Agora q estava sozinha, sentia um vazio q n conseguia preencher. Rica pela morte do seu marido, não lhe restava nada pois não tinha emprego nem outras ocupação para alem do ginásio, então restava-lhe distrair-se na Internet e talvez conhecer pessoas que ocupassem o lugar q ela n consegue preencher.
No meio de tanta pessoas com quem ela falava, fez uma amizade, Isabel. Ela era a pessoa com quem Sandra se sentia ˋa vontade para desabafar. Isabel era prostituta. Não o tipo de prostituta por necessidade mas por gosto de sexo. Esse era um tema caricato a falar com Sandra.
O seu falecido tinha sido o único homem com quem ela estará na vida toda, e ele não era o homem mais fogoso q existia. Ora então, digamos q ela tinha pouco uso. As conversas com a amiga despertavam-lhe os sentidos. Na sequência, arranjou um perfil para o personagem q queria assumir, travou conhecimentos, em pouco tempo começou a fazer streep tease para alguns homens. Sentiu a adrenalina pulsar lhe nas veias, o tesão dilatar -lhe o corpo.
Apesar de ter entrado nos 40 era uma bela mulher, tudo no sitio parecia ate ter 20 anos.
Numas ferias que foi passar num Hotel no Algarve, encontrava-se a beber o seu Dry Martini quando se chegou a ela um homem alto, ombros largos, pele morena e olho claro. Digamos, do ponto de narradora era de dar agua na boca. Aquele andar, gingado enlouquecedor ate da mulher mais santa. Mãos nos bolsos chega perto. Sandra sem saber o que fazer, pega no palito e come a azeitona do martini. Visão bem sexy por sinal.
Lentamente o monumento chega-se a ela, curvando-se sobre ela ate´ alcançar o seu ouvido.
- Quarto 317. Não quero saber quanto cobra pela noite, terá o que quiser......
Sandra tira lentamente o palito da boca e quase se engasgou ao engolir involuntariamente o caroço da azeitona com o susto. Sua cabeça estava meio que a tremer e o corpo digamos q reagiu alegremente a sopradela dada no seu ouvido, embora ela n se tivesse apercebido na altura. Levou uns momentos a assimilar tal informação....
Baralhada, queria desfazer o mal entendido, ora pois, vejamos bem não estava ali para vender o seu corpo. Decidiu subir para esclarecer o mal entendido com o senhor.
bateu ˋa porta do quarto, ao qual, recebeu ordem para entrar. meio a medo, entra na sala anterior ao quarto dizendo:
-Desculpe. Venho desfazer um mal entendido... e não conseguiu dizer nem mais uma palavra.
A sua frente estava aquele monumento escultural, armado com uma arma, como dizer, de calibre bem superior ˋa arma do falecido, se e´ que me entendem. Ela reagiu com uma leve inspiração. Reteve a respiração.
-Engano? E´ casada e´ isso? Se for, digo ja´ q não sou minimamente ciumento. Estou a brincar.... sorriu ele com uma risada num tom bem sexy..
-Não e´ o caso.. sou viúva. E´ s´o que ..... meio envergonhada diz... não sou prostituta...
-E´ claro que não... Isso vê se a léguas.. E´ acompanhante...
Ela não sabia o que fazer, o que dizer e muito menos onde se esconder. Ficou completamente sem reaçao. Pois entendamos, dizerem-nos q acham q somos um instrumento de prazer enquanto olhamos para algo tão comprido.... e´ difícil conseguir conciliar... Ja´ ele, cheio de lábia sabia-a toda, como dominar uma mulher cujo corpo deseja descobrir o prazer? Fácil fácil.
Como num duelo, escolheu as armas. Aquela não era certamente a hora de ser meigo e atencioso. Era a hora de agir como o macho latino q era, predador. chegou-se a ela, queixo no pescoço, d´a uma leve cheiradela que lhe deixou as pernas a tremer. Forte, pegou a pela cintura chegando-a bem para si. Arreda-lhe o cabelo de adornava o belo pescoço e beija-a. Mais uma vez ela ficou sem ar. sentia a cabeça a arder e logo logo esse fogo estendeu-se ao corpo todo. sentiu o seu pénis crescer, roçando nas pernas e vindo a ficar preso debaixo da mini-saia. Ela pensava, meu Deus o que ´e isto... E sem sequer notar entregou-se de corpo e alma aquele sedutor. ela agarra lhe o pescoço.
Ele pegou-a pelas nádegas, pousou-a em cima do aparador, arredou todas as coisas que la estavam, indo por sua vez parar ao chão.
Puxou da blusa dela e num gesto de fome, uma fome voraz, arrancou todos os botões. ela começava a corar não sabia o que fazer então, entregou-se a mercê de dos desejos dele. tirou-lhe a cuequinha que era bem reduzida, beijou lhe os ceios que pareciam querer sair do sutia e penetrou a como se a sua vida dependesse disso... sentiu uma dor ao ser penetrada mas ao mesmo tempo uma satisfação e m desejo por mais..... o aparador batia intensamente na parede. as poucas coisas que estavam em cima do móvel vieram a cair tb... A cada penetração ela gemia como q a pedir mais uma e ele claro, dava. pegou novamente nela levou a ao colo para o quarto. No caminho apanhou a garrafa de champanhe que haverá pedido, senta a na chez long e banha-a com aquele doce néctar, o champanhe deslizava dos seios ate cá abaixo, alojando-se em cada poro.
ele sorveu todo o seu corpo ate a ultima gota de champanhe. aqueles lábios carnudos deslizarem no seu corpo arrepiaram-na da cabeça aos pés, deixando-a bem húmida.
Levantou-se, ficando com o pénis rijo bem em frente a boca dela e sem hesitar, enfiou-o boca a dentro. Algo q durante tantos anos de casada nunca tinha experimentado e claro deliciou-se. O atrevido, não se limitou apenas a vê-la chupar lhe o pau.. era ambicioso, queria te-la por inteiro. molhou dois dedos e penetrou-lhe a vagina quente e húmida. e ela gemeu com o pau quase na garganta. passou-se uma hora de prazer . após atingirem o auge do prazer, caíram na cama de corpo meio dorido. Não ouve uma única palavra entre os dois...
No dia seguinte, ao acordar com um raio de sol que rompia através da janela, ainda n sabia bem o q pensar. Na cama ao seu lado n estava ninguém.. voltou-se para o wc a fim de tomar um duche relembrar com tesão cada momento daquela noite q ainda não conseguia bem decifrar. Apenas lhe martelava na cabeça o que o Deus q a possuiu lhe tinha dito na noite anterior "callgirll".
Saída do banho deparou se com a dura realidade que não tinha blusa para sair do quarto. foi apanhando as roupas espalhadas e, no móvel do sexo, como ela resolvera chamar-lhe estava um envelope. 1000 euros e um bilhete...
"Obrigada pela noite de ontem adorei. Tomei a liberdade de comprar uma blusa nova, esta no chez long.
P.S. já tenho o teu numero de telemóvel, dou noticias...."
Sem saber o que pensar vestiu-se, pegou no dinheiro e regressou ao seu quarto onde iria passar o tempo das suas ferias a tentar encontrar o homem desconhecido que acendeu no seu corpo o desejo vil e carnal da luxuria...
( continua)
By Rita Gonçalo










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