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Era janeiro.
Lisboa estava gélida no seu manto de edifícios que ao rio se prostravam como um painel de azulejos pintado à mão.
O transito da cidade trazia consigo um visitante do norte. O fotografo que tinha à dias estado em Coimbra, por entre a vegetação mulhada de orvalho e o calor dos flashes onde Rita tinha tido o seu sonho irreal mas intenso. De seu nome Pedro, era agora um perfeito desconhecido que se cruzava pelas artérias da grande capital. O seu propósito era claro. Atravessar Lisboa até ao aeroporto. A sua missão bem clara: encontrar mariana.
Mariana era uma mulher interessante que Pedro tinha conhecido através do Facebook. Intrigante, sedutora, ousada, Mariana parecia transformar uma simples sessão fotográfica numa experiência divinal. As suas palavras transportavam Pedro, agarrado ao volante, por entre as ruas de Lisboa, como se nada existisse à sua volta, tal era o seu desejo de conhecer ela.
Pedro chegou ao aeroporto.
Sentiu nesse momento como que um gélido sopro no seu rosto que atravessou a sua pele transformando-se num repentino vento quente que atravessava agora o seu rosto.
O voo tinha chegado. Pedro, ansioso esperava agora que as portas se abrissem e que Mariana chegasse junto dele.
Conhecia-a por fotografia, sabia de cor a sua voz mas seria ali que Pedro encontraria a musa com quem confidenciava quase à dois meses.
De repente, ao fundo, ela surge.
Sapato alto preto, vestido vermelho, casaco comprido preto e cabelos negros, esticados.
Os seus olhos cor de mar traziam consigo também à excitação do primeiro encontro.
A sua mala de alumínio refletia a luz que Mariana trazia no seu sorriso.
Pedro não sabia o que fazer, o que dizer... Ainda tentou quando Mariana se aproximou mas ela não o deixou completar a primeira palavra...
Beijou-o
O que Pedro mais desejava, aconteceu.
Estava agora a mala de Mariana caída no chão e os dois num beijo forte e profundo, esqueciam por completo onde estavam. Era como se o mundo não existisse. Apenas e só eles, no terminal de Aeroporto, plena noite de sexta-feira.
Pedro fotografo de profissão, que nunca tinha conhecido ninguém antes desta forma era agora um adolescente de 41 anos. Mariana 35anos, casada, também uma adolescente nesse momento, estavam agarrados ainda tal intensidade do beijo.
Saíram do aeroporto e foram para o centro de Lisboa.
Pedro tinha tudo organizado. Jantar na doca, quarto preparado com velas e flores para a sessão fotográfica, a qual vinha já a ser preparada desde o primeiro momento em que Mariana o interpelou. O que começara como uma mera sessão intima era agora uma acesa aventura entre dois adultos cujas vidas não se haviam cruzado antes.
Durante o jantar, nenhum disse uma palavra. O olhar falava tudo e a bom som.
Chegaram ao hotel. Subiram.
Mariana entrou no quarto, com um andar tão expressivo que Pedro parou à porta. Nunca tinha visto uma mulher com um andar tão delicioso.
A mala pousada no chão, Mariana aproxima-se da varanda, de costas para Pedro, que continuava junto à porta a admirar aquele corpo belo.
De repente, junto à janela, Mariana tira o seu casaco e deixa-o cair no chão. Com delicadeza roda a cabeça para trás, por cima do ombro e descai o vestido.
Pedro, já encostado do lado de dentro da porta, estava a devorar cada movimento de Mariana.
O vestido cai e uma lingerie preta escondida por debaixo daquele tom vermelho, espelhava agora cada curva do corpo de Mariana.
Voltou-se e chegou-se a Pedro.
Ferrou a orelha dele e deixou o seu corpo deslizar encostado a Pedro ate a sua boca se prender no cinto dele.
Desapertou-o e num movimento sedutor, tirou-lhe as calcas.
Perante si tinha agora o pau de Pedro. Beijou-o. Acariciou-o.
Levantou-se, mantendo a sua mão em leves caricias.
Pedro agarrou os seus cabelos e puxou a sua boca para si. Num forte e quente beijo, encostou Mariana à porta e percorreu cada centímetro do seu corpo, por entre a lingerie, com a sua língua.
Do pescoço a sua rata, Mariana sentia-se agora possuída por uma excitação tão grande que apenas o toque da boca de Pedro a fazia gemer.
Pedro, lambia a rata de Mariana enquanto esta de pé, parecia trepar a porta apenas encostada.
Pedro levantou-se e pegou em Mariana pelo colo. O chão do quarto, com uma carpete branca e fofa era agora o leito deste encontro.
Os dois nus, percorriam agora mutuamente cada pedaço daqueles corpos suados e sedentos de paixão.
Era inverno em Lisboa mas naquele quarto o calor era extasiante.
Pedro, de costas na carpete sentia agora Mariana a enterrar o seu pau na sua rata húmida. Em movimentos delicados e suaves, cada centímetro da sua rata entregavam a Pedro um calor como nunca havia sentido.
Pedro levantou Mariana que saltou para o seu colo, cruzando as pernas atrás das suas costas.
Fodiam agora em pé, encostados à mesma porta que haviam cruzado antes.
Os seus corpos suados faziam escorregar a porta por trás de Mariana.
Foderam tão forte que não conseguiram mais suster a respiração e a excitação.
Era inverno em Lisboa e naquele quarto de hotel, ouviu-se um gemido mutuo e simultâneo. Os seus olhos brilhavam de satisfação. Mariana, com uma respiração ofegante, aconchegava-se agora nos braços de Pedro, a ferrar o seu pescoço.
Estavam exaustos mas delirantes com aquele momento.
Deitaram-se naquela chão do quarto.
Era inverno em Lisboa, mas a noite era ainda uma criança adolescente...
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