Rita, presa nos seus pensamentos, passeava sozinha pelos jardins da Quinta das Lágrimas, em pleno inverno continental.
Por entre a natureza ouviam-se murmúrios. Curiosa procurou por entre a vegetação.
O que os seus olhos não viam, os ouvidos captavam. Ruídos de vozes, ora doces ora graves.
Curiosa Rita procurou por entre a vegetação fresca.
- Vá, vira-te de costas... Baixa o ombro... Da me aquele olhar... Isso... Excelente.
A curiosidade aumentava a cada passo. Por entre a folhagem de uma acácia pequena, deslumbrou um corpo nu.
Não compreendia o que se passava.
Afastou as folhas e entrou num estúdio natural. Tudo era bonito, vibrante e mágico. As luzes faziam esquecer o frio de inverno que se sentia.
Os seus olhos azuis refletiam a curiosidade. Os seus dedos a vontade de afastar ainda mais a vegetação para poder ver todos os detalhes mas o seu corpo recuava de exitaca. Ouviu uma voz a perguntar.
- Desculpe posso ajudar?
Era o fotografo, estranhando de onde tinha surgido tamanha beleza em forma de mulher, como se fizesse parte do cenário sem o saber.
- Desculpe. Ouvi barulho. Vim ver. Desculpe. Vou embora.
- Tudo bem respondeu ele. Pode ficar se quiser assistir.
Hesitou na resposta mas vibrou de vontade de ficar e, sem se dar conta, seu corpo deu um passo para o cenário. A medo, sentou-se. Era tamanha a sua curiosidade pelo que se passava e a sua excitação começou a dar nota no seu rosto que corou levemente,rosando as faces lindas..
Admirava ela aquele corpo nu, entre ramos e tecidos brancos, a ser fotografada em poses diferentes, sedutoras, sensuais.
A sua boca notava já uma crescente humidade, os seus olhos percorriam cada curva da mulher, os seus ouvidos comiam cada palavra do fotografo, como se sentisse que eram para si as indicações...
Então o fotografo diz..
- Pode me ajudar aqui por favor? Segura-me este pano ao lado dela... Roda o reflector.. Assim...
De repente sentiu-se leve e solta, como se o cenário fosse só seu.
Rita sentia o corpo da modelo, seu corpo, seu cheiro, o reflexo da sua pele morena.
De repente o fotografo parou.
Tinha o cenário perfeito. Rita, cabelos meio longos, meio curtos, pretos, pele morena, olhos profundos. Ana, loira, cabelos longos, olhos castanhos brilhantes.
A nudez e a sedução misturavam-se com a roupa cuidada, de gabardina grossa, meias pretas, mini-saia preta e blusa branca opaca da Rita. O contraste perfeito entre timidez e luxuria, entre nudez e sedução.
Rita, assistente naquele momento sentiu-se observada. Um leve calor apoderou-se do seu corpo.
Aquele momento, tão próximo do corpo nu de Ana, a ser vista pelo fotografo tornou-se um momento parado no tempo. Não sabia o que sentir. Excitação e desejo, medo e vergonha.
De repente o fotografo disse-lhe.
- Pousa o refletor por favor!
Ana! coloca-te atrás dela e visualiza uma mulher que amas e que desejas.
Ana assim o fez.Colocou-se atrás de Rita. Sem tocar nela a sua respiração batia forte na orelha de Rita. Quente e sedutora, Rita fechou os olhos e imaginou por breves momentos que estavam as duas sozinhas. Ali, sem ninguém.
Sentiu no seu sonho os lábios de Ana a tocarem a sua pele, a sua orelha, as mãos a encostarem-se ao seu corpo vestido. Por momentos sentiu um leve beijo na face, quente e húmido seguido de um forte apertão que Ana lhe estava a dar, segurando a sua cintura com as mãos e puxando-a para si.
O calor que corria no seu corpo era já notado pela Ana.
Com os olhos fechados, deu por si a deixar cair a sua gabardina por entre os seus ombros e as mãos de Ana.
Já sem gabardina, a vergonha que ainda sentia deu lugar ao prazer do que estava a sentir. As mãos de Ana a percorrer desde o seu pescoço ate aos seus seios, da sua barriga ate ao seu umbigo, da sua testa vaginal ate aos lábios íntimos húmidos com tanta excitação.
Tocou-lhe por breves momentos no topo da sua rata. Faisca. Rita gemeu mordendo o lábio. Sua pele fina e depilada logo se arrepiou de desejo.
Ana tirou a mão do interior da sua calcinha e num movimento sensual, fez deslizar a sua mão na pele de Rita, por baixo da sua blusa, apertando os seus seios. Rita não resistiu. Começou a desabotoar a blusa enquanto inclinava a cabeça para trás para sentir o respirar ofegante de Ana.
Tirou a blusa e deixou Ana percorrer o seu pescoço com a sua língua. Virou-se e de frente uma para a outra, tocaram seus lábios num primeiro beijo, seco mas quente, que de seguida se tornou num enorme beijo, húmido e profundo.
Rita e Ana juntas num enorme beijo.
Enquanto se beijavam, Rita desabotuou o seu próprio soutien branco, opaco, simples. Já nem se lembrava onde estava nem quem estava. Apenas Ana. Somente Ana.
Soltou o soutien e sem deixar o beijo, de olhos fechados sentiu os dedos de Ana tocar a sua pele.
Os seus dedos percorriam a sua mama de uma forma tão suave que apenas o toque a fez sentir molhada. Tocou um mamilo. Rita gemeu novamente.
O soutien cai pelos ombros.
Ana solta-se de tamanho beijo longo, beija o queixo, o pescoço e refugia-se nos seios de Rita, passando a sua língua pela sua pele ate que esta parou sobre o seu mamilo. Trincou-o suavemente. Lambeu o topo e a zona envolvente
Em suaves e lentos toques, pôs os bicos de Rita arrepiados e tesos.
Molhados com a sua saliva. Em gesto lento acariciou com a sua língua o bico,
Rapidamente fez correr a sua saliva e a ponta da sua língua sobre o bico em toques cada vez mais rápidos...
Rita gemeu, com a boca aberta e os lábios molhados.
Sem se darem conta o fotografo estava a ver, a adorar e a registar cada pormenor, cada detalhe daquela emoção conjunta.
Ana de joelhos, acariciava agora a barriga de Rita. Cheia de tesão, Rita baixou-se e beijou Ana louca de vontade. Beijou-lhe o pescoço e deixou a sua língua deslizar ate aos seios de Ana.
O que nunca tinha feito antes, era para si o momento mais envolvente que já tinha tido.
Lambeu delicadamente os seios de Ana, encostada para trás, de cotovelos no chão. Acariciou, trincou, lambeu.
E deixou-se levar nesse gesto ate se dar conta da humidade que Ana sentia nesse momento.
Nunca o tinha feito mas a vontade de o experimentar foi mais forte.
Deixou-se ir.
A sua pele branca, a sua testa, vagina alta e o seu clitóris quente tocaram na sua língua. Parou
Excitante.
Olhou para Ana. Os olhos brilhavam. Continuou, levemente passou a sua língua no seu clitóris. Sentiu o calor e o sabor. Desceu e trincou os seus lábios vaginais. Num gesto carinhoso, sugou-os para dentro da sua boca. Ana gemeu alto.
A língua de Rita penetrava agora a rata de Ana, lenta e profundamente. Uma, outra e outra vez. O calor apoderou-se de Ana. Gemendo alto, dizia ofegante..
- Não pares, não pares...
Rita continuou. Sentiu na sua língua um breve corrimento de um orgasmo. Afastou a língua, pois não sabia o que era. Levantou a cabeça e Ana aproximou-se e sossurrou.
- Deita-te.
Rita assim o fez. Ainda de saia vestida e cueca molhada em bica, Ana sentou-se nas suas pernas fechadas a medo. Num gesto delicado deixou correr as suas mãos pelas pernas de Rita.
Puxou a cueca delicadamente. Queria sentir o calor sem que Rita receasse seus dedos carinhosos que penetravam agora Rita. Neste momento beijaram-se deliciosamente num beijo intenso e quente. Rita gemia como nunca tinha feito. Ana deslizou sobre as pernas de Rita, os seus lábios acariciavam os seios nus, Rita sentia a rata húmida de Ana a tocar-lhe na perna, deixando-a ainda com mais vontade.
Ana que penetrava Rita com os dedos, juntava agora a língua naquele frenesim de prazer. Rita gemia e delirava com todos aqueles sentimentos. As duas ligadas entre si enquanto tudo à sua volta parecia esquecido. Naquele momento, as duas eram o centro de atenções do fotografo.
De repente um barulho...
Rita deu por si agarrada a um refletor, dentro do cenário a ajudar o fotografo. Foram breves segundos de um sonho deliciosamente prazeroso tão real que quando se mexeu, percebeu que sua rata estava quente e molhada. Nunca se tinha sentido assim.
Envergonhada, continuou a ajudar o fotografo e a modelo, sem que estes tivessem percebido o quão intenso tinha sido o seu sonho e quão forte era agora o seu desejo.
By IntimusPhotoStudio
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