquejam perante tanto prazer.

Ainda ofegante sinto o teu corpo suado colado ai meu. Sussurras ao ouvido que  me adoras e deitas te tranquilo, satisfeito no meu peito.. beijas me, acaricias-me como o homem meigo que és.

Adoro envolver te no meu corpo, saborear a doce sensualidade do pecado.

By Rita Gonçalo
&
João Hilário Costa

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Quando um mar separa dois corpos...

Recomenda-se a leitura deste conto ao som desta musica

youtube.com/watch?feature=youtu.be&v=xghAWIOcti4
Era janeiro.



Lisboa estava gélida no seu manto de edifícios que ao rio se prostravam como um painel de azulejos pintado à mão.
O transito da cidade trazia consigo um visitante do norte. O fotografo que tinha à dias estado em Coimbra, por entre a vegetação mulhada de orvalho e o calor dos flashes onde Rita tinha tido o seu sonho irreal mas intenso. De seu nome Pedro, era agora um perfeito desconhecido que se cruzava pelas artérias da grande capital. O seu propósito era claro. Atravessar Lisboa até ao aeroporto. A sua missão bem clara: encontrar mariana.
Mariana era uma mulher interessante que Pedro tinha conhecido através do Facebook. Intrigante, sedutora, ousada, Mariana parecia transformar uma simples sessão fotográfica numa experiência divinal. As suas palavras transportavam Pedro, agarrado ao volante, por entre as ruas de Lisboa, como se nada existisse à sua volta, tal era o seu desejo de conhecer ela.
Pedro chegou ao aeroporto.
Sentiu nesse momento como que um gélido sopro no seu rosto que atravessou a sua pele transformando-se num repentino vento quente que atravessava agora o seu rosto.
O voo tinha chegado. Pedro, ansioso esperava agora que as portas se abrissem e que Mariana chegasse junto dele.
Conhecia-a por fotografia, sabia de cor a sua voz mas seria ali que Pedro encontraria a musa com quem confidenciava quase à dois meses.
De repente, ao fundo, ela surge.
Sapato alto preto, vestido vermelho, casaco comprido preto e cabelos negros, esticados.
Os seus olhos cor de mar traziam consigo também à excitação do primeiro encontro.
A sua mala de alumínio refletia a luz que Mariana trazia no seu sorriso.
Pedro não sabia o que fazer, o que dizer... Ainda tentou quando Mariana se aproximou mas ela não o deixou completar a primeira palavra...
Beijou-o
O que Pedro mais desejava, aconteceu.
Estava agora a mala de Mariana caída no chão e os dois num beijo forte e profundo, esqueciam por completo onde estavam. Era como se o mundo não existisse. Apenas e só eles, no terminal de Aeroporto, plena noite de sexta-feira.
Pedro fotografo de profissão, que nunca tinha conhecido ninguém antes desta forma era agora um adolescente de 41 anos. Mariana 35anos, casada, também uma adolescente nesse momento, estavam agarrados ainda tal intensidade do beijo.
Saíram do aeroporto e foram para o centro de Lisboa.
Pedro tinha tudo organizado. Jantar na doca, quarto preparado com velas e flores para a sessão fotográfica, a qual vinha já a ser preparada desde o primeiro momento em que Mariana o interpelou. O que começara como uma mera sessão intima era agora uma acesa aventura entre dois adultos cujas vidas não se haviam cruzado antes.
Durante o jantar, nenhum disse uma palavra. O olhar falava tudo e a bom som.
Chegaram ao hotel. Subiram.

Mariana entrou no quarto, com um andar tão expressivo que Pedro parou à porta. Nunca tinha visto uma mulher com um andar tão delicioso.
A mala pousada no chão, Mariana aproxima-se da varanda, de costas para Pedro, que continuava junto à porta a admirar aquele corpo belo.
De repente, junto à janela, Mariana tira o seu casaco e deixa-o cair no chão. Com delicadeza roda a cabeça para trás, por cima do ombro e descai o vestido.
Pedro, já encostado do lado de dentro da porta, estava a devorar cada movimento de Mariana.
O vestido cai e uma lingerie preta escondida por debaixo daquele tom vermelho, espelhava agora cada curva do corpo de Mariana.
Voltou-se e chegou-se a Pedro.
Ferrou a orelha dele e deixou o seu corpo deslizar encostado a Pedro ate a sua boca se prender no cinto dele.
Desapertou-o e num movimento sedutor, tirou-lhe as calcas.
Perante si tinha agora o pau de Pedro. Beijou-o. Acariciou-o.
Levantou-se, mantendo a sua mão em leves caricias.
Pedro agarrou os seus cabelos e puxou a sua boca para si. Num forte e quente beijo, encostou Mariana à porta e percorreu cada centímetro do seu corpo, por entre a lingerie, com a sua língua.
Do pescoço a sua rata, Mariana sentia-se agora possuída por uma excitação tão grande que apenas o toque da boca de Pedro a fazia gemer.
Pedro, lambia a rata de Mariana enquanto esta de pé, parecia trepar a porta apenas encostada.



Pedro levantou-se e pegou em Mariana pelo colo. O chão do quarto, com uma carpete branca e fofa era agora o leito deste encontro.
Os dois nus, percorriam agora mutuamente cada pedaço daqueles corpos suados e sedentos de paixão.
Era inverno em Lisboa mas naquele quarto o calor era extasiante.
Pedro, de costas na carpete sentia agora Mariana a enterrar o seu pau na sua rata húmida. Em movimentos delicados e suaves, cada centímetro da sua rata entregavam a Pedro um calor como nunca havia sentido.
Pedro levantou Mariana que saltou para o seu colo, cruzando as pernas atrás das suas costas.
Fodiam agora em pé, encostados à mesma porta que haviam cruzado antes.
Os seus corpos suados faziam escorregar a porta por trás de Mariana.
Foderam tão forte que não conseguiram mais suster a respiração e a excitação.
Era inverno em Lisboa e naquele quarto de hotel, ouviu-se um gemido mutuo e simultâneo. Os seus olhos brilhavam de satisfação. Mariana, com uma respiração ofegante, aconchegava-se agora nos braços de Pedro, a ferrar o seu pescoço.
Estavam exaustos mas delirantes com aquele momento.
Deitaram-se naquela chão do quarto.
Era inverno em Lisboa, mas a noite era ainda uma criança adolescente...


By IntimusPhotoStudio


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Pura sedução....

Sexta feira à noite. O marido já estava fora à duas semanas a trabalho. As saudades eram imensas,a tesão, nem dava para descrever... Estava a fazer o jantar, a ouvir uma musiquinha e a cantarolar baixinho. Vestia um top vermelho e uns calções curtíssimos de andar por casa.


O marido chega a casa, entra em casa tão sorrateiro que nem dou por ela. Despe-se e vem ter comigo à cozinha. Senti o calor da sua respiração na minha orelha seguida de uma mordiscadela. Meu coração disparou.
Os seus lábios deslizaram pelo meu pescoço, as mãos acariciaram o meu corpo levemente. Parecia que tocava estrategicamente em todos os meus pontos mais censiveis. A vontade de ser possuída, tomada nos seus braços era tanta que parecia ser difícil respirar sem a sua boca na minha.
As suas mãos macias param nas minhas ancas agarrando-as firmemente.
Puxa-me para ele com firmeza. Senti um volume nas costas. Uma ereção deliciosa que me deixa louca... Uma mão no peito outra viaja intensamente para dentro dos calções. Sua barba grossa no meu cabelo deixando-me totalmente envolvida na sua sedução. Inclino a cabeça para trás encostando a minha cabeça no seu ombro sinto o seu cheiro delicioso. Um perfume suave misturado com o cheiro da sua pele.
Não disse uma palavra, seduziu-me com cada gesto, cada movimento.
Derrepente solta-me a sai, dou por mim completamente atarantada, secheia de tesão. Os meus calções já molhados.

Aquele homem deixou-me em ponto de bala. Não consegui continuar a fazer o jantar. Ele estava no banho . Cada poro transpirava sensualidade e sexualidade.
Corpo exótico, de um moreno quase cor de café, ombros deliciosamente largos, um peito dos Deuses, de dar tesão a qualquer mulher.

Surpreendi-o na banheira, entrei de roupa e tudo. Acocorei-me e comecei a lamber aquele pénis delicioso. Com movimentos fortes, penetrei-a o bem fundo até à garganta. Ouvi-o gemer e fiquei ainda com mais vontade se é que isso era possível naquele momento.A minha língua acariciava a cabeça, dando  leves lambidelas no seu piercing genital. Com um movimento de mãos acompanhava aquele oral maravilhoso., estava a ver aquele homem ter prazer na minha boca. Concentrado, olhava-me nos olhos enquanto eu o acariciava.
Delicadamente, agarra na minha cabeça e puxa-me para ele penetrando bem fundo...
O prazer era imenso. Puxa-me pelo cabelo para cima, eu adorei, Gemi de prazer, roda-me, faz descer os calções e  penetra-me bem gostoso por trás. Naquele momento, só daquela penetração, a minha vagina contraía-se sem parar, fazendo com que eu gritasse de prazer. Aqueles movimentos, senti-lo a entrar e sair de mim, o seu corpo delicioso encostado no meu, o piercing entrando e saindo, sentia totalmente a sua deslocação  nas minhas carnes quentes. Delirante.
Minha respiração já estava ofegante. Sinto a mão dele invadir o meu clitoris, massajando-o. Eu gemia de.
Ele adorava ouvir-me a ter prazer...
Sem mais demoras, o meu corpo sucumbio a todas aquelas caricias e eu vim me deliciosamente com seu pau gostoso bem interrado em mim.

Virou me novamente. Voltei ao ponto de partida, engoli aquele pénis lindo, grosso, duro. Uma ereção maravilhosa. Percebiam-se todas as veias. Minha boca acariciava aquele tesão todo.
 Penetrado bem no fundo da garganta, senti um jato quente. Ouvi-o gemer de prazer. Após aquele momento, tiro o da minha boca, ainda duro, bem gostoso de se ver...


Eu deliciada subi sedenta de cair nos seus braços másculos ...
Aquela noite estava apenas a começar, para ela tinha planeado algo bem especial cheio de sensualidade e prazer....


By Rita Gonçalo


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Os desejos secretos de Patricia


Patrícia. Mulher de 28 anos.
Morava sozinha, o seu companheiro de casa era xico, o seu gatinho persa. O seu temperamento era calmo.
Patrícia era já uma mulher mas era muito tímida só tinha estado com um homem.

Embora fosse simples, tímida, Patrícia ardia por dentro, tinha desejos arrumados no baú à tempo de mais. Queria ser desbravada mas a timidez não o permitia..

Trabalhava como balconista num Banco de renome. Suas roupas sempre nas melhores condições. Blusa branquinha apertada bem até cima. Saia por baixo do joelho e meia de liga. Cabelo amarrado num delicado rabo de cavalo.

Ninguém sonharia sequer imaginar o que estaria por debaixo daquela saia, daquelas roupas. Acabado o horário de trabalho, ia até casa observando tudo à sua volta mas o que ela esperava ver estava bem em frente ao seu apartamento.

Chegada a casa, Patrícia punha-se à vontade ligas soutien e um fiozinho dental tão delicioso. Que tesão só de imaginar.


Correu para a janela. Vivia numa rua movimentada. Em frente ao seu apartamento, uma casa antiga estava em fase de reabilitação de fachada. A movimentação na rua era grande. Homens em todo o lado. Cada um mais belo que o outro. Corpos esculturais, pele morena curtida do sol, rudes e musculados. Para ela uma visão do paraíso.

Do lado de dentro imaginava cada corpo nu. As suas coequinhas já todas húmidas. Patrícia mordiscava o lábio, sem sequer se aperceber daquele gesto, enquanto vislumbrava aqueles corpos belos.
Adorava-os como se de Deuses, perfeitos na sua masculinidade, se tratasstratatrat

Avistou o trabalhador que mais lhe agradava. Um corpo maravilhoso, notava se cada músculo. Patrícia tinha gosto por corpos másculos , quase machos latinos. Abdómen perfeito, calças caídas nas ancas, pele morena húmida de suor, o que lhe dava um travo mais rude e sexy. A este viria a dar-lhe o nome de Gonçalo.

Pegou na picareta, ia abrir um buraco, ombros largos, o corpo movimentava se acompanhando o movimento da picareta. Ela adorava vê-los a trabalhar mas quando os olhava só conseguia pensar como seria ter um homem daqueles dentro do seu corpo, sentindo o seu sexo pulsar dentro da sua vagina, como seria agarrar aqueles ombros largos, como seria sentir a sua língua a acariciar-lhe o corpo todo.

O calor que a invadiu começava a dar frutos. Os mamilos tesinhos, a sua vagina emanava calor. Olha para o trabalhador e a fantasia começa.

Patrícia desliza a sua mão quente para dentro das cuecas e acaricia-se. Ao mesmo tempo, com a outra mão, Massaja e aperta o seio. Massaja o seu clitóris duro e molhado com vontade. Imagina aquele homem espadaudo na sua cama, acariciando-se para ela ver..fazia movimentos de vai vem bem suaves e gostosos, Patrícia gostava de ver ...

Masturba-se imaginando tudo o que queria que ele lhe fizesse. Ela seria totalmente submissa a ele...

Imaginou as suas mãos amarradas atrás das costas, corpo totalmente nu, em pé "Gonçalo", em frente a ela sem dar uma palavra, aperta-lhe os seios e sorve-lhe os mamilos. Patrícia geme na expectativa do que viria a seguir.

A mão descia pelo seu corpo, tocando em todos os seus pontos frágeis, sentia sensações como a de pequenos e deliciosos choques eletricos. Então imagina sua mão acariciar seu clitóris e deslizar para a sua vagina.

Patrícia penetrava a sua vagina nua de pelo como se fosse a mão do trabalhador. O prazer que estava a sentir era imenso. Sua mão penetrava aquela vagina húmida e quente.

A este ritual adicionou mais um dedo. " Gonçalo", descia agora para o ponto mais escaldante. Fazia movimentos circulares e ritmados tão prazerosos que só de imagina-los Patrícia sentia-se perto do orgasmo.

A sua imaginação fervilhava juntamente com o seu corpo e alma. Estava envolta numa chama que trespassava todos os limites do prazer. Na sua mente, Gonçalo pega na corda que atava suas mãos, debruçou-a sobre uma mesa e penetrou-a com aquele pau grosso e duro, sentindo com prazer a sua essência...

Ela olhava o trabalhador bem fixo pela janela enquanto no mundo dela ele a penetrava fortemente, sem dó. Puxava as suas mãos pela corda, penetrando bem fundo. Ela gemia com vontade. Parece que até sentia os testículo deliciosos a bater nas suas pernas a cada penetração, como se ali estivesse, tocando e acariciando. Gemia a cada estocada imaginada.

Toda molhada e com 4 dedos dentro de si, tirou as coequinhas. Estava doida de emoção, tesão prazer. Penetrava-se sem parar, irrequieta gemia enquanto olhava aquele monumento que até por pensamento a virava ao contrário. Como seria a tesão daquele homem, seria mais intenso ainda do que estava a sentir naquele momento?

Só pensava nele. O seu corpo respondia a cada estimulo cada penetração. O prazer era tanto que não conseguia mais pensar nem imaginar. Com as pernas já húmidas dos seus fluidos, gritava de prazer. Deitou se no chão. Seu corpo lindo contorcia-se no chão, sua vagina à beira do orgasmo contraia-se incessantemente. Sentia com suas mãos cada contracção e gemia. Acariciava o corpo enquanto aquele orgasmo guloso levou o seu corpo ao êxtase..

Sonhava qual o dia que teria coragem para se despir de inibições e chamar aquele homem que habita em seus pensamentos e sonhos todos os dias.


By   meuRita Gonçalo


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Quando a mente nos trai...

Rita, presa nos seus pensamentos, passeava sozinha pelos jardins da Quinta das Lágrimas, em pleno inverno continental.



  Por entre a natureza ouviam-se murmúrios. Curiosa procurou por entre a vegetação.
O que os seus olhos não viam, os ouvidos captavam. Ruídos de vozes, ora doces ora graves.
Curiosa Rita procurou por entre a vegetação fresca.

- Vá, vira-te de costas... Baixa o ombro... Da me aquele olhar... Isso... Excelente.

A curiosidade aumentava a cada passo. Por entre a folhagem de uma acácia pequena, deslumbrou um corpo nu.
Não compreendia o que se passava.


Afastou as folhas e entrou num estúdio natural. Tudo era bonito, vibrante e mágico. As luzes faziam esquecer o frio de inverno que se sentia.
Os seus olhos azuis refletiam a curiosidade. Os seus dedos a vontade de afastar ainda mais a vegetação para poder ver todos os detalhes mas o seu corpo recuava de exitaca. Ouviu uma voz a perguntar.

- Desculpe posso ajudar?


Era o fotografo, estranhando de onde tinha surgido tamanha beleza em forma de mulher, como se fizesse parte do cenário sem o saber.
- Desculpe. Ouvi barulho. Vim ver. Desculpe. Vou embora.
- Tudo bem respondeu ele. Pode ficar se quiser assistir.

Hesitou na resposta mas vibrou de vontade de ficar e, sem se dar conta, seu corpo deu um passo para o cenário. A medo, sentou-se. Era tamanha a sua curiosidade pelo que se passava e a sua excitação começou a dar nota no seu rosto que corou levemente,rosando as faces lindas..

Admirava ela aquele corpo nu, entre ramos e tecidos brancos, a ser fotografada em poses diferentes, sedutoras, sensuais.

A sua boca notava já uma crescente humidade, os seus olhos percorriam cada curva da mulher, os seus ouvidos comiam cada palavra do fotografo, como se sentisse que eram para si as indicações...

Então o fotografo diz..

- Pode me ajudar aqui por favor? Segura-me este pano ao lado dela... Roda o reflector.. Assim...

De repente sentiu-se leve e solta, como se o cenário fosse só seu.
Rita sentia o corpo da modelo, seu corpo, seu cheiro, o reflexo da sua pele morena.


De repente o fotografo parou.
Tinha o cenário perfeito. Rita, cabelos meio longos, meio curtos, pretos, pele morena, olhos profundos. Ana, loira, cabelos longos, olhos castanhos brilhantes.

A nudez e a sedução misturavam-se com a roupa cuidada, de gabardina grossa, meias pretas, mini-saia preta e blusa branca opaca da Rita. O contraste perfeito entre timidez e luxuria, entre nudez e sedução.

Rita, assistente naquele momento sentiu-se observada. Um leve calor apoderou-se do seu corpo.
Aquele momento, tão próximo do corpo nu de Ana, a ser vista pelo fotografo tornou-se um momento parado no tempo. Não sabia o que sentir. Excitação e desejo, medo e vergonha.
De repente o fotografo disse-lhe.

- Pousa o refletor por favor!


Ana! coloca-te atrás dela e visualiza uma mulher que amas e que desejas.

Ana assim o fez.Colocou-se atrás de Rita. Sem tocar nela a sua respiração batia forte na orelha de Rita. Quente e sedutora, Rita fechou os olhos e imaginou por breves momentos que estavam as duas sozinhas. Ali, sem ninguém.
Sentiu no seu sonho os lábios de Ana a tocarem a sua pele, a sua orelha, as mãos a encostarem-se ao seu corpo vestido. Por momentos sentiu um leve beijo na face, quente e húmido seguido de um forte apertão que Ana lhe estava a dar, segurando a sua cintura com as mãos e puxando-a para si.

O calor que corria no seu corpo era já notado pela Ana.
Com os olhos fechados, deu por si a deixar cair a sua gabardina por entre os seus ombros e as mãos de Ana.
Já sem gabardina, a vergonha que ainda sentia deu lugar ao prazer do que estava a sentir. As mãos de Ana a percorrer desde o seu pescoço ate aos seus seios, da sua barriga ate ao seu umbigo, da sua testa vaginal ate aos lábios íntimos húmidos com tanta excitação.
Tocou-lhe por breves momentos no topo da sua rata. Faisca. Rita gemeu mordendo o lábio. Sua pele fina e depilada logo se arrepiou de desejo.

Ana tirou a mão do interior da sua calcinha e num movimento sensual, fez deslizar a sua mão na pele de Rita, por baixo da sua blusa, apertando os seus seios. Rita não resistiu. Começou a desabotoar a blusa enquanto inclinava a cabeça para trás para sentir o respirar ofegante de Ana.

Tirou a blusa e deixou Ana percorrer o seu pescoço com a sua língua. Virou-se e de frente uma para a outra, tocaram seus lábios num primeiro beijo, seco mas quente, que de seguida se tornou num enorme beijo, húmido e profundo. 


Rita e Ana juntas num enorme beijo.

Enquanto se beijavam, Rita desabotuou o seu próprio soutien branco, opaco, simples. Já nem se lembrava onde estava nem quem estava. Apenas Ana. Somente Ana.
Soltou o soutien e sem deixar o beijo, de olhos fechados sentiu os dedos de Ana tocar a sua pele.
Os seus dedos percorriam a sua mama de uma forma tão suave que apenas o toque a fez sentir molhada. Tocou um mamilo. Rita gemeu novamente.
O soutien cai pelos ombros.

Ana solta-se de tamanho beijo longo, beija o queixo, o pescoço e refugia-se nos seios de Rita, passando a sua língua pela sua pele ate que esta parou sobre o seu mamilo. Trincou-o suavemente. Lambeu o topo e a zona envolvente
Em suaves e lentos toques, pôs os bicos de Rita arrepiados e tesos.

Molhados com a sua saliva. Em gesto lento acariciou com a sua língua o bico,
Rapidamente fez correr a sua saliva e a ponta da sua língua sobre o bico em toques cada vez mais rápidos...

Rita gemeu, com a boca aberta e os lábios molhados.

Sem se darem conta o fotografo estava a ver, a adorar e a registar cada pormenor, cada detalhe daquela emoção conjunta.

Ana de joelhos, acariciava agora a barriga de Rita. Cheia de tesão, Rita baixou-se e beijou Ana louca de vontade. Beijou-lhe o pescoço e deixou a sua língua deslizar ate aos seios de Ana.

O que nunca tinha feito antes, era para si o momento mais envolvente que já tinha tido.
Lambeu delicadamente os seios de Ana, encostada para trás, de cotovelos no chão. Acariciou, trincou, lambeu.

E deixou-se levar nesse gesto ate se dar conta da humidade que Ana sentia nesse momento.
Nunca o tinha feito mas a vontade de o experimentar foi mais forte.
Deixou-se ir.
A sua pele branca, a sua testa, vagina alta e o seu clitóris quente tocaram na sua língua. Parou
Excitante.

 Olhou para Ana. Os olhos brilhavam. Continuou, levemente passou a sua língua no seu clitóris.  Sentiu o calor e o sabor. Desceu e trincou os seus lábios vaginais. Num gesto carinhoso, sugou-os para dentro da sua boca. Ana gemeu alto.

A língua de Rita penetrava agora a rata de Ana, lenta e profundamente. Uma, outra e outra vez. O calor apoderou-se de Ana. Gemendo alto, dizia ofegante..

- Não pares, não pares...

Rita continuou. Sentiu na sua língua um breve corrimento de um orgasmo. Afastou a língua, pois não sabia o que era. Levantou a cabeça e Ana aproximou-se e sossurrou.

- Deita-te. 

Rita assim o fez. Ainda de saia vestida e cueca molhada em bica, Ana sentou-se nas suas pernas fechadas a medo. Num gesto delicado deixou correr as suas mãos pelas pernas de Rita. 

Puxou a cueca delicadamente. Queria sentir o calor sem que Rita receasse seus dedos carinhosos que penetravam agora Rita. Neste momento beijaram-se deliciosamente num beijo intenso e quente. Rita gemia como nunca tinha feito. Ana deslizou sobre as pernas de Rita, os seus lábios acariciavam os seios nus, Rita sentia a rata húmida de Ana a tocar-lhe na perna, deixando-a ainda com mais vontade.

Ana que penetrava Rita com os dedos, juntava agora a língua naquele frenesim de prazer. Rita gemia e delirava com todos aqueles sentimentos. As duas ligadas entre si enquanto tudo à sua volta parecia esquecido. Naquele momento, as duas eram o centro de atenções do fotografo.

De repente um barulho...

Rita deu por si agarrada a um refletor, dentro do cenário a ajudar o fotografo. Foram breves segundos de um sonho deliciosamente prazeroso tão real que quando se mexeu, percebeu que sua rata estava quente e molhada. Nunca se tinha sentido assim. 

Envergonhada, continuou a ajudar o fotografo e a modelo, sem que estes tivessem percebido o quão intenso tinha sido o seu sonho e quão forte era agora o seu desejo.

 By IntimusPhotoStudio