sexta-feira, 14 de agosto de 2015

callgirll..... quarto 317

Sandra, mulher dedicada e esposa a tempo inteiro. 41 anos, sem filhos e recem viuvá...
Agora q estava sozinha, sentia um vazio q n conseguia preencher. Rica pela morte do seu marido, não lhe restava nada pois não tinha emprego nem outras ocupação para alem do ginásio, então restava-lhe distrair-se na Internet e talvez conhecer pessoas que ocupassem o lugar q ela n consegue preencher.

No meio de tanta pessoas com quem ela falava, fez uma amizade, Isabel. Ela era a pessoa com quem Sandra se sentia ˋa vontade para desabafar. Isabel era prostituta. Não o tipo de prostituta por necessidade mas por gosto de sexo. Esse era um tema caricato a falar com Sandra.

O seu falecido tinha sido o único homem com quem ela estará na vida toda, e ele não era o homem mais fogoso q existia. Ora então, digamos q ela tinha pouco uso. As conversas com a amiga despertavam-lhe os sentidos. Na sequência, arranjou um perfil para o personagem q queria assumir, travou conhecimentos, em pouco tempo começou a fazer streep tease para alguns homens. Sentiu a adrenalina pulsar lhe nas veias, o tesão dilatar -lhe o corpo.

Apesar de ter entrado nos 40 era uma bela mulher, tudo no sitio parecia ate ter 20 anos.

Numas ferias que foi passar num Hotel no Algarve, encontrava-se a beber o seu Dry Martini quando se chegou a ela um homem alto, ombros largos, pele morena e olho claro. Digamos, do ponto de narradora era de dar agua na boca. Aquele andar, gingado enlouquecedor ate da mulher mais santa. Mãos nos bolsos chega perto. Sandra sem saber o que fazer, pega no palito e come a azeitona do martini. Visão bem sexy por sinal.

Lentamente o monumento chega-se a ela, curvando-se sobre  ela ate´ alcançar o seu ouvido.
- Quarto  317. Não quero saber quanto cobra pela noite, terá o que quiser......

Sandra tira lentamente o palito da boca e quase se engasgou ao engolir involuntariamente o caroço da azeitona com o susto. Sua cabeça estava meio que a tremer e o corpo digamos q reagiu alegremente a sopradela dada no seu ouvido, embora ela n se tivesse apercebido na altura. Levou uns momentos a assimilar tal informação....
Baralhada, queria desfazer o mal entendido, ora pois, vejamos bem não estava ali para vender o seu corpo. Decidiu subir para esclarecer o mal entendido com o senhor.

bateu ˋa porta do quarto, ao qual, recebeu ordem para entrar. meio a medo, entra na sala anterior ao quarto dizendo:
-Desculpe. Venho desfazer um mal entendido... e não conseguiu dizer nem mais uma palavra.

A sua frente estava aquele monumento escultural, armado com uma arma, como dizer, de calibre bem superior ˋa arma do falecido, se e´ que me entendem. Ela reagiu com uma leve inspiração. Reteve a respiração.

-Engano? E´ casada e´ isso? Se for, digo ja´ q não sou minimamente ciumento. Estou a brincar.... sorriu ele com uma risada num tom bem sexy..

-Não e´ o caso.. sou viúva. E´ s´o que ..... meio envergonhada diz... não sou prostituta...
-E´ claro que não... Isso vê se a léguas.. E´ acompanhante...

Ela não sabia o que fazer, o que dizer e muito menos onde se esconder. Ficou completamente sem reaçao. Pois entendamos, dizerem-nos q acham q somos um instrumento de prazer enquanto olhamos para algo tão comprido.... e´ difícil conseguir conciliar... Ja´ ele, cheio de lábia sabia-a toda, como dominar uma mulher cujo corpo deseja descobrir o prazer? Fácil fácil.

Como num duelo, escolheu as armas. Aquela não era certamente a hora de ser meigo e atencioso. Era a hora de agir como o macho latino q era, predador. chegou-se a ela, queixo no pescoço, d´a uma leve cheiradela que lhe deixou as pernas a tremer. Forte, pegou a pela cintura chegando-a bem para si. Arreda-lhe o cabelo de adornava o belo pescoço e beija-a. Mais uma vez ela ficou sem ar. sentia a cabeça a arder e logo logo esse fogo estendeu-se ao corpo todo. sentiu o seu pénis crescer, roçando nas pernas e vindo a ficar preso debaixo da mini-saia. Ela pensava, meu Deus o que ´e isto... E sem sequer notar entregou-se de corpo e alma aquele sedutor. ela agarra lhe o pescoço.
Ele pegou-a pelas nádegas, pousou-a em cima do aparador, arredou todas as coisas que la estavam, indo por sua vez parar ao chão.


Puxou da blusa dela e num gesto de fome, uma fome voraz, arrancou todos os botões. ela começava a corar não sabia o que fazer então, entregou-se a mercê de dos desejos dele. tirou-lhe a cuequinha que era bem reduzida, beijou lhe os ceios que pareciam querer sair do sutia e penetrou a como se a sua vida dependesse disso... sentiu uma dor ao ser penetrada mas ao mesmo tempo uma satisfação e m desejo por mais..... o aparador batia intensamente na parede. as poucas coisas que estavam em cima do móvel vieram a cair tb... A cada penetração ela gemia como q a pedir mais uma e ele claro, dava. pegou novamente nela levou a ao colo para o quarto. No caminho apanhou a garrafa de champanhe que haverá pedido, senta a na chez long e banha-a com aquele doce néctar, o champanhe deslizava dos seios ate cá abaixo, alojando-se em cada poro.
ele sorveu todo o seu corpo ate a ultima gota de champanhe. aqueles lábios carnudos deslizarem no seu corpo arrepiaram-na da cabeça aos pés, deixando-a bem húmida.

Levantou-se, ficando com o pénis rijo bem em frente a boca dela e sem hesitar, enfiou-o boca a dentro. Algo q durante tantos anos de casada nunca tinha experimentado e claro deliciou-se. O atrevido, não se limitou apenas a vê-la chupar lhe o pau.. era ambicioso, queria te-la por inteiro. molhou dois dedos e penetrou-lhe a vagina quente e húmida. e ela gemeu com o pau quase na garganta. passou-se uma hora de prazer . após atingirem o auge do prazer, caíram na cama de corpo meio dorido. Não ouve uma única palavra entre os dois...

No dia seguinte, ao acordar com um raio de sol que rompia através da janela, ainda n sabia bem o q pensar. Na cama ao seu lado n estava ninguém.. voltou-se para o wc a fim de tomar um duche relembrar com tesão cada momento daquela noite q ainda não conseguia  bem decifrar. Apenas lhe martelava na cabeça o que o Deus q a possuiu lhe tinha dito na noite anterior "callgirll".
Saída do banho deparou se com a dura realidade que não tinha blusa para sair do quarto. foi apanhando as roupas espalhadas e, no móvel do sexo, como ela resolvera chamar-lhe estava um envelope. 1000 euros e um bilhete...

"Obrigada pela noite de ontem adorei. Tomei a liberdade de  comprar uma blusa nova, esta no chez long.
P.S. já tenho o teu numero de telemóvel, dou noticias...."

Sem saber o que pensar vestiu-se, pegou no dinheiro e regressou ao seu quarto onde iria passar o tempo das suas ferias a tentar encontrar o homem desconhecido que acendeu no seu corpo o desejo vil e carnal da luxuria...

( continua)

By Rita Gonçalo

sábado, 1 de agosto de 2015

Delirios de uma nite de Verao

Numa linda e quente noite de Verão iluminada pela imperialidade da lua cheia passeava alguém ˋa beira mar.

Ali, estava um corpo ao longe, no mar. A cobrir a sua pele arrepiada e sedosa apenas uma transparencia. Aquele corpo de sereia banhava-se naquele mar salgado por entre a rebentação doce que subia pelo seu corpo.

Ela, inconscientemente esperava alguém que saciasse o seu desejo. Respiração ofegante, corpo quente quase que escaldante. A transparencia molhada realçava os seios mamilos bem duros e seios firmes. Passava as mãos pelo corpo de forma tão deliciosa que convidou o estranho que passeava a beira mar a descer ao areal para poder ver aquele cenário tão erótico de perto.

Ao redor daqueles dois, apenas o luar e o som das ondas do mar. no rosto dele caiam pequenas gotas de agua do mar, proveniente do bater fogoso das ondas na areia. A maré baixa e a lua cheia convidava aqueles corpos a entrar no mar.

Ele aproxima-se e o corpo dela, embora longe, sentia que se aproximava algo que a deixava ainda mais excitada. A roupa dele encontrava-se agora espalhada pelo areal húmido e frio. Ajoelha-se atrás dela, encaixando-a no meio das suas pernas. Beijou-lhe o pescoço. Ao sentir a barba roçar-lhe no pescoço, ao sentir o calor do seu beijo o seu corpo abriu-se ˋa libido.
Sentia o seu coração pulsar, a sua vagina latejava. Respiração cada vez mais ofegante, ansiava pelo q se seguia.Nas suas costas, sentia a tesão dele crescer e deixou descair ligeiramente a cabeça, caindo no ombro do estranho. Ele desliza as mãos pelo corpo daquela sereia. sentia-se completamente enfeitiçado.

Forte, tira-lhe levemente a transparencia e pegando-a pela cintura encaixa-a no seu pénis latejante. Sente-se rasga-la, alarga´-la. soltou-se um leve suspiro dela. Queria senti-lo bem fundo embora nem conhecesse sequer o rosto de quem a estava a possuir .....
Penetrava-a cada vez mais intensamente. Ele apertou-lhe os seios de maneira firme, empurrando e penetrando ainda mais fundo. Ela acaricia ligeiramente o seu desconhecido.
a temperatura da sua vagina era enorme, escorria pelo pau dele.

Ele solta-a e agilmente vira-a para ele. estava escuro e ela não lhe via o rosto. pega-lhe na cabeça e obriga-a a chupa´-lo. Sentia os fluidos da sua vagina, o sabor da sua cona e delirou, nunca o tinha feito. ele penetrava-a ate´ a garganta. ele geme. puxa-a e partilham de um beijo com sabor de vagina, intenso e profundo.
Empurra-a para a areia de barriga para baixo, seios contra a areia e penetra-a. puxa-lhe os cabelos. Ela delira de prazer. ele gostou de a ver gemer. Tira-o penis fora e penetra a cabeça naquele trazeiro bem empinadinho para ele. O mar toca os seus corpos iluminados pela lua. A cada onda o tesão crescia ainda mais... os corpos suados, gemidos rasgados . a vagina dela contrai enquanto ele a penetra num delicioso anal.... já não aguentavam mais. o frenesim aumenta, os testículos dele acariciam a vagina dela a cada penetração.
Sucumbem a tal prazer. ela geme alto. ele sente-a a delirar e retira-o pénis, cobrindo a de esperma. durante alguns minutos, ninguém se mexe, ouvem-se suspiros e respirações ofegantes. O desconhecido cobre o corpo dela temperado da agua do mar e saiu pelo areal nu, apanhando as suas roupas pelo caminho. ela vislumbrava aquele sonho que deslizava nu pela praia e sentindo o mar beijar o seu corpo já satisfeito...

By Rita Gonçalo






quarta-feira, 29 de abril de 2015

Assalto? sim, mas com prazer!



Rosa era uma mulher linda e sufisticada. Dona de uma coerência e suavidade que lhe acentuavam ainda mais a sua beleza.
Tinham uma casa linda, estilo vintage, cheio de artigos valiosos...
Sem saber, a sua casa era alvo de cúbiça por parte de um ladrãozinho, por assim dizer, bem vira-lata.

Noite de verão, Rosa chega a casa desejosa por um banho. Entrou na banheira..



Agua quentinha , essência de leite de côco e pétalas de rosa... este era o seu momente de relax.. Casa à meia luz, bem sensual...

Do lado de fora da casa, na esquina estava Paulo, o assaltante que iria assaltar a casa de Rosa. A casa e algo mais.
Esta era a primeira vez de Paulo, num assalto claro! Destraido nem se apercebeu da entrada de Rosa em casa. Dá a volta a casa e de modo desastrado, salta para entrar pela janela.
Todo torto, caiu de cabeça no chão da sala. Olha em volta, imperava o silêncio. Sacou de um sacola onde começou a por tudo o que achava de valor.

Uma hora tinha passado desde que Rosa havera entrado no banho, estava na hora de sair. Enrolou-se na toalha, dirigiu-se ao quarto e pôs uma música sensual, calma.

O Paulo pulou de susto quando a música começou. Quase que derrubava um candieiro que estava em cima de uma cardência. Virou-se e conseguiu, por pouco, agarrar o candieiro. Quase que suspirou de alívio.

Rosa saiu do quarto para recolher as sacolas de compras que tinha deixado à porta de casa. Queria experimentar os seus cremes novos. Balançava ligeiramente ao som da música a cada passo que dava. Chega à porta, pega as sacolas e, olha para a sala. Algo que se movia chamou a sua atenção...

Ao olhar vê um homem com uma espécie de gorro que lhe tapava o rosto. Vestia um casaco tipo ganga que lhe dava um certo charme.
Neste momento, os olhares de ambos cruzam-se. Ela ao ver um homem encapuçado, assusta-se e levanta as mãos mesmo sem ele dizer a típica frase " mãos ao ar, isto é um assalto".

O assaltante, pensava no que iria fazer e baralhado, em vez de fugir para trás, correu em direção a ela. Ela por sua vez, sem dizer uma única palavra levanta os braços mais ainda o que fez, imaginem..... com que a toalha deslizasse pelos seios, caindo no chão.

Bem neste momento, Paulo ficou imóvel. O que via agradáva-o. Uma pele branca e cheirosa. Sentia, à distancia, o perfume suave de Rosa. Deslizou o olhar pelo corpo dela. Seios pequenos e firmes, mamilos rosados. Ventre torneado e um umbigo lindo. Abaixo da barriga, não havia um único pelo. Ancas largas. Pareciam ter sido feitas para agarrar firmemente. Passaram-se segundos mas, pareciam largos minutos.

Nas calças de Paulo, ergueu-se um tesão, fruto da adrenalina e do vislumbre que lhe passava pelos olhos. Num breve momento, Paulo seguiu os seus instintos mais animais, mais primitivos. Levantou metade da máscara que tapava o seu rosto, deixando o nariz e a boca destapados e dirigiu-se para Rosa que bloqueou sem saber o q fazer.
Pelo caminho, despiu o casaco.

Trazia uma camisola sem mangas, mostrando uns ombros bem largos. Chegou-se a Rosa e puxou o seu corpo nu para si. Rosa ainda de braços no ar, bateu com uma certa força no corpo do seu assaltante. Sentiu lhe o membro rijo precionado contra o seu ventre. Olha para cima, com um ar de anjo e der repente é lhe roubado um beijo tão gostoso que até ficou sem fôlego.

Ali, ele desaperta as calças, aliviando a saída do seu pau duro . Pega Rosa e leva-a para a sala, deixando-a de maneira desageitada numa poltrona. De prontidão, Rosa pegou no pénis dele, acariciando com a língua, entre xupadelas fugosas.
Paulo agarrava-lhe a cabeça e assentuando as penetrações na boca dela. Sentia o calor dela ficando ainda mais duro.

Puxou-a com aquele seu feitio másculo e muito desageitado. Virou a para a poltrona, deixando assim um rabiosque geitoso redondo, perfeito virado para si. Agarrou aquelas ancas perfeitas, pareciam ter sido feitas à medida das suas mãos, para que ele a puxasse.

Rosa abriu os olhos quando o sentiu abrir caminho para o prazer, cada penetração, junto com a adrenalina e o tesão do desconhecido, faziam o corpo dela vibrar. Os testículo batiam e acariciavam os seus labios. Sentiu a mão dele deslizar pelo seu corpo, até aos seios que abanavam a cada estocada.

O peito dele encostado as suas costas, quente, entrelaçou o seu braço no corpo dela, agarrando e acariciando o seio esquerdo. Pegou-a firmemente e rasgou-a. Ela sentiu a sua vagina alargar. Invadida por um calor, sentiu o seu orgasmo, sem fazer um único ruido. As paredes da sua vagina apertavam de forma intensa, fazendo com que precionasse o pénis dele. Ele delirava com o prazer dela. Fazia agora penetrações mais lentas. Tinha o membro duro e quase quase a socumbir a tanto prazer.

Retirou o membro, apoiou-o nas nadegas dela, dando uma ligeira esfregadela. Ela sentiu um jato da sua ejaculação quente chegar-lhe quase aos ombros.

Tudo instintivo. Quando ela se virou, o assaltante já estava de saída, mais leve, menos desastrado pegou no saco que continha o saque e saiu por onde entrou.

Ela não sabia bem o que pensar, muito menos o que dizer. Certamente mesmo que contasse a alguém, iriam achar que era devaneio... nunca tinha sido agarrada assim. Sentada na poltrona, pensava se alguma vez o assaltante iria voltar, afinal, assim não se importava de ser assaltada.
Entretanto, esperava que o marido chegasse para poder ser novamente agarrada....


quinta-feira, 5 de março de 2015

Noite de fetishe... conto a dois

Época de Carnaval, onde damos asas e  imaginação aos nossos pensamentos e desejos. Onde podemos ser o que escondemos por vezes....

Dois casais amigos, Rita e Gonçalo, Lu e João combinaram de festejar o Carnaval num clube bem badalado onde se tinham conhecido.
Ambiente intimista, muito rossa-rossa. Sentia-se o cheiro de sedução, prazer...
Lu, mulher digamos que bem fogosa, aquele olhar não enganava ninguém, tinha algo em mente para o andar superior do clube mas em segredo. Apenas Rita sabia dos seus planos.
Rita e Gonçalo ficaram de passarem em casa dos amigos para irem juntos.
Depois de horas a arranjarem-se, la vão eles. Em casa dos amigos , Gonçalo e João molharam a garganta enquanto Rita subiu para perto de Lu.
Por sua vez, Lu, já tinha trocado de roupa várias vezes. Por último colocou um vestido que lhe acentuava lindamente nas suas curvas, salientando o busto, sem mais nada. Rita não se apercebeu da falta de roupa interior. Bastava um cruzar de perna para se ver toda a beleza tão deliciosamente escondida por entre os tecidos do vestido.
A troca da noite começou logo ao sair de casa...
Gonçalo e Lu à frente, João e Rita no banco de trás. Prometia ser animado.
Gonçalo era só mãozinhas. Tinha geito para conduzir e mexer ao mesmo tempo. Mão leve, o safado desliza desde o joelho até.... bem já estão a imaginar onde.... deparou-se com uma quente realidade, a falta de tecido que deveria tapar certas partes deliciosas, o que tornava ainda mais picante. Dedos marotos passearam por toda a vulva de Lu que se aconchegou no banco, abrindo delicadamente as pernas para que ele a sentisse.
No banco de trás a festa não era menor. Mas a tesão aumentou quando se ouviu Gonçalo.
- Hummm sem cueca...
Hum todos sentimos uma certa vontade de parar o carro e.... ui vocês sabem... mas continuamos rumo ao clube, entre caricias e lambidelas por assim dizer.
Chegados ao clube, já tudo mais do que animado, beberam uns copos. Lu segredou algo ao ouvido de Rita ao qual, instintivamente Rita fez um sorriso bem maroto e os seus olhos com pestanas bem longas brilhavam. Então Lu, foi de fininho procurar Cláudio o gerente.
Para que os homens não se apercebessem da sua ausência, Rita rodou pela pista de dança, desafiando os dois a dançar com ela. A pista pegava fogo.
Rita divertia-se entre toques deliciosos de Gonçalo e de João. Um rossa-rossa que fazia qualquer um em volta ficar com tesão, contagiando até quem não estava na pista.
Ela sentia a tesão dos dois no seu corpo.
Onde estaria Lu? que teria ido fazer com o gerente para os quartos? Ahahah cabeças perversas, em que estão a pensar?..
Lu subiu com o gerente que sabia quais eram os seus planos para aquela noite. Prepararam o ambiente, deixando-o acolhedor.
A safada Lu, desceu até eles. Ficou deliciada com o tesão dos três e chama Rita para cima. As duas iriam-se preparar.
Rita de body sem copa no qual os seios saltavam para fora. Lu vestiu um corpete que lhe deixou as "gémeas" bem aconchegadas num decote maravilhoso e um string. Imaginem. Ambas bem sensuais.
Lábios vermelho cereja, carnudos, apetecíveis. Nos pés, 15cm de sensualidade.
A apelar ao glamour, ambas têm vendas de organza bordadas, uma transparência que tornava tudo bem sexy. Um charme.
O ambiente em volta era bem sedutor. Junto às paredes,  velas, ambiente à meia luz.
O quarto era o sítio onde se praticava voyerismo. Sem porta, a um canto duas poltronas. Ao meio da divisão tinha um pilar com dois pares de algemas de couro preto, compridas.
O gerente, dita as regras do jogo às senhoras.
-Para o pilar meninas! E sintam o que de melhor este clube já presenciou até hoje- disse num tom de também quero participar.
Rita, cara de anjo mas personalidade ardente, não precisou de ouvir mais nada. Obedeceu de imediato.
Lu já em ponto de bala, parecia pólvora seca pronta a arder. Um tesão sem tamanho. Imaginava o que Rita ia achar afinal, era um fetish comum às duas mas ainda não sabiam bem como iria ser.
Cláudio apertou as duas mulheres ao pilar, com a ajuda das algemas. O toque frio do pilar nas costas de Lu, deixava-a ainda mais excitada. Ambas tocavam-se com as pontas dos dedos.
Agora, o inesperado... os olhos delas estavam a ser tapados com vendas de seda. Rita sente o seu corpo reagir a carícia da seda nos seus olhos, trinca o lábio quando sente o toque de Lu na sua perna.
-Então Rita, dá para imaginar? Diz ela, doida de vontade para tudo o que virá a seguir.
-Não tenho palavras que descrevam Lu, só vontades...
Os dois homens foram convidados a entrar no quarto. Cláudio desce para a pista e divulga o que se passa no ambiente lá de cima.
O silêncio que se fazia sentir, despertava os sentidos das meninas que crescia junto com o tesão,.
Gonçalo e João, espantados é claro, ficaram bem duros ao ver aquela cena. Aliás, quem não ficaria?
O vislumbre de dois corpos expostos, sedentos de prazer, encostados ao pilar, gemendo cada vez que o frio do pilar as tocava.
Os homens começam a despir- se. Por entre o silêncio, ouve-se o deslizar das roupas nos corpos. À medida que caminham para elas, espalha-se no ar o cheiro a perfume, misturado com o cheiro da pele deles. Aquela espetativa deixava-as doidas...
João agachou-se por entre a lingerie, abriu o body e com os dois dedos alargou os lábios vaginais de Rita. Sentiu a humidade escorrer-lhe por entre os dedos, o que o agradava. Penetrou-a com dois dedos enquanto a sua língua, em movimentos circulares, acariciava o seu clitóris...
Do outro lado, Gonçalo, suavemente acariciava o corpo de Lu em toques que faziam com que a pele despertasse o demónio que ela escondia bem dentro de si. Pega no string e puxa para baixo. Desaperta o corpete e beija os seus seios firmes.
Da porta surge um comentário em tom de sussurro." Querem ajuda meninos?"
As damas, sorriram levemente. Eram alguns membros do clube que iam subindo para admirar tal prazer.
O comentário excitou Gonçalo que de prontidão, apertou firmemente os seios de Lu, chupando-os delicada e deliciosamente. As duas meninas gemiam de prazer.  Rita procurava Lu com as pontas dos dedos, a qual respondeu ao toque com uma respiração ofegante.
A assistência conquistou a autorização para entrar e apenas tocar. Ao mesmo tempo que os seus homem as mimavam com doces e húmidas carícias.
A plateias tocava-as. Não há nada melhor que a carícia de mãos que não sabemos quem são, a perspetiva do desconhecido. Os maridos trocam de parceira. Elas gemem. Duas mulheres vieram acariciar Gonçalo e João.
Encostados a perde eram abocanhados generosamente por duas mulheres fugosas, excitadas com tudo o que se passava ali. A plateia acariciava Lu e Rita. As duas sentiam um carinho aqui, um escorregar de mão acolá, uma penetração de língua nas suas vaginas, levando os seus corpos a responder a cada estimulo.
Ouviam-se gemidos, respirações ofegantes, lambidelas e chupões. Da plateia comentários que deixavam os casais bem satisfeitos.
O gerente faz sair os rapazes que mimavam as meninas, entrou e tirou as vendas de seda deixando apenas as vendas de organza para que elas vissem os seus maridos delirarem na boca de outras mulheres.
Ao olharem para eles, sobressaiu-lhes no rosto uma expressão de desejo e vontade..
Cláudio, acariciava o corpo delas, não as deixando abstrair do tesão. Numa poltrona estava um chicote. Cláudio puxou dele e enquanto elas observavam dava pequenos e leves açoites às senhoras. De quando em vez surgia um gemido. João gemia ao ver e sentir aquelas delícias. Gonçalo, despensa o sexo oral e masturba-se para elas. Tudo aquecia ainda mais, se é que seria possível.
Cláudio rordava entre as duas mulheres algemadas, alternando entre açoites e carícias. Passa por Rita, refletido pela luz das velas reparou na humidade que escorria nas suas pernas. Não resistiu e penetrou-a, tinha necessidade de sentir todo aquele tesão. Soltou um som que fez Lu suar, sem saber o que se passava do outro lado. Então Cláudio cedeu uma mão a cada senhora, penetrando-as. Por vezes surgia um beijo roubado entre eles. Os dois maridos, agora a masturbarem-se estavam a adorar ver as suas mulheres delirar nas mãos do gerente.
Cláudio deixa as meninas apreciarem a paisagem, dois corpos perfeitos a masturbarem-se para elas, num vai-vem incessantemente. Membros robustos, duros de tesão. Em minutos Cláudio subiu com dois baldes de gelo. Em cada um uma garrafa de um maravilhoso néctar, champanhe...
Pousa as garrafas e solta as meninas do pilar.
João encosta de imediato Lu ao pilar, de costas para ele. Beija-lhe o pescoço e penetra-a deliciosamente. Acaricia-lhe os seios. A cada penetração sentia a vagina de Lu aumentar...
Rita dirige-se para uma das poltronas do canto. Ajoelha-se e Gonçalo num tesão de deixar qualquer um ao ponto de orgasmo. Põe uma coleira e despe-lhe o body e penetra-a fundo. Ela agacha-se, tentando senti-lo bem fundo e sente aquele vai- vem frenético. Os testículo batiam deliciosamente na vulva dela. Ele puxou-a pela trela enquanto se deliciava a sentir-lhe as suas carnes deliciosas que aqueciam, deixando-o doido.
João olha para Gonçalo e Rita e excitou-se ainda mais. Segreda algo ao ouvido de Lu ao qual ela respondeu com um acenar de cabeça.
Gonçalo abranda o ritmo das penetrações, olha para o João que chamou o casal até eles.
Rita vem de gatas pela trela. A indicação dos dois era que Rita fizesse Lu vibrar e a Rita assim fez. Com os dedos, afastou os lábios vaginais de Lu e numa extensa lambidela levou-a ao delírio. Lu, levou os dedos a alargar os lábios para que Rita a lambesse bem. Com a mão livre, Rita penetrava Lu entre lambidelas deliciosas. Ouviam-se pequenos gemidos. João aproveitou a posição de Rita e meio que ajoelhado penetrou-a. Agora, gemiam as duas. Gonçalo não ficou de parte, Lu pegou lhe no pénis delicioso e acariciou-o enquanto ele se deliciava com aquela visão maravilhosa. Os espectadores, entravam agora na sala, acariciando-se, era quase uma orgia. Só se ouviam sons deliciosos. João espalha um pouco de champanhe no corpo de Lu que sentia um ardor delicioso na sua vulva, proporcionado pelo néctar. Todos gemiam, o prazer era enorme. A libido aumentava a um ritmo deliciosamente avassalador. Lu puxava Rita para si.. Gonçalo regava aqueles corpos sedentos de desejo a champanhe.
A luxuria espalhava-se agora por todos. Os homens levaram as senhoras para as poltronas tipo chez-long.
 As marotas deitaram-se, deliciando-se num 69 tão delicioso que até o narrador deu por si de boca aberta. Os homens esses, penetravam a esposa um do outro. De quando em vez, sentiam a língua delas lamber-lhes o pénis, que excitante...
Agora, não conseguiriam resistir muito mais. Cada penetração, um gemido. Era maravilhoso o ambiente e o tesão que ali se sentia, que ali se vivia. Dentro em pouco, o corpo das meninas vibrava ao acompanhar um dos melhores orgasmos que já tinham tido e os homens, ao sentir as vaginas apertar em o seu pénis, vieram-se juntos com elas numa sinfonia de prazer latejante....
Os dois casais ficavam agora entre carícias, observando a plateia que agora passava a ser protagonista... será que ainda iriam dar uma mãozinha?
Champanhe para todos...
By Rita Gonçalo
Com a colaboração do casal 10estrelas


   

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Primeira vez num clube de swing

Primeiramente quero agradecer os gerentes do clube de swing do 2@2 que para além da excelente recessão, fazendo sentir todos os casais em casa, serem as pessoas que são e claro, terem me dado autorização para divulgar o nome do clube e fotos... Obrigados Ana e Cláudio, adoro-vos.

Sábado à noite...
Ana e André, casados, dois filhos, estavam numa fase da relação em que ambos queriam conhecer o que até então não tinham tido oportunidade. Durante muito tempo, nas conversas entre eles surgia a ideia de visitarem um clube de swing, a título de curiosidade e também porque havia aquela vontade secreta de experimentar algo fora da rotina, do dia a dia.

Certo dia, Ana teve um acesso de certezas na vida, pegou no André e, é hoje. Foram visitar um clube nas redondezas, o clube swing 2@2,que há muito tinham curiosidade de visitar. Tinham falado com um dos gerentes e sentiram-se muito bem vindos...

Chegados ao local, casa discreta, as viaturas eram deixadas dentro de portões,. Ninguém diria que ali seria um clube.
Meio a medo, entraram com a viatura, receosos do que iriam encontrar mas ao mesmo tempo ansiosos...

O acolhimento dos casais, o envolvimento era espetacular. Parecia q os conheciam à muito, bem como eles pareciam conhecer o resto dos casais Também. Vivia-se ali um clima bem familiar onde ninguém se sentia desconfortável...

Mostraram a casa ao casal recém chegado e começou a festa... bebidas para aqui, uma kizomba para ali.
Foram tirados para dançar por um casal já habitual no clube, gente espetacular....
Ana estava a adorar estar naquele ambiente, música para dançarem juntinhos, pernas encaixadas entre as do parceiro de danca, um rossa rossa bem delicioso. As mãos do companheiro de dança a deslizarem pelo corpo, sentir o tesão crescer e observar o marido a dançar com outra mulher. Cada sensação, para alem de nova claro,  era deliciosa. Conheceram vários casais, dos quais já tinham ouvido falar, entre outros, claro...

Mais tarde, quando o clube já estava mais animado, com movimento nos quartos, Claudio, o gerente do clube, levou o casal ao primeiro andar... Ana e André não estavam a contar com nada do q iriam ver, tudo era novo, empolgante e fantástico.  Ao subir as escadas, o casal foi surpreendido por um par de gemidos que vinham dos quartos q estão fechados para público durante o ato dos casais que neles se encontram.
 Os olhos de Ana abriram-se, dando-lhe uma expressão bem marota... A relação de André perante aqueles sons foi um carinho bem gostoso e apertado na nádega de Ana, ela delirou com aquele pequeno atrevimento que qualquer um podia notar, e era isso que a deixava excitada, o fato dos outros casais poderem notar.
No primeiro andar, dirigiram-se para o quarto escuro,  o único quarto em que podemos espiar. Ao entrar, uma sala de fetish, algemas com corrente na parede e uma caixa negra, uma brincadeira animada. Era uma caixa com vários buracos, imaginem para quê?
Hahaha querem saber? Eu conto...

Estava um homem bem gostoso e nú com o mastro num dos buracos, de quando em vez ouviam-se barulhos gostosos, parece q a pessoa q estava do lado de dentro da caixa estava a gostar do lollipop, a julgar pelas fugosas xupadelas que se faziam ouvir por entre outros sons não menos deliciosos.
Cada pessoa agia sem pudor nem taboo, ali, "tudo era permitido e nada obrigatório". Enquanto vislumbravam  todas aquelas novidades, um casal dirigia-se para a parede das algemas. Ela, corpão de violão, imobilizada pelas algemas. Ele, moreno, corpo torneado, agacha-se e leva-a à loucura numa lambidela extensa que a fez vibrar...

Ana, safada, observava cada movimento, cada detalhe. Aqueles corpos banhados por uma luz violeta que conferia ao ambiente um ar bem envolvente e sedutor. Corpos nus, repletos de desejo circulavam livremente entre eles.

Noutro canto tínhamos um homem debruçado num cavalete, algemado.  Atrás uma mulher linda com uma lingerie em vinil que deixava os seios firmes a descoberto. Belo fetish por sinal, até eu como narradora fico curiosa. Na mão tinha um xicote, possuía naquele momento um instinto de dominadora de personalidade forte e podemos até dizer imperial. Fazia-se sentir cada respiração ofegante do macho que estava a ser dominado, denotando a ânsia de prazer empenhada naquele momento entre eles......

O casal de novatos delirou, em silêncio, com todas aquelas coisas novas. As pernas de Ana já se sentiam húmidas.  André, de temperamento muito calmo e sossegado começava agora a sentir-se agitado, com uma expressão de desejo no olhar e claro, muita curiosidade de experimentar coisas novas.

À direita, uma sala discreta, baixa luz, sem porta... era o "quarto escuro". Na porta, uma curtina de fitas.

Após transpor aquelas cortinas, residia a melhor parte da noite, talvez até da vida, quem sabe, de Ana e André...

Arredaram as cortinas. Os segundos que se passavam, pareciam minutos. Os sentidos de Ana revelavam várias sensações que dificilmente iria esquecer. Nos dedos sentia o correr dos fios da cortina. Os olhos, enganados pela luz do exterior ambientavam-se agora à meia luz do ambiente daquele quarto que nem em pensamentos ela ousara alguma vez imaginar....
Estavam quatro casais que conviviam entre si, exibindo seus corpos, puras armas de dedução... naquele quarto imperava o silencio, a única coisa que se ouvia eram as suas respirações ansiosas. Ninguém parou o que estava a fazer.

Aquele quarto estava destinado a quem gosta de ver e ser visto. Lá ao fundo, um casal chamou mais a atenção. Pode-se dizer que era o casal mais "reguila". Ela, em cima da cama, pernas esticadas e tronco o mais inclinado para baixo que podia, facilitando assim a penetração que seria bem funda... a penetrar, um macho bem experiente... ouvia-se o som dos dois corpos a baterem um no outro, os testículos batiam na vagina da companheira. Bem gostoso de se ver e mais ainda de se fazer. Cá de fora rompiam gemidos dos casais que exploravam os seus fetishes. André, vislumbrava tudo a sua volta enquanto ao mesmo tempo imaginava a origem, a fonte dos gemidos. O que estariam a fazer, curioso, não conseguiu tirar os olhos tempo suficiente para ver para além do casal lá do fundo...
Casais interagiam entre si, as curiosas acariciavam-se enquanto sentiam cada penetração. Ana gostava de, naquele momento poder sentir todas as sensações que observava. Enquanto isso, sentia a tesão de André crescer, fazendo-se sentir nas suas costas...
Para ela parecia que, não era o seu corpo, nem a sua mente. Pois parecia não conseguir controlar nenhuma das duas...

Bom mais tarde voltaram para casa. A inspiração ofertada por todas aquelas experiencias deixou-os soltos e convidativos a uma ótima noite de prazer, a luz dos pensamentos de toda esta experiencia para eles maravilhosa. A próxima ida ao clube seria não para ver mas para sentir cada delicia, cada toque envolto em fortes sentimentos e tesão...





domingo, 22 de fevereiro de 2015

Mulher poderosa...

Isa, forte personalidade, usa Manuel. Com o salto do sapato, empurra Manuel contra o chão. Chicote numa mão, trela na outra. Chama Manuel de sua putinha. Quanto mais Isa o humilha mais tesão ele sente. Sente o seu pénis crescer a cada palavrão que sai da boca de isa.

Isa empurra Manuel nas costas, mantendo-o contra o chão, contrariando o movimento do corpo ao puxá-lo pela trela.
A respiração dele fica agitada, seu pénis engrossa a cada puxão que sua dona dá. 
Manuel ansioso por prazer diz:

-Castiga-me minha dona! 

Isa pega no chicote e açoita Manuel. A cada chicotada o corpo de Isa abre, chega-lhe um tesão maravilhoso quando o ouve gritar.
- Minha cadela gostosa! Diz Isa, dando mais uma chicotada.
Ela, com as penas a escorrer de vontade de sacrificar Manuel, dá-lhe uma ordem.

- Agora a minha cadela vai me dar prazer, vais me lamber toda.
-Sim minha dona! Diz Manel doido por dar e ter prazer...

Ela senta-se na ponta de um sofá, com um afastar de pernas delicioso e puxa a sua cadela pela trela, deixando-o bem perto da sua cona depilada e chicote no lombo .....

- Agora lambe, direitinho. E castiga-o. 

Mabuel
 lambe-a entre chicotadas. Sente os seus deliciosos líquidos. 
Ela, bem safada, pega-lhe pelos cabelos e diz

-Lambuza-me toda minha porca....

E esfrega a cara de Manuel , deixando-o todo lambuzado.
Ele estava a adorar sentir a cona de Isa bem húmida a lambuzar toda a sua cara e no meio do êxtase, do tesão grita

- Chuva dourada..... num grito bem extenso.- Enche a minha boca...

Ela pega da palmatoria, dando-lhe uma palmada nas costas.
- Quem manda sou eu.... minha cadela...

Aquelas palavras deliciaram Manuel... e começa a sentir a urina. Abre a boca e apanha cada jato. Deliciado.
Isa adorava encher-lhe a boca, sua vagina quente delirava de tesão.

Isa levanta-se.
 Empurra Manuel para o sofá, deixando o com o peito apoiado no sofá e ordena-lhe que puxe os seus próprios testiculos.
Ao que ele obedece de imediato.
 Pega numa fita de seda e amarra as mãos de Manuel atrás das costas. Ele fica alheio ao que se esta a passar em sua volta, imaginando o que isa lhe iria fazer a seguir....

Isa ficou ainda mais poderosa do que já era. Vestiu o strap-on. Da-lhe umas palmadas. A sua pele branca ganha uma cor rosada. Manuel chama pela sua dona, pedindo mais, pedindo para ser castigado.

Neste momento, ela fá-lo delirar. Fio terra. 

-Queres ser castigado? Mereces ser castigado! 
Penetra-lhe o ânus. Nos dedos sente-lhe as entranhas, quentes e macias. Dois dedos e penetra-o bem fundo. Ele grita. Com a outra mão ela masturba-o. Sente-lhe o pénis rijo. Ouve-o a gritar intensamente.

Ao ouvi-lo gemer sente-se doida por ser  sua dona. Pega no dildo do strap-on, e penetra-o bem fundo, sem piedade. Por entre gemidos, ouve-se uma palmada seca. Ela sente-se quente e húmida.o strap-on acariciava-lhe o clitóris. Os corpos dilatavam com o prazer e o tesão.
Agora gemiam os dois. Ela puxava-o de forma a penetra-lo bem fundo. Puxava-o ora pelas ancas ora pela fita que amarrava as mãos de Manuel.

Os sons maravilhosos que emanavam, fazia com que os dois aumentassem a libido.

Isa apertava o pénis dele e perguntava
-Gostas minha cadela... Estas a ser bem castigada?

-Sim minha dona. Castiga-me mais. Faz de mim o teu escravo. Pede ele à poderosa Isa.....

O facto de Manuel implorar por prazer deixava Isa deliciada.  Ela puxa Manuel, fazendo com que os dois corpos se tocassem. Os peitos de isa Eram acariciados pelas costas de Manuel.
Penetrava-o tão fundo que sentia as suas nádegas baterem na barriga, fazendo o típico som da pele a bater uma na outra . Pega o pénis dele e masturba-o enquanto a festa continua. E Manuel sucumbe ao prazer. Geme bem alto.

Isa sente o orgasmo de Manuel, o seu pénis vibrava, bem duro e jorrava os seus fluidos quentes que escorriam pela mão dela. Quando começa a sentir os fluidos dele escorrerem por ela, a sua vagina começa a contrair-se, um orgasmo delicioso potenciado por todo aquele prazer veio a tona.

Deu uma última palmada ao seu servo e perguntou se ele havia gostado do castigo. Concerteza teria ficado deliciado em ser a putinha daquela mulher tao sexualmente poderosa.

By Rita Gonçalo



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

os desejos escondidos de Patricia..... a perda de inocência...

Patrícia encontrava-se em período de férias, algo que detestava mas com aquela obra a decorrer em frente a sua casa, estava a adorar as ditas férias.....

Patrícia levava os dias a espreitar os trabalhadores da obra, por trás do estore, escondida. Mas eis que durante as férias perdeu a vergonha, levantara o estore e, provocadora como os seus desejos, passou a andar nua pela casa, precisamente como veio ao mundo. 
Sentava-se no peitoril da janela e imaginava uma infinidade de coisas que gostava de ver realizadas com ela e por ela.

 Tinha uns acessórios maravilhosos para experimentar na gaveta...

Imaginava-se vendada, corpo nu
percorrido por lábios suaves e fogosos, sendo dominada por mãos rudes, amarrada por cordas que a deixavam vulnerável ao desejo de um homem viril.
Outras vezes, imaginava-se na pele de dominadora, roupas de vinil, torneando o seu corpo que ansiava pelo desbravamento.
No seu ver, qual delas a mais distante?

Bom estas férias ela resolvera aproveitar para usar a roupa que não usava todos os dias, visto que tinha um trabalho que ela própria tornava sério demais.

Das blusas apertadas até ao "gargalo", passou a tops bem sinuosos e sem sutiã. Às saias até ao joelho, deram lugar legins desportivas que lhe tornavam as pernas compridas e bem delineadas, fazendo realçar um rabinho maravilhoso com um fio dental a notar-se como se de uma transparência se tratasse, lentes de contacto, cabelo solto, deixando o rabo de cavalo que a tornava uma mossinha ainda mais bem comportada do que a roupa de freira que vestia...

Cheia de vontade de viver, e viver bem, desceu as escadas, despojada de qualquer pudor e foi às compras. Fez questão de passar mesmo em frente à obra. Observava os poucos trabalhadores que se encontravam cá fora. Olhava cada músculo, olhos meio que abertos demais e ela nem notava que estava a ser olhada.
Um dos trabalhadores não tirava os olhos dela. Lá de cima dos andaimes, olhava-a, mirando bem os seios perfeitos e o fio dental a fazer-se notar. Assobiou .. Ela meio atrapalhada, acelerou o passo. Naquele momento sentia um misto de euforia, felicidade e claro, não podia faltar uma certa humidade na roupa interior. 
Derrepente, o dia tornou-se mais bonito.

Na volta para casa, volta a passar em frente da obra e ouve, sem sequer saber de onde vinha um comentário com voz forte e doce.

-Tenho-te observado...
Patrícia parou. Parecia que uma fisgada a tinha deixado surpresa com o comentário e corou.
-...Lá na janela sem roupa...
E uma timidez apoderou-se de todos os seus desejos, escondendo-os de novo na gaveta.

De passo acelerado, voltou para casa, sem dizer uma palavra. Na sua cabeça equavam pensamentos entre o " porque e que eu não fiquei" e o " o que será que ele quis dizer".
A concentração era pouca. Passaram-se horas em que ela não saía da janela. Seus pensamentos, bem pecaminosos. Tentava ver se através da rede que cobria os andaimes conseguia ver quem seria o seu admirador. Pouco conseguia ver mas imaginava....

Já noite, Patrícia preparava o seu jantar... e ouve tocar a campainha.. não costumava ser visitada, quem seria? Já estão mesmo imaginar não é?
Isso mesmo, o rapaz do andaime.

Abre a porta, surpresa, sem saber o que ele poderia fazer ali, pois ela conhecia-o de vista apenas. Ele, pés cruzados, mãos nos bolsos e ombro encostado à soleira da porta.

-Tenho te visto na janela. Nua....
Ela não sabia se fechava a porta, se o mandava entrar. Ficou completamente paralisada. E lembra-se do bife que tem na chapa. Corre para a cozinha, deixando a porta escancarada. Ótimo pensou o safado.

Entrou de fininho, e deixou um rasto de roupas desde a porta ate à cozinha. Ela apaga o fogão. Quando se vira, bate os olhos naquele monumento. Corpo escultural, cada músculo, corpo completamente despido de pelos.
Meu Deus, que homem é este, pensou ela. Bem eu também pensaria e provaria....

Patrícia encheu as bochechas de ar, na tentativa de perguntar o que estaria a fazer ali e assim, completamente nú mas, nem uma palavra saiu, foi arrebatada pelo toque das mãos do rapaz.

Ficou entre os braços dele. O que foram segundos, passaram a minutos. A mão dele deslizou nas suas costas, por debaixo do top até quase aos ombros de Patrícia, num apertão delicioso. Sua boca invadida por um beijo fogoso, língua atrevida a dele.
Todo o corpo de Patrícia estava arrepiado, começando por sentir um arrepio, seguido é claro por um calor quase sobre-humano.

O quanto ela tinha esperado por um momento assim. Naquele momento, aquele beijo quase se assemelhava a um orgasmo, tal não era a ancia.
Ele apertava-a contra si, firmemente. Os braços de Patrícia tocavam lugares inóspitos, sentia-o subir, junto a si. A sensação era única nunca tinha sentido nada assim.
Cá entre nós, quem não gosta de sentir a tesão de um homem, num rossa rossa gostoso, senti-lo a endurecer, pedindo para ser penetrado o mais fundo que der? Todas nós não é?

Intenso aquele beijo, delicioso, não há palavras para descrever um beijo roubado, a delicia do beijo, do calor em que ficamos envolvidos, a forma como o corpo da mulher se "abre" perante um beijo destes e claro na espetativa do que vira asseguir. Qualquer que seja a palavra, mesmo que bem empregue não consegue expressar esta sensação.

Patrícia, quente, envolvida num torbilhão de emoções, sentia o interior de sua vagina abrir. As paredes da vagina doíam. Não uma dor aflitiva, não. Mas uma dor deliciosa que crescia acompanhando o seu desejo.
O rapaz desliza uma mão pelo corpo dela, até as nádegas. Dá um apertão que a fez abrir bem os olhos. Desejava aquela mão noutro sítio. E não tardou.
A mão acariciou-lhe o seu intimo, húmida, deslizava entre o Clitóris e as pequenas penetrações na vagina. Os dedos dele, dentro daquela vagina bem justa, apertadinha, sentiram a sua temperatura aumentar e, acrescentou mais um dedo ao louco frenesi. As mãos de Patrícia tocavam o corpo quente dele, dando por si a aperta-lo com firmeza.
Ele empurra-a para a mesa, inclina-a ligeiramente para trás., com os cotovelos na mesa, desce o top expondo os seus seios duros, mamilos rosados, lindos e sorve-os como se da melhor sobremesa se tratasse. Aquela menina delirou de prazer até soltar um gemido.

O seu gemer despertou a atenção do rapaz que a olhou nos olhos com tal profundidade que a deixou completamente submissa. Os olhos que penetravam a alma de Patrícia eram de uma beleza incomum, verdes a sobressair num tom de pele bem morena, davam-lhe um encanto ainda mais pecaminoso. Dizer que seria um pedaço de mau caminho é muito pois ele era BOM. Digamos que será um bom pedaço de um gostoso pecado, daqueles que se podessemos, cometiamos todos os dias e várias vezes ao dia.

O seu olhar penetrou-a, poderia fazer o que quisesse dela. Ora ele fez o melhor, pegou na tanguinha de renda e nem se deu ao trabalho de a tirar, haviam coisas melhores a serem feitas naquele momento. Arredou a cuequinha, pernas para os ombros, acaricia-lhe os seios e, com uma penetração bem forte, rasgou toda a sua ingenuidade, transformando todos os seus sonhos numa doce e quente realidade. Ela geme. Aquela penetração forte quase a levou ao orgasmo. As suas entranhas contraiam-se com tal prazer.

O seu corpo a mercê daquele homem. Homem meigo, doce e também intenso. Cada penetração era envolta num mar de carícias que acordava pontos do corpo de Patrícia que mesmo ela, desconhecia reagirem da forma como estava a reagir. O pénis penetrava-a lentamente, numa profundidade que a deixava perto do clímax...
A sua vagina apertada sente o pénis dele engrossar cada vez mais e não conseguiu conter-se mais. Um orgasmo forte, crescia dentro de si. Ela claro, não controlou um gemido.. o seu corpo contraía-se como reação aos estímulos .

 Ele numa carícia, retirou o seu pénis, acariciando com a cabeça o clitóris dela. Geme e liberta-se num orgasmo bem sonoro. Na pele, Patrícia sente caírem bem quentes os fluidos dele... um beijo sensual e bem sexual, daqueles que quem vê sente logo tesão, surgiu entre eles.

Para Patrícia tinha sido a melhor entrada da sua vida. Os seus sonhos estariam a ganhar corpo, ganhar vida? Bem só o tempo o dirá e a vossa imaginação também...

 By Rita Gonçalo 







sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Miradouro do prazer. Uma escapadinha maravilhosa

Hoje arranjei maneira das filho tas ficarem com os avós.
Tinha estado a semana toda a preparar uma surpresa para o marido. Planeava um passeio a serra de noite para tirar fotografias e claro algo mais. Tinha muito mas intenções para com o meu marido.

Depois de deixar as criança vim para casa. Levava vestido, meia de liga e sapato alto. Nada de roupa interior. O vestido justo assentava no meu corpo. Os mamilos viam-se duros à transparência.

O marido chega a casa enquanto me maquilho.. chega de mansinho e penetra meu rabo com um dedo bem atrevido... estava com uma vontade, hummm...

Antes de sair de casa, faz-me um oral fenomenal, aquela língua húmida navegava nos lábios sedentos de prazer. A minha vontade aumenta ainda mais.
Saímos de casa. Escada a baixo, passamos pelo vizinho. Vestido bem curto, meia de liga à mostra, o vizinho olhou com olhar de cobiça.. fiquei com um sorriso malandro.. podia imaginar o que estava a pensar naquele momento.

Pelo caminho,  o meu marido acariciou a minha coninha húmida e cheia de tesão.

Parámos num miradouro, à beirinha da estrada. Puxei o banco dele para trás. Abri-lhe a braguilha. O seu pau, saltou logo, não tinha roupa interior,, adorei a surpresa..
O pénis dele, bem penetrado até à garganta, ele adorava, a língua massajava-o. Boca quente e húmida. Ele pega-me na cabeça e insiste , fazendo-me quase que engoli-lo.

Puxa-me para ele, mãos agarradas ao volante, seios à mercê da sua boca, uma perna para cada lado, a delicia de uma noite diferente.. Ele apoia-me as nádegas e puxa-me para ele, penetrando me de vontade. Senti-o deslizar dentro de mim, vagina quente e apertada. Eu safada, num pulo, saio do carro ainda com a barra do vestido na cintura. Estico-me em cima do capô do carro, o meu marido traz a máquina fotográfica e tira umas fotografias...

Depois das fotos, subimos para o miradouro, estava frio mas o tesão era tanto que nem chegavamos a perceber.

Lá em cima, encostou-me a uma cerca e penetrou-me bem gostoso, hum, há muito tempo que não me sentia assim. Naquela posição, sentia o pircing tocar no meu ponto G.
Os sentimentos, para além de um prazer imenso, era Também a adrenalina, há casas do lado contrário e passam carros na estrada, pertinho de nós.

Hum aquele prazer todo. Senti-lo rasgar-me, cada penetração, fazia sobressair em contexto com o frio da rua, o calor das minhas entranhas. Ouvem-se os nossos leves gemidos.

Perto de nós estava uma grande pedra na qual me sentei. O meu marido, ligeiramente agachafo, puxa as minhas pernas e coloca-as nos ombros. Não podia ser melhor. Sentia-o entrar bem fundo. Olho-o nos olhos e sinto o prazer dele bem junto com o meu... Puxou-me pelas ancas.....Em pouco estávamos os dois já satisfeitos. Sentia os nossos fluidos escorrerem para a pedra onde estava sentada...

Uma escapadinha maravilhosa como à muito não tínhamos. Ficamos ainda no miradouro, a namorar e aproveitar o momento. Espero que se repita várias vezes....





quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Fim de semana na neve... 2° parte

5 da manhã.. Sofia regressava ao hotel depois daquela noite de prazer intensa.

O acordar foi atribulado mas muito sensual. No leito estavam três corpos desnudados, tapados apenas por um lençol que cobria pequenas partes daqueles corpos suados e cansados da noite anterior.

Sofia encontrava-se  entre aqueles corpos perfeitos de Walter e Yan. Deslizou na cama, sentando-se e vislumbrando aqueles corpos escolturais. As pernas balançavam só de pensar na noite anterior. Acariciou- os com a leveza de um toque delicado e vestiu-se, saindo de leve, de regresso ao hotel.

Chegada ao hotel, entrou, subiu para o quarto. A camareira que escutara à porta no dia anterior viu-a a chegar... nos olhos dela via-se a vontade dela entrar junto com a Sofia no quarto..

Sofia, apressada, cabelo bagunçado, entra no quarto salta para cima da cama macia e delicia-se com as lembranças da noite anterior. Tentanto lembrar de cada detalhe ao redor da piscina enquanto aqueles homens lindos a penetravam ao mesmo tempo.
A lembrança daqueles corpos másculos, dos gemidos dos três, cada toque incendiavam-na interiormente.
Levanta-se de sorriso na boca e vai para o duche..

Do outro lado da porta, a camareira pensava numa maneira de poder entrar e espiar tudo o que se passava naquele quarto...
Pega num conjunto de toalhas brancas bem macias, chave do quarto e entrou.

Ouviu o som do chuveiro e quase inconscientemente, dirigiu-se para a cabine, espreitando pelo canto do olho na ombreira da porta. Olha Sofia enquanto cada peça de roupa desliza no seu corpo. O ritmo cardíaco acelera. As faces ficam ligeiramente mais rosadas que o normal.

Sofia entra no chuveiro. A água morna desliza-lhe pelo corpo arrepiado. A camareira, atrapalhada deixou cair uma toalha. Ao abaixar-se Sofia notou-a...

- Desculpe, não percebi que estava no quarto, desculpe... disse ela...

Sofia não sabia o que responder, ficou em silêncio. A camareira, deixou as toalhas e dirigiu-se à porta. Pelo caminho, viu a mala meio aberta ao lado da cama. E a curiosidade, fruto dos gemidos que tinha escutado à porta no dia anterior, foi mais forte do que a obrigação de sair do quarto. Abriu a mala e junto com as roupas viu os companheiros de quarto de Sofia.. Curiosa pega no vibrador e no gel que estava ao de cima e olha espantada.

Sofia, enrolada numa toalha, entra no quarto e vê a camareira com as suas coisas na mão. Pára à porta e dá uma leve tossidela.

A camareira aflita deixa as coisas na mala
- Desculpe, foi mais forte que eu... ontém ouvia aqui no quarto... disse ela, limpando um pingo que escorria pelos ombros de Sofia.

Aquele toque tinha agradado Sofia. Num gesto, Sofia deixa cair a toalha a seus pés, pega na mão da camareira, aconchega-a nos seus seios e pergunta...

- Tens curiosidade? Queres experimentar?

A camareira olhava o corpo de Sofia, sem saber como ou o que responder. Aperta bem o seio de Sofia. Sofia, como atrevida que era, trata de se desenvencelhar das roupas dela.... várias carícias foram trocadas pelas meninas... não se ouvia nada naquele quarto.

A camareira, deita-se na cama... Sofia acaricia os seus seios...


... os lábios de Sofia e da companheira acariciavam os seus seios mutuamente. O calor e o tesão começaram a crescer dentro delas, as línguas acariciavam os corpos sedentos de prazer. Docemente, as caricias foram descendo, ambas deliciam-se com o sabor uma da outra, por entre lambidelas deliciosas no clitóris, notavam-se as respirações ofegantes das duas. Sofia estica-se e puxa o seu vibrador, passa-lhe o gel térmico e penetra a camareira com ele, ela gemeu. As sensações eram diferentes, intensas e novas. Enquanto era penetrada com o vibrador, fazia Sofia vibrar, bem encaixada entre as suas coxas, rodopiando a língua curiosa pelo clitóris de Sofia, sentindo-lhe o sabor...

A libido das meninas começou a aumentar, os corpos escaldavam, respiração agitada. A camareira lambia aquela vagina e apertava a perna a cada penetração de Sofia. Em pouco, ambas iriam ceder ao prazer. Sofia acariciava o clitóris dela enquanto a penetrava.

Ouviram-se gemidos das duas, iriam sentir nas suas bocas cada vibração de prazer, uma da outra, num orgasmo bem intenso e quente..



Deitadas na cama, uma ao lado da outra trataram de se apresentar, afinal, ao que parece quando vem o tesão, não tem lugar , nem falta de  nome do companheiro que impessa estas meninas de desfrutar  das delicias do pecado.


By Rita Gonçalo





quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Sexo furtivo no shopping

-Filipe andava a fazer as compras de Natal quando viu um molherão, uma Deusa.... Foi atração à primeira vista. Basicamente, seguiu-a durante horas até que ela se sentou na esplanada de um café. A oportunidade perfeita para meter conversa.
Sentou-se, com ar de galã de telenovela  e disse...
- Olá princesa. Diz-me o teu nome. Preciso dele para fazer a lista de presentes para o Pai Natal.
Andria sorriu..
- Gosto de homens que saibam fazer-me sorrir.
- Brincadeiras à parte, queria sentir o teu sabor...

Andria . Não respondeu. Nem uma palavra. Já o seu corpo gritava de vontade de cair nos braços dele.
Ele fez com que ela se lembrasse de um rapaz que tinha conhecido no chat. Nada importante, apenas tinham trocado algumas fotos de partes do corpo. Em fim, ficou cheia de tesão. Conversa vai, conversa vem e Filipe fisgou-a.. próxima paragem?? WC...



 Entraram no WC masculino. Porta trancada...  Rolaram caricias, amassos, calor, tesão.
 Humm, o corpo dela dilatava a cada toque.
Ela, agarra-a com firmeza e encosta-o à parede. Desaperta cinto, botões e saca o pau dele já duro das calças. Agacha-se  e abocanha-o..
Filipe olhava com atenção cada movimento de vai e vem que ela fazia, o pau enterrado na boca dela fazia-o delirar e gemer...
Ele, puxa a pelo cabelo, agarra-a pelos ombros, encosta-a  à parede e, puxa-lhe a saia para a cintura, expondo as coxas perfeitas. Puxou a camisola e parou...  Nas costas tinha uma tatuagem conhecida para Filipe.
Será? Pensou ele... E uma tesão aumentou dentro dele.

- Andria? Perguntou ele...
- Como sabes o meu nome?? Perguntou ela, intrigada.

Filipe sorriu levemente de satisfação e uma leve alegria
- Chamo-me Filipe. E dá lhe uma estocada. Penetra-a e aperta-lhe ligeiramente o pescoço. Coisa q sabia que ela gostava pois tinha lhe contado numa das conversas..
Ela, espantada associou logo e, interiormente pegou fogo. Aquele desejo carnal aumentava a cada respiração no seu ouvido.
A cada penetração funda, os peitos de Andria tocavam no azulejo gelado da parede. Os seus mamilos ficaram frios e duros.
O contraste entre o calor do seu corpo, aquele fogo que os envolvia e o frio da parede, faziam-na delirar, gemendo.

Quando ela gemeu, a libido cresceu ainda mais. O pénis de Filipe endureceu ainda mais, fazendo com que Andria sentisse aquele membro bem justo dentro de si. Cada movimento era sentido intensamente pelos dois. Aqueles dois corpos estavam unidos no prazer e no pecado... pareciam apenas um, tinham sido feitos um para o outro.

Filipe sentindo cada sulco, todas as carnes quentes dela, aumentou as penetrações, mais intensas e profundas, subiu uma mão e agarrou um seio bem arrepiado..  Andria empurra a parede de modo a ficar bem posicionada a senti-lo lá bem no seu interior.

Naquele WC ouvia-se agora o som de todo o prazer de dois corpos que se completam.
Andrea estava quase a sucumbir a todo aquele prazer.. ela leva uma das mãos à sua vagina e acariciando o seu clitóris, com movimentos deliciosos e bem húmidos. Um orgasmo forte e maravilhoso fez-lhe escorrer pelas pernas os seus líquidos. Dentro dela, um frenesim de emoções, a sua vagina contraia-se deixando o pénis de Filipe bem apertado. Ele doido de prazer ao senti-la, abranda o ritmo para poder sentir cada vibração.
Geme a cada apertão.  Geme. Retira o pénis de dentro dela e deixa escorrer nas nádegas de Andrea o seu esperma quente.
Cansado, respirava no pescoço dela, sem notarem, estavam os dois abraçados, encostados à parede. Ajeitaram-se para sair. O mundo parou quando perceberam que se namoravam à distância.


Tinham muito para conversar e claro muito prazer para ter....


By Rita Gonçalo