quinta-feira, 27 de novembro de 2014

sensualidade triangular- menage

João. Homem experiente, maduro sexualmente, era surfista profissional.

Adorava a sua profissão não só pela paixão pelo mar e por este esporte como também pelas lindas vistas que ela lhe proporcionava. Não havia nada melhor do que o mar e belas morenas para o deitar ainda mais apaixonado.

Conheceu Rafaela no mar quando ela partilhou uma das ondas mais sexy que tinha visto. É claro que a beleza vinha toda de
Rafa.

Rafa era aventureiro. Temperamento tipico da sua tenra idade. Não era apegada a bens materiais nem era escrava do espelho. Sou beleza era natural, sem enfeites. Cabelo louro, queimado do sol e curtido pelo salitro. Pele suave e morena, pés perfeitos e olhos de um verde  marinho que fazia com que João quisesse mergulhar na sua essência.

João era apaixonado por ela mas, mesmo assim, sentia-se incompleto. Joao tinha de dividir-se entre 3 amores, o surf que era a sua carreira, a aventureira Rafaela e Nina.

Rafaela, de sapatilsapatilhas, roupa larga, um tigre na cama. Passavam tardes loucas no seu AP.


Nina sempre bem vestida e maquilhada, belo decote que mostrava a perfeição os seus seios firmes. Passavam horas maravilhosas por entre lingerie preta espalhada pelo chão.

Todos os dias tinha que estar com as duas. Só assim se sentia completo e saciado sexualmente... Nina completava em plenitude Rafaela.

Uma não tinha conhecimento da outra...
 João decidiu que queria juntar as duas na cama. Ver como aqueles corpos se completavam na paixão de uma cama redonda de um motel onde sexo, sedução e prazer são as palavras de ordem.

Não queria que as duas meninas se vissem logo ao inicio pois para alem de não se conhecerem, não faziam a mínima ideia que partilhavam o mesmo homem. Marcou primeiro com Nina, a mais inibida, para a poder preparar para o quque tinha reservado para aquela noite...

Reservou uma suite cheia de glamour. Cama redonda, varão no quarto. Lençóis pretos e vermelhos.

Joao chegou ao quarto e preparou o que tinha trazido para aquela noite. Abriu o champanhe, Nina não tardou a chegar. Sérviu champanhe a Nina. Embora Nina vestisse de forma mais atrevida que Rafa tinha também uma timidez que lhe dava um charmezinho...

-Hoje tenho uma novidade, uma sorpresa para nós. Disse Joao beijando lhe delicadamente o pescoço.

A jovem deixa a flute e tira o casaco comprido que trazia. Joao ficou espantado. Trácia uma lingerie bem vermelha, rendada. As coequinhas tinam uma abertura bem abaixo do clitoris. As ligas deideixavam-na ainda mais bela. O penis de joao ficou duro fazendo- se notar atraves das jeans.

Com um gesto lento, senta a sua companheira naquela cama macia. Afasta as pernas e lambe-lhe vulva de baixo a cima, deixando a toda húmida... A sua língua divide-se entre rodopios no clitoris e anus, penetrando bem na vagina de quando em vez.

Nina sente o prazer daquelas lambidelas, deixa os seus ombros caírem na cama. O seu corpo a ser estimulado começa a sentir o prazer... Aquela língua maravilhosa a deixa-la toda molhada, cheia de desejo. Queria sentir o desejo de João crescer dentro dela.

Queria aquele homem lindo. Corpo escultura, nadegas bem esculpidas, pernas lindas e modeladas. . Bateram à porta. Era Rafaela.

- Chegou a nossa aventura!!diz João. Levanta-se e abre a porta.
Nina levanta-se embriagada de prazer para ver quail seia a surpresa.

Rafaela entrou. Nina ficou ssurpreendida e um pouco invergonhada quando viu aquele molherao entrar...

- Seu malandro...disse Rafa.
Nina não sabia o que fazer, como agir...

- Calma. Relaxa tu sabes o que tens de fazer. Disse joao com um ar bem sedutor.
Rafa vestia um vestido que parecia uma camisola comprida. O decote largo mostrava aquele ombro perfeito. As pernas morenas sobressaiam por baixo do vestido de tons florescentes.. Não disse uma palavra . Pousou o vestido e tirou o vestido. Ficou em roupa interior.

Quase que desfilando, dirigiu-se ao varão. As botas tipo motoqueiro sinta calcadas davam-lhe um ar ainda mais sexy, cabelo meio encaracolado caia e abanabanava em cachos. Agarrou-se ao varão e começou a dançar. Fazia movimentos leves mas decididos. Olhava para o casal enquanto dançava com um ar sensual.

João deita-se e disfruta daquele espetáculo delicioso. Cada manobra, cada gingar de sintura, cada olhar.

Nina começa a perder a timidez. Sobe para a cama abra as calcas de João e começa a chupa-lo. Ela olhava fixamente nos olhos dele. Ele por sua vez sentia-se delirante, as duas mulheres que o completavam estavam a realizar um de seus maiores desejos....
Delicioso. Uma acariciando lhe aquele sexo, molhado da sua boca...
Sentia  um tesão enorme dentro daquela boca quent.e. as suas mãos apertanapertando o pénis e penetrando o na sua boca, para ele delicioso.
Nina estava cucuriosa. Queria também ver Rafa. Rafa apercebe-se que os dois gostam e que Nina aprecia e requebra ainda melhor naquele barão.

Joao pega Rafa pela mao, mostra-lhe uma mala que tinha trazido e despiu-se. Ela olha para a mala e sorri levemente. Tira do saco um diodo duplo.. joao senta se para ver as brincadeiras deliciosas entre aqueles molherões.

Rafa chega-se carinhosamente a Nina..
- Agora vamo-nos divertir... e beija-a intensamente.
Nina ficou quase sem fôlego. As suas faces rosaram. Rafa acaricia Nina. Acarinha o seu corpo. Nina fica de pele arrepiada, sentiu uma sensação.

Com o dildo, Rafa penetra Nina. A cada penetração Nina tem vontade de se contorcer e acaricia o seu clitóris. João ajoelha-se ao pé de Rafa que faz um oral magnifico enquanto ela penetra Nina bem fundo. Nina e João gemem. Humm estava a ser deliciosoa cada penetração. . Nuno posiciona-se por trás de Rafa.
- Bem fundo... diz a safada.
Nuno excitado com aquelas palavras pega suas ancas e penetra com vontade... os três estavam ligados por uma sensação única de prazer e cumplicidade..

Nina estaestava doida nunca tinha feito nada do género antes. Nem sequer pensado em tal coisa.. mas deliciada, sentia o soldo desdeslocar-se dentro de si. Olhava Rafa que tinha um olhar bem safado enquanto lhe lambia o clitóris..

João cheio de prazer resolveu abrandar mas sentir aquela vagina quente estava a leva-lo à loucura, resolveu tirar e assistir.

Rafa, pega Nina de geito lembe a ate ela gemer. Quando ela geme, sobe beija-a sofregamente para que ela conheça o seu sabor delicioso, ficou ainda mais molhada do que já estava. Rafa, posiciona-se diante de Nina... ageita-se e com o dildo ainda dentro de Nina, penetrou-se com ela.. cada vez se que mexiam, gemiagemiam as duas...

João estava, bem nem sabia como, nunca tinha assistido a nada assim, muito menos com as mulheres que o completavam, que o enchiam de tesão.. elas gemem chegando ao êxtase.. enquanto são penetradas pelo dildo, acariciam-se sem parar. A pele já arrepiada, Joao chega-se a elas para poder gozar aquele momento unico.. joao acaricia-se as duas meninas sentem-se no clímax. Vêm se de forma gostosa. Joao ao ver as meninas, vevem-se para elas..Rafa atrevida foi lembre todos os restinhos de esperma, rugosa. Beijou João e Nina. Cansados rde cocorpo exausexausto deitaram se e descansaram.

Aquele leito foi a primeira de muitas noites de prazer e cumplicidade entre os três. Muitas experiencias deliciosamente molhadas se iriam seguir concerteza.

 By Rita Gonçalo


Escapadinha na hora de almoço... delicia...

JB, rapaz simpático, cheio de vontades interiores conheceu uma companhia agradável num chat. Logo marcaram num motel afim de se conhecerem pessoalmente. Clara era a sua graça.

Clara, casada, 38 anos, sabia mais de JB que ele acerca dela, afinal já tinha visto fotos. Ele ia às cegas. Será que iria correr bem? Haveria empatia? Tesão?

Bom, chegado ao motel pelas 14:30 ela já aguardava à entrada. Foi á frente já conhecedora da casa. Carros na garagem, portão fechado. Ele abre-lhe a porta, um gentleman fica bem em qualquer ocasião.

Ela sai, uma mulher baixa engraçada um pouco roliça com tudo no sítio e um ávontade contagiante bem assim como ele nestas situações. Gostou da primeira impressão presenteou-a com um beijo em que as línguas se estrançaram como loucas. JB ficou logo de pau no ar..
As línguas estrançaram-se, os sucos começaram a jorrar hmmmm que deliciosa boca.. Subiram as escadas, ela  abre a porta, cartão na ficha. Quarto climatizado, cama redonda espelhos no teto e em frente a cama duche. O mais importante, televisão desligada pois o filme seriam eles a fazê-lo.

Empurra-o para a cama, coloca-se em cima de dele. Qual dominadora, fogosamente diz:
- Preciso disto quero ser bem comida...
Hmmmm isto promete pensou ele.
Beijaram-se com vontade. JB tirou-lhe a camisola. Clara ficou com as mamas prontas a chupar. Esfregou-as na cara dele e pede-lhe com uma voz sexy para as beijar. Que boas mamas, os mamilos duros e eretos. Ela desaperta lhe a camisa, tira e chupa mordiscando-lhe os mamilos, o q lhe deu muitogozo. Foi descendo, beijando a barriga,  tira-lhe as calças e abocanha-lhe completamente o pau bem teso já fugir das cuecas. Beija-o e passa a língua por todo ele, como se estivesse a saborear um gelado. Delicioso. Mete-o na boca. hmmmm JB deliciou-se.  Mas que boca.
 Ela já lhe tinha dito que adorava mamar um bom pau teso e via-se o prazer q tinha a fazê-lo. Ele também a queria agradar com um minete. Que,  modéstia a parte, além de gostar muito de fazer também o fazia muito muito bem...

Agarrou- a pela cintura de uma vez, deitou-a na cama, ficando no meio das cochas dela. Que vontade tinha de a penetrar mas não... Foi descendo,  chupou e beijou cada centímetro do seu corpo. Desce até sua vagina depilada e deliciosamente húmida, abre-a com a boca, aqueles lábios quentes e saborosos beijou-lhe o clitoris e ela estremece. Com a mão, Clara abre os lábios para ele mergulhar no seu corpo sedento de paixão e fazê-la delirar de prazer. JB fez o que sabia de melhor, viaja entre a vagina e o clitóris com a sua língua, deixando-a doida. Daí a pouco ela teve um orgasmo intenso acompanhado de espasmos de gozo só dizia "não pares ai maluco, não pares por favor".

Após o orgasmo enterrou o pau bem teso de uma só vez. Ela acolheu-o com gemidos de prazer. Seguiram-se  várias posições até atingirem juntos o climax.


Ela, pela segunda vez teve outro orgasmo estonteante durante o coito na sua posição preferida, de quatro. Rabinho empinado, ele penetrava a sua vagina enquanto acariciava também o anús,  penetrando-a com o dedo.
 Veio-se bem no rabiosque, enchendo o rego todo de esporra.

No final daquele prazer  estonteante, divertiram-se no banho,  brincando com seus corpos. Este, prometia não ser o último encontro dos dois.

O que à primeira vista parecia apenas casualmente praseroso, poderia vir a ser um caso bem escaldante...
By JB






Prazer entre teclas... pensando em alguém

Sedenta de teu corpo... olho te nos olhos, profundo na tua alma... sei que queres.



Olhas-me. Vês o teu pénis desaparecer na minha boca,  penetrando bem até à garganta. Intenso.
Sentes na minha boca sedenta de prazer o calor que nos invade.

A minha garganta no teu pénis, sentes cada vez mais prazer. A vontade de me possuíres  aumenta a cada penetração.
Sentes os meus lábios firmes acariciarem  a sua cabeça, docemente.
Com um movimento bem gostoso de mãos, aumento o frenesim. Acaricio te os testículo enquanto o penetras na minha boca...

Sinto o teu corpo em minhas mãos. Corpo perfeito, pele quente, pau firme, duro. Nele denota se cada deformidade, cada veia na perfeição.

Dentro da minha boca sinto o pulsar de prazer. Acaricio-te de forma deliciosa.
Pegas me na cabeça e intensifica as penetraçoes.
As minhas pernas já molhadas. Deslizo uma amo pelo meu corpo e a mamar, acaricio o meu clitóris duro de tesão. Hum, que bom que é!
Com dois dedos penetro-me o mais fundo que posso. Levas me ao êxtase. De mim, como se de um cálice se tratasse, transbordo de prazer.

Faço te descer, obrigando te a visitar os meus pontos mais fracos.
Húmida, penetras me com dois dedos e acaricias me o clitores com essa língua fenomenal. Delírio de prazer agarro a tua cabeça para q não pares agora.
Minha vagina jorra abusada mente meus sucos deliciosos. Cada lambidela tua, um gemido meu. Olho te enquanto brincas com o meu piercing, que maravilhoso...
O prazer e tanto que não consigo esperar mais. Ahhh, minha vagina contrai-se. Os teus dedos dentro de mim, sentem cada apertão.

Sobes, agarras minhas ancas e rasgas me na esperança de me sentires... gememos os dois... Puxas me o cabelo, apertas me o seio. O meu rabo bem empinado, sinto te acariciar as minhas entranhas.
Vens te dentro de mim. Senti cada jato quente dentro de mim.
Teus braços fraquejam perante tanto prazer.

Ainda ofegante sinto o teu corpo suado colado ai meu. Sussurras ao ouvido que  me adoras e deitas te tranquilo, satisfeito no meu peito.. beijas me, acaricias-me como o homem meigo que és.

Adoro envolver te no meu corpo, saborear a doce sensualidade do pecado.

By Rita Gonçalo
&
João Hilário Costa

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Quando um mar separa dois corpos...

Recomenda-se a leitura deste conto ao som desta musica

youtube.com/watch?feature=youtu.be&v=xghAWIOcti4
Era janeiro.



Lisboa estava gélida no seu manto de edifícios que ao rio se prostravam como um painel de azulejos pintado à mão.
O transito da cidade trazia consigo um visitante do norte. O fotografo que tinha à dias estado em Coimbra, por entre a vegetação mulhada de orvalho e o calor dos flashes onde Rita tinha tido o seu sonho irreal mas intenso. De seu nome Pedro, era agora um perfeito desconhecido que se cruzava pelas artérias da grande capital. O seu propósito era claro. Atravessar Lisboa até ao aeroporto. A sua missão bem clara: encontrar mariana.
Mariana era uma mulher interessante que Pedro tinha conhecido através do Facebook. Intrigante, sedutora, ousada, Mariana parecia transformar uma simples sessão fotográfica numa experiência divinal. As suas palavras transportavam Pedro, agarrado ao volante, por entre as ruas de Lisboa, como se nada existisse à sua volta, tal era o seu desejo de conhecer ela.
Pedro chegou ao aeroporto.
Sentiu nesse momento como que um gélido sopro no seu rosto que atravessou a sua pele transformando-se num repentino vento quente que atravessava agora o seu rosto.
O voo tinha chegado. Pedro, ansioso esperava agora que as portas se abrissem e que Mariana chegasse junto dele.
Conhecia-a por fotografia, sabia de cor a sua voz mas seria ali que Pedro encontraria a musa com quem confidenciava quase à dois meses.
De repente, ao fundo, ela surge.
Sapato alto preto, vestido vermelho, casaco comprido preto e cabelos negros, esticados.
Os seus olhos cor de mar traziam consigo também à excitação do primeiro encontro.
A sua mala de alumínio refletia a luz que Mariana trazia no seu sorriso.
Pedro não sabia o que fazer, o que dizer... Ainda tentou quando Mariana se aproximou mas ela não o deixou completar a primeira palavra...
Beijou-o
O que Pedro mais desejava, aconteceu.
Estava agora a mala de Mariana caída no chão e os dois num beijo forte e profundo, esqueciam por completo onde estavam. Era como se o mundo não existisse. Apenas e só eles, no terminal de Aeroporto, plena noite de sexta-feira.
Pedro fotografo de profissão, que nunca tinha conhecido ninguém antes desta forma era agora um adolescente de 41 anos. Mariana 35anos, casada, também uma adolescente nesse momento, estavam agarrados ainda tal intensidade do beijo.
Saíram do aeroporto e foram para o centro de Lisboa.
Pedro tinha tudo organizado. Jantar na doca, quarto preparado com velas e flores para a sessão fotográfica, a qual vinha já a ser preparada desde o primeiro momento em que Mariana o interpelou. O que começara como uma mera sessão intima era agora uma acesa aventura entre dois adultos cujas vidas não se haviam cruzado antes.
Durante o jantar, nenhum disse uma palavra. O olhar falava tudo e a bom som.
Chegaram ao hotel. Subiram.

Mariana entrou no quarto, com um andar tão expressivo que Pedro parou à porta. Nunca tinha visto uma mulher com um andar tão delicioso.
A mala pousada no chão, Mariana aproxima-se da varanda, de costas para Pedro, que continuava junto à porta a admirar aquele corpo belo.
De repente, junto à janela, Mariana tira o seu casaco e deixa-o cair no chão. Com delicadeza roda a cabeça para trás, por cima do ombro e descai o vestido.
Pedro, já encostado do lado de dentro da porta, estava a devorar cada movimento de Mariana.
O vestido cai e uma lingerie preta escondida por debaixo daquele tom vermelho, espelhava agora cada curva do corpo de Mariana.
Voltou-se e chegou-se a Pedro.
Ferrou a orelha dele e deixou o seu corpo deslizar encostado a Pedro ate a sua boca se prender no cinto dele.
Desapertou-o e num movimento sedutor, tirou-lhe as calcas.
Perante si tinha agora o pau de Pedro. Beijou-o. Acariciou-o.
Levantou-se, mantendo a sua mão em leves caricias.
Pedro agarrou os seus cabelos e puxou a sua boca para si. Num forte e quente beijo, encostou Mariana à porta e percorreu cada centímetro do seu corpo, por entre a lingerie, com a sua língua.
Do pescoço a sua rata, Mariana sentia-se agora possuída por uma excitação tão grande que apenas o toque da boca de Pedro a fazia gemer.
Pedro, lambia a rata de Mariana enquanto esta de pé, parecia trepar a porta apenas encostada.



Pedro levantou-se e pegou em Mariana pelo colo. O chão do quarto, com uma carpete branca e fofa era agora o leito deste encontro.
Os dois nus, percorriam agora mutuamente cada pedaço daqueles corpos suados e sedentos de paixão.
Era inverno em Lisboa mas naquele quarto o calor era extasiante.
Pedro, de costas na carpete sentia agora Mariana a enterrar o seu pau na sua rata húmida. Em movimentos delicados e suaves, cada centímetro da sua rata entregavam a Pedro um calor como nunca havia sentido.
Pedro levantou Mariana que saltou para o seu colo, cruzando as pernas atrás das suas costas.
Fodiam agora em pé, encostados à mesma porta que haviam cruzado antes.
Os seus corpos suados faziam escorregar a porta por trás de Mariana.
Foderam tão forte que não conseguiram mais suster a respiração e a excitação.
Era inverno em Lisboa e naquele quarto de hotel, ouviu-se um gemido mutuo e simultâneo. Os seus olhos brilhavam de satisfação. Mariana, com uma respiração ofegante, aconchegava-se agora nos braços de Pedro, a ferrar o seu pescoço.
Estavam exaustos mas delirantes com aquele momento.
Deitaram-se naquela chão do quarto.
Era inverno em Lisboa, mas a noite era ainda uma criança adolescente...


By IntimusPhotoStudio


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Pura sedução....

Sexta feira à noite. O marido já estava fora à duas semanas a trabalho. As saudades eram imensas,a tesão, nem dava para descrever... Estava a fazer o jantar, a ouvir uma musiquinha e a cantarolar baixinho. Vestia um top vermelho e uns calções curtíssimos de andar por casa.


O marido chega a casa, entra em casa tão sorrateiro que nem dou por ela. Despe-se e vem ter comigo à cozinha. Senti o calor da sua respiração na minha orelha seguida de uma mordiscadela. Meu coração disparou.
Os seus lábios deslizaram pelo meu pescoço, as mãos acariciaram o meu corpo levemente. Parecia que tocava estrategicamente em todos os meus pontos mais censiveis. A vontade de ser possuída, tomada nos seus braços era tanta que parecia ser difícil respirar sem a sua boca na minha.
As suas mãos macias param nas minhas ancas agarrando-as firmemente.
Puxa-me para ele com firmeza. Senti um volume nas costas. Uma ereção deliciosa que me deixa louca... Uma mão no peito outra viaja intensamente para dentro dos calções. Sua barba grossa no meu cabelo deixando-me totalmente envolvida na sua sedução. Inclino a cabeça para trás encostando a minha cabeça no seu ombro sinto o seu cheiro delicioso. Um perfume suave misturado com o cheiro da sua pele.
Não disse uma palavra, seduziu-me com cada gesto, cada movimento.
Derrepente solta-me a sai, dou por mim completamente atarantada, secheia de tesão. Os meus calções já molhados.

Aquele homem deixou-me em ponto de bala. Não consegui continuar a fazer o jantar. Ele estava no banho . Cada poro transpirava sensualidade e sexualidade.
Corpo exótico, de um moreno quase cor de café, ombros deliciosamente largos, um peito dos Deuses, de dar tesão a qualquer mulher.

Surpreendi-o na banheira, entrei de roupa e tudo. Acocorei-me e comecei a lamber aquele pénis delicioso. Com movimentos fortes, penetrei-a o bem fundo até à garganta. Ouvi-o gemer e fiquei ainda com mais vontade se é que isso era possível naquele momento.A minha língua acariciava a cabeça, dando  leves lambidelas no seu piercing genital. Com um movimento de mãos acompanhava aquele oral maravilhoso., estava a ver aquele homem ter prazer na minha boca. Concentrado, olhava-me nos olhos enquanto eu o acariciava.
Delicadamente, agarra na minha cabeça e puxa-me para ele penetrando bem fundo...
O prazer era imenso. Puxa-me pelo cabelo para cima, eu adorei, Gemi de prazer, roda-me, faz descer os calções e  penetra-me bem gostoso por trás. Naquele momento, só daquela penetração, a minha vagina contraía-se sem parar, fazendo com que eu gritasse de prazer. Aqueles movimentos, senti-lo a entrar e sair de mim, o seu corpo delicioso encostado no meu, o piercing entrando e saindo, sentia totalmente a sua deslocação  nas minhas carnes quentes. Delirante.
Minha respiração já estava ofegante. Sinto a mão dele invadir o meu clitoris, massajando-o. Eu gemia de.
Ele adorava ouvir-me a ter prazer...
Sem mais demoras, o meu corpo sucumbio a todas aquelas caricias e eu vim me deliciosamente com seu pau gostoso bem interrado em mim.

Virou me novamente. Voltei ao ponto de partida, engoli aquele pénis lindo, grosso, duro. Uma ereção maravilhosa. Percebiam-se todas as veias. Minha boca acariciava aquele tesão todo.
 Penetrado bem no fundo da garganta, senti um jato quente. Ouvi-o gemer de prazer. Após aquele momento, tiro o da minha boca, ainda duro, bem gostoso de se ver...


Eu deliciada subi sedenta de cair nos seus braços másculos ...
Aquela noite estava apenas a começar, para ela tinha planeado algo bem especial cheio de sensualidade e prazer....


By Rita Gonçalo


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Os desejos secretos de Patricia


Patrícia. Mulher de 28 anos.
Morava sozinha, o seu companheiro de casa era xico, o seu gatinho persa. O seu temperamento era calmo.
Patrícia era já uma mulher mas era muito tímida só tinha estado com um homem.

Embora fosse simples, tímida, Patrícia ardia por dentro, tinha desejos arrumados no baú à tempo de mais. Queria ser desbravada mas a timidez não o permitia..

Trabalhava como balconista num Banco de renome. Suas roupas sempre nas melhores condições. Blusa branquinha apertada bem até cima. Saia por baixo do joelho e meia de liga. Cabelo amarrado num delicado rabo de cavalo.

Ninguém sonharia sequer imaginar o que estaria por debaixo daquela saia, daquelas roupas. Acabado o horário de trabalho, ia até casa observando tudo à sua volta mas o que ela esperava ver estava bem em frente ao seu apartamento.

Chegada a casa, Patrícia punha-se à vontade ligas soutien e um fiozinho dental tão delicioso. Que tesão só de imaginar.


Correu para a janela. Vivia numa rua movimentada. Em frente ao seu apartamento, uma casa antiga estava em fase de reabilitação de fachada. A movimentação na rua era grande. Homens em todo o lado. Cada um mais belo que o outro. Corpos esculturais, pele morena curtida do sol, rudes e musculados. Para ela uma visão do paraíso.

Do lado de dentro imaginava cada corpo nu. As suas coequinhas já todas húmidas. Patrícia mordiscava o lábio, sem sequer se aperceber daquele gesto, enquanto vislumbrava aqueles corpos belos.
Adorava-os como se de Deuses, perfeitos na sua masculinidade, se tratasstratatrat

Avistou o trabalhador que mais lhe agradava. Um corpo maravilhoso, notava se cada músculo. Patrícia tinha gosto por corpos másculos , quase machos latinos. Abdómen perfeito, calças caídas nas ancas, pele morena húmida de suor, o que lhe dava um travo mais rude e sexy. A este viria a dar-lhe o nome de Gonçalo.

Pegou na picareta, ia abrir um buraco, ombros largos, o corpo movimentava se acompanhando o movimento da picareta. Ela adorava vê-los a trabalhar mas quando os olhava só conseguia pensar como seria ter um homem daqueles dentro do seu corpo, sentindo o seu sexo pulsar dentro da sua vagina, como seria agarrar aqueles ombros largos, como seria sentir a sua língua a acariciar-lhe o corpo todo.

O calor que a invadiu começava a dar frutos. Os mamilos tesinhos, a sua vagina emanava calor. Olha para o trabalhador e a fantasia começa.

Patrícia desliza a sua mão quente para dentro das cuecas e acaricia-se. Ao mesmo tempo, com a outra mão, Massaja e aperta o seio. Massaja o seu clitóris duro e molhado com vontade. Imagina aquele homem espadaudo na sua cama, acariciando-se para ela ver..fazia movimentos de vai vem bem suaves e gostosos, Patrícia gostava de ver ...

Masturba-se imaginando tudo o que queria que ele lhe fizesse. Ela seria totalmente submissa a ele...

Imaginou as suas mãos amarradas atrás das costas, corpo totalmente nu, em pé "Gonçalo", em frente a ela sem dar uma palavra, aperta-lhe os seios e sorve-lhe os mamilos. Patrícia geme na expectativa do que viria a seguir.

A mão descia pelo seu corpo, tocando em todos os seus pontos frágeis, sentia sensações como a de pequenos e deliciosos choques eletricos. Então imagina sua mão acariciar seu clitóris e deslizar para a sua vagina.

Patrícia penetrava a sua vagina nua de pelo como se fosse a mão do trabalhador. O prazer que estava a sentir era imenso. Sua mão penetrava aquela vagina húmida e quente.

A este ritual adicionou mais um dedo. " Gonçalo", descia agora para o ponto mais escaldante. Fazia movimentos circulares e ritmados tão prazerosos que só de imagina-los Patrícia sentia-se perto do orgasmo.

A sua imaginação fervilhava juntamente com o seu corpo e alma. Estava envolta numa chama que trespassava todos os limites do prazer. Na sua mente, Gonçalo pega na corda que atava suas mãos, debruçou-a sobre uma mesa e penetrou-a com aquele pau grosso e duro, sentindo com prazer a sua essência...

Ela olhava o trabalhador bem fixo pela janela enquanto no mundo dela ele a penetrava fortemente, sem dó. Puxava as suas mãos pela corda, penetrando bem fundo. Ela gemia com vontade. Parece que até sentia os testículo deliciosos a bater nas suas pernas a cada penetração, como se ali estivesse, tocando e acariciando. Gemia a cada estocada imaginada.

Toda molhada e com 4 dedos dentro de si, tirou as coequinhas. Estava doida de emoção, tesão prazer. Penetrava-se sem parar, irrequieta gemia enquanto olhava aquele monumento que até por pensamento a virava ao contrário. Como seria a tesão daquele homem, seria mais intenso ainda do que estava a sentir naquele momento?

Só pensava nele. O seu corpo respondia a cada estimulo cada penetração. O prazer era tanto que não conseguia mais pensar nem imaginar. Com as pernas já húmidas dos seus fluidos, gritava de prazer. Deitou se no chão. Seu corpo lindo contorcia-se no chão, sua vagina à beira do orgasmo contraia-se incessantemente. Sentia com suas mãos cada contracção e gemia. Acariciava o corpo enquanto aquele orgasmo guloso levou o seu corpo ao êxtase..

Sonhava qual o dia que teria coragem para se despir de inibições e chamar aquele homem que habita em seus pensamentos e sonhos todos os dias.


By   meuRita Gonçalo


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Quando a mente nos trai...

Rita, presa nos seus pensamentos, passeava sozinha pelos jardins da Quinta das Lágrimas, em pleno inverno continental.



  Por entre a natureza ouviam-se murmúrios. Curiosa procurou por entre a vegetação.
O que os seus olhos não viam, os ouvidos captavam. Ruídos de vozes, ora doces ora graves.
Curiosa Rita procurou por entre a vegetação fresca.

- Vá, vira-te de costas... Baixa o ombro... Da me aquele olhar... Isso... Excelente.

A curiosidade aumentava a cada passo. Por entre a folhagem de uma acácia pequena, deslumbrou um corpo nu.
Não compreendia o que se passava.


Afastou as folhas e entrou num estúdio natural. Tudo era bonito, vibrante e mágico. As luzes faziam esquecer o frio de inverno que se sentia.
Os seus olhos azuis refletiam a curiosidade. Os seus dedos a vontade de afastar ainda mais a vegetação para poder ver todos os detalhes mas o seu corpo recuava de exitaca. Ouviu uma voz a perguntar.

- Desculpe posso ajudar?


Era o fotografo, estranhando de onde tinha surgido tamanha beleza em forma de mulher, como se fizesse parte do cenário sem o saber.
- Desculpe. Ouvi barulho. Vim ver. Desculpe. Vou embora.
- Tudo bem respondeu ele. Pode ficar se quiser assistir.

Hesitou na resposta mas vibrou de vontade de ficar e, sem se dar conta, seu corpo deu um passo para o cenário. A medo, sentou-se. Era tamanha a sua curiosidade pelo que se passava e a sua excitação começou a dar nota no seu rosto que corou levemente,rosando as faces lindas..

Admirava ela aquele corpo nu, entre ramos e tecidos brancos, a ser fotografada em poses diferentes, sedutoras, sensuais.

A sua boca notava já uma crescente humidade, os seus olhos percorriam cada curva da mulher, os seus ouvidos comiam cada palavra do fotografo, como se sentisse que eram para si as indicações...

Então o fotografo diz..

- Pode me ajudar aqui por favor? Segura-me este pano ao lado dela... Roda o reflector.. Assim...

De repente sentiu-se leve e solta, como se o cenário fosse só seu.
Rita sentia o corpo da modelo, seu corpo, seu cheiro, o reflexo da sua pele morena.


De repente o fotografo parou.
Tinha o cenário perfeito. Rita, cabelos meio longos, meio curtos, pretos, pele morena, olhos profundos. Ana, loira, cabelos longos, olhos castanhos brilhantes.

A nudez e a sedução misturavam-se com a roupa cuidada, de gabardina grossa, meias pretas, mini-saia preta e blusa branca opaca da Rita. O contraste perfeito entre timidez e luxuria, entre nudez e sedução.

Rita, assistente naquele momento sentiu-se observada. Um leve calor apoderou-se do seu corpo.
Aquele momento, tão próximo do corpo nu de Ana, a ser vista pelo fotografo tornou-se um momento parado no tempo. Não sabia o que sentir. Excitação e desejo, medo e vergonha.
De repente o fotografo disse-lhe.

- Pousa o refletor por favor!


Ana! coloca-te atrás dela e visualiza uma mulher que amas e que desejas.

Ana assim o fez.Colocou-se atrás de Rita. Sem tocar nela a sua respiração batia forte na orelha de Rita. Quente e sedutora, Rita fechou os olhos e imaginou por breves momentos que estavam as duas sozinhas. Ali, sem ninguém.
Sentiu no seu sonho os lábios de Ana a tocarem a sua pele, a sua orelha, as mãos a encostarem-se ao seu corpo vestido. Por momentos sentiu um leve beijo na face, quente e húmido seguido de um forte apertão que Ana lhe estava a dar, segurando a sua cintura com as mãos e puxando-a para si.

O calor que corria no seu corpo era já notado pela Ana.
Com os olhos fechados, deu por si a deixar cair a sua gabardina por entre os seus ombros e as mãos de Ana.
Já sem gabardina, a vergonha que ainda sentia deu lugar ao prazer do que estava a sentir. As mãos de Ana a percorrer desde o seu pescoço ate aos seus seios, da sua barriga ate ao seu umbigo, da sua testa vaginal ate aos lábios íntimos húmidos com tanta excitação.
Tocou-lhe por breves momentos no topo da sua rata. Faisca. Rita gemeu mordendo o lábio. Sua pele fina e depilada logo se arrepiou de desejo.

Ana tirou a mão do interior da sua calcinha e num movimento sensual, fez deslizar a sua mão na pele de Rita, por baixo da sua blusa, apertando os seus seios. Rita não resistiu. Começou a desabotoar a blusa enquanto inclinava a cabeça para trás para sentir o respirar ofegante de Ana.

Tirou a blusa e deixou Ana percorrer o seu pescoço com a sua língua. Virou-se e de frente uma para a outra, tocaram seus lábios num primeiro beijo, seco mas quente, que de seguida se tornou num enorme beijo, húmido e profundo. 


Rita e Ana juntas num enorme beijo.

Enquanto se beijavam, Rita desabotuou o seu próprio soutien branco, opaco, simples. Já nem se lembrava onde estava nem quem estava. Apenas Ana. Somente Ana.
Soltou o soutien e sem deixar o beijo, de olhos fechados sentiu os dedos de Ana tocar a sua pele.
Os seus dedos percorriam a sua mama de uma forma tão suave que apenas o toque a fez sentir molhada. Tocou um mamilo. Rita gemeu novamente.
O soutien cai pelos ombros.

Ana solta-se de tamanho beijo longo, beija o queixo, o pescoço e refugia-se nos seios de Rita, passando a sua língua pela sua pele ate que esta parou sobre o seu mamilo. Trincou-o suavemente. Lambeu o topo e a zona envolvente
Em suaves e lentos toques, pôs os bicos de Rita arrepiados e tesos.

Molhados com a sua saliva. Em gesto lento acariciou com a sua língua o bico,
Rapidamente fez correr a sua saliva e a ponta da sua língua sobre o bico em toques cada vez mais rápidos...

Rita gemeu, com a boca aberta e os lábios molhados.

Sem se darem conta o fotografo estava a ver, a adorar e a registar cada pormenor, cada detalhe daquela emoção conjunta.

Ana de joelhos, acariciava agora a barriga de Rita. Cheia de tesão, Rita baixou-se e beijou Ana louca de vontade. Beijou-lhe o pescoço e deixou a sua língua deslizar ate aos seios de Ana.

O que nunca tinha feito antes, era para si o momento mais envolvente que já tinha tido.
Lambeu delicadamente os seios de Ana, encostada para trás, de cotovelos no chão. Acariciou, trincou, lambeu.

E deixou-se levar nesse gesto ate se dar conta da humidade que Ana sentia nesse momento.
Nunca o tinha feito mas a vontade de o experimentar foi mais forte.
Deixou-se ir.
A sua pele branca, a sua testa, vagina alta e o seu clitóris quente tocaram na sua língua. Parou
Excitante.

 Olhou para Ana. Os olhos brilhavam. Continuou, levemente passou a sua língua no seu clitóris.  Sentiu o calor e o sabor. Desceu e trincou os seus lábios vaginais. Num gesto carinhoso, sugou-os para dentro da sua boca. Ana gemeu alto.

A língua de Rita penetrava agora a rata de Ana, lenta e profundamente. Uma, outra e outra vez. O calor apoderou-se de Ana. Gemendo alto, dizia ofegante..

- Não pares, não pares...

Rita continuou. Sentiu na sua língua um breve corrimento de um orgasmo. Afastou a língua, pois não sabia o que era. Levantou a cabeça e Ana aproximou-se e sossurrou.

- Deita-te. 

Rita assim o fez. Ainda de saia vestida e cueca molhada em bica, Ana sentou-se nas suas pernas fechadas a medo. Num gesto delicado deixou correr as suas mãos pelas pernas de Rita. 

Puxou a cueca delicadamente. Queria sentir o calor sem que Rita receasse seus dedos carinhosos que penetravam agora Rita. Neste momento beijaram-se deliciosamente num beijo intenso e quente. Rita gemia como nunca tinha feito. Ana deslizou sobre as pernas de Rita, os seus lábios acariciavam os seios nus, Rita sentia a rata húmida de Ana a tocar-lhe na perna, deixando-a ainda com mais vontade.

Ana que penetrava Rita com os dedos, juntava agora a língua naquele frenesim de prazer. Rita gemia e delirava com todos aqueles sentimentos. As duas ligadas entre si enquanto tudo à sua volta parecia esquecido. Naquele momento, as duas eram o centro de atenções do fotografo.

De repente um barulho...

Rita deu por si agarrada a um refletor, dentro do cenário a ajudar o fotografo. Foram breves segundos de um sonho deliciosamente prazeroso tão real que quando se mexeu, percebeu que sua rata estava quente e molhada. Nunca se tinha sentido assim. 

Envergonhada, continuou a ajudar o fotografo e a modelo, sem que estes tivessem percebido o quão intenso tinha sido o seu sonho e quão forte era agora o seu desejo.

 By IntimusPhotoStudio



terça-feira, 18 de novembro de 2014

Aventura com o tatuador


Esta é Joana.
Joana parece ser uma rapariga doce mas por detrás deste anjo esta um vulcão que leva qualquer um à loucura. Arrojada, quente e completamente despida de pudor ou preconceito..

Joana decidiu fazer uma tatuagem mas, deste dia não queria trazer apenas a tatuagem.

Vesti mini-saia sem cuequinha,  blusa desapertada quase ate ao umbigo. Dentro da blusa seus peitos rijos saltavam a cada passo deixando qualquer um de água na boca.

Acabada a tatuagem pediu para fazer um piercing genital.

Raul, o tatuador, logo se prontificou. Joana, a inocente pede a Raul que feche a porta do estúdio pois tinha receio que alguém entrasse...

Quando Raul regressou, Joana estava sem roupa a masturbar-se. Penetrava a sua vagina com um dildo e acariciava o clítoris.

Raul, claro, não ia recusar um presente daqueles... Raul mergulhou naquele vulcão quente e húmido e fez Joana vibrar e gemer de prazer. Penetrava-a e lambia o seu clitóris.

Joana faz com q ele se deite. Titã da mala umas algemas de couro de prende-lhe as mãos. 

Joana olhou o nos olhos e disse

-Agora vou te comer todinho... O sexo de Raul pulsou de tanta tesão.

Com movimentos fortes e decididos engolia o seu pénis ate à garganta.  Estava a adorar sentir o prazer de Raul. Por baixo da mesa Joana acariciava-se  e suas pernas escorriam.

Subiu para cima de Raul e penetrou o mais fundo que pode. Sentia Raul dentro da sua vagina quente e molhada. Num dos movimentos, Joana teve um orgasmo delirante. Soltou as mãos de Raul, ele estava doido nunca tinha tido uma experiência assim.

Inclinou Joana para a marquesa e vigorosamente penetrou o seu anos. Ela gemeu bem alto, não estava à espera que fosse tão delicioso. Naquele frenesim de vai e vem Raul acariciava os seus seios firmes e gulosos. Põe lhe uma das pernas para cima para sentir o as limites de Joana... Joana toda se contraia de prazer...

Sem parar Raul pega a pela cintura macia puxando-a para ele. Cada gemido só aumentava ainda mais o prazer... puxa o cabelo de Joana e ela entrega-se plenamente ao prazer. Raul ao sentir o calor daquele orgasmo, juntou se a Joana, vindo-se nos seus peitos firme e deliciosos... 

Joana foi se embora pensando na próxima aventura sexual que iria ter...

By Rita Gonçalo





   



  
  

Passeio na Serra


Era final de um dia de Outono, chuvoso e fresco.Raquel e Nuno, resolveram deixar a rotina de lado e ir jantar ao restaurante do chalé da Serra. Durante o jantar Raquel queixou-se da rotina que estava já instalada na vida sexual do casal. 




Saíram do jantar determinados a mudar esta situação embora ainda não fizessem a mínima ideia de como o iriam fazer.



   Findo o jantar, resresolveram dar um passeio pela serra. 

Raquel olhava para a paisagem quando Nuno viu o carro de um colega parado numa das estradas de terra.

   - O carro deve ter avariado. Vamos ver se precisão de ajuda.



Saíram do carro mas não estava ninguém.

   - vamos embora Nuno. Devem ter apanhado boleia.

Quando estavam de volta ao carro, ouviram uns barulhos vindos de trás de umas árvores.

IntriIntrigados com aqueles barulhos vibrantes, foram procurar os amigos.
Pelo caminho encontraram sapatos, camisa, uma garrafa de champanhe entre outros pretensões.

- Não me digas que.... disse Raquel.
Nuno nem falou mas o seu pensamento completava a frase de Raquel. Ela estava a ficar animada seria a melhor coisa que lhe acontecia em meses.


   Mais um pouco à frente, estava o casal Ricardo e Margarida. Ela tinha vestido apenas uma gabardina, meias e sinto de ligas. No pescoço um colar de pérolas que sem duvida lhe valorizava o colo e o peito. Ele sem camisa, calças nos tornozelos e a gravata como se estivesse a agarrar religiosamente a camisa.

Ricardo riu, com um sorriso bem maroto e disse.

-Eu posso explicar!

Ricardo tentava arranjar uma explicação mas só pensava no seu pénis duro a penetrar a mulher do seu colega. O sentimento de Raquel era reciproco. Tinha as cuequinhas todas molhadas e o seu clitóris vibrava só de olhar para Margarida e Ricardo, Raquel transpirava desejo.

Margarida levanta se se leva aqueles seios duros e nos até Nuno, morde-lhe a orelha e sussurra-lhe.
-Não queres participar?

Raquel nem deu tempo de Nuno pensar.
- Nuno isto é a oportunidade que procuramos. Ao ouvido segredou-lhe a vontade que tinha de o ver ter e dar prazer a outra mulher. Nuno, sem saber bem o que ia fazer alinhou.

A atrevida Margarida perguntou.
-Gostas de ver a tua mulher ter prazer Nuno?

Pegou Raquel pela mão e lambeu seus genitais num frenesim que a fez gemer de prazer.

Ricardo
 Agarrou nos ombros de Raquel e levou-a a ajoelhar-se. Ela lambeu e acariciou o seu pénis duro incessantemente. Engolindo-o, levou Ricardo ao êxtase. Nuno estava duro de tesão. Nunca tinha visto Raquel assim.

Margarida deita Nuno e envolveu-o. Sentia Margarida e o prazer aumentava ao ver Ricardo pegar nas ancas da sua mulher e penetrou bem gostoso. Ao ouvi-la gemer Nuno ganha coragem e penetra o rabo de Margarida. O casal olhava se e acariciava se com olhares. O prazer foi indescritível para os 4' a melhor noite do casal Nuno e Raquel em mitos meses.

Será que ai da vamos ouvir falar deles?

By Rita Gonçalo