quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

os desejos escondidos de Patricia..... a perda de inocência...

Patrícia encontrava-se em período de férias, algo que detestava mas com aquela obra a decorrer em frente a sua casa, estava a adorar as ditas férias.....

Patrícia levava os dias a espreitar os trabalhadores da obra, por trás do estore, escondida. Mas eis que durante as férias perdeu a vergonha, levantara o estore e, provocadora como os seus desejos, passou a andar nua pela casa, precisamente como veio ao mundo. 
Sentava-se no peitoril da janela e imaginava uma infinidade de coisas que gostava de ver realizadas com ela e por ela.

 Tinha uns acessórios maravilhosos para experimentar na gaveta...

Imaginava-se vendada, corpo nu
percorrido por lábios suaves e fogosos, sendo dominada por mãos rudes, amarrada por cordas que a deixavam vulnerável ao desejo de um homem viril.
Outras vezes, imaginava-se na pele de dominadora, roupas de vinil, torneando o seu corpo que ansiava pelo desbravamento.
No seu ver, qual delas a mais distante?

Bom estas férias ela resolvera aproveitar para usar a roupa que não usava todos os dias, visto que tinha um trabalho que ela própria tornava sério demais.

Das blusas apertadas até ao "gargalo", passou a tops bem sinuosos e sem sutiã. Às saias até ao joelho, deram lugar legins desportivas que lhe tornavam as pernas compridas e bem delineadas, fazendo realçar um rabinho maravilhoso com um fio dental a notar-se como se de uma transparência se tratasse, lentes de contacto, cabelo solto, deixando o rabo de cavalo que a tornava uma mossinha ainda mais bem comportada do que a roupa de freira que vestia...

Cheia de vontade de viver, e viver bem, desceu as escadas, despojada de qualquer pudor e foi às compras. Fez questão de passar mesmo em frente à obra. Observava os poucos trabalhadores que se encontravam cá fora. Olhava cada músculo, olhos meio que abertos demais e ela nem notava que estava a ser olhada.
Um dos trabalhadores não tirava os olhos dela. Lá de cima dos andaimes, olhava-a, mirando bem os seios perfeitos e o fio dental a fazer-se notar. Assobiou .. Ela meio atrapalhada, acelerou o passo. Naquele momento sentia um misto de euforia, felicidade e claro, não podia faltar uma certa humidade na roupa interior. 
Derrepente, o dia tornou-se mais bonito.

Na volta para casa, volta a passar em frente da obra e ouve, sem sequer saber de onde vinha um comentário com voz forte e doce.

-Tenho-te observado...
Patrícia parou. Parecia que uma fisgada a tinha deixado surpresa com o comentário e corou.
-...Lá na janela sem roupa...
E uma timidez apoderou-se de todos os seus desejos, escondendo-os de novo na gaveta.

De passo acelerado, voltou para casa, sem dizer uma palavra. Na sua cabeça equavam pensamentos entre o " porque e que eu não fiquei" e o " o que será que ele quis dizer".
A concentração era pouca. Passaram-se horas em que ela não saía da janela. Seus pensamentos, bem pecaminosos. Tentava ver se através da rede que cobria os andaimes conseguia ver quem seria o seu admirador. Pouco conseguia ver mas imaginava....

Já noite, Patrícia preparava o seu jantar... e ouve tocar a campainha.. não costumava ser visitada, quem seria? Já estão mesmo imaginar não é?
Isso mesmo, o rapaz do andaime.

Abre a porta, surpresa, sem saber o que ele poderia fazer ali, pois ela conhecia-o de vista apenas. Ele, pés cruzados, mãos nos bolsos e ombro encostado à soleira da porta.

-Tenho te visto na janela. Nua....
Ela não sabia se fechava a porta, se o mandava entrar. Ficou completamente paralisada. E lembra-se do bife que tem na chapa. Corre para a cozinha, deixando a porta escancarada. Ótimo pensou o safado.

Entrou de fininho, e deixou um rasto de roupas desde a porta ate à cozinha. Ela apaga o fogão. Quando se vira, bate os olhos naquele monumento. Corpo escultural, cada músculo, corpo completamente despido de pelos.
Meu Deus, que homem é este, pensou ela. Bem eu também pensaria e provaria....

Patrícia encheu as bochechas de ar, na tentativa de perguntar o que estaria a fazer ali e assim, completamente nú mas, nem uma palavra saiu, foi arrebatada pelo toque das mãos do rapaz.

Ficou entre os braços dele. O que foram segundos, passaram a minutos. A mão dele deslizou nas suas costas, por debaixo do top até quase aos ombros de Patrícia, num apertão delicioso. Sua boca invadida por um beijo fogoso, língua atrevida a dele.
Todo o corpo de Patrícia estava arrepiado, começando por sentir um arrepio, seguido é claro por um calor quase sobre-humano.

O quanto ela tinha esperado por um momento assim. Naquele momento, aquele beijo quase se assemelhava a um orgasmo, tal não era a ancia.
Ele apertava-a contra si, firmemente. Os braços de Patrícia tocavam lugares inóspitos, sentia-o subir, junto a si. A sensação era única nunca tinha sentido nada assim.
Cá entre nós, quem não gosta de sentir a tesão de um homem, num rossa rossa gostoso, senti-lo a endurecer, pedindo para ser penetrado o mais fundo que der? Todas nós não é?

Intenso aquele beijo, delicioso, não há palavras para descrever um beijo roubado, a delicia do beijo, do calor em que ficamos envolvidos, a forma como o corpo da mulher se "abre" perante um beijo destes e claro na espetativa do que vira asseguir. Qualquer que seja a palavra, mesmo que bem empregue não consegue expressar esta sensação.

Patrícia, quente, envolvida num torbilhão de emoções, sentia o interior de sua vagina abrir. As paredes da vagina doíam. Não uma dor aflitiva, não. Mas uma dor deliciosa que crescia acompanhando o seu desejo.
O rapaz desliza uma mão pelo corpo dela, até as nádegas. Dá um apertão que a fez abrir bem os olhos. Desejava aquela mão noutro sítio. E não tardou.
A mão acariciou-lhe o seu intimo, húmida, deslizava entre o Clitóris e as pequenas penetrações na vagina. Os dedos dele, dentro daquela vagina bem justa, apertadinha, sentiram a sua temperatura aumentar e, acrescentou mais um dedo ao louco frenesi. As mãos de Patrícia tocavam o corpo quente dele, dando por si a aperta-lo com firmeza.
Ele empurra-a para a mesa, inclina-a ligeiramente para trás., com os cotovelos na mesa, desce o top expondo os seus seios duros, mamilos rosados, lindos e sorve-os como se da melhor sobremesa se tratasse. Aquela menina delirou de prazer até soltar um gemido.

O seu gemer despertou a atenção do rapaz que a olhou nos olhos com tal profundidade que a deixou completamente submissa. Os olhos que penetravam a alma de Patrícia eram de uma beleza incomum, verdes a sobressair num tom de pele bem morena, davam-lhe um encanto ainda mais pecaminoso. Dizer que seria um pedaço de mau caminho é muito pois ele era BOM. Digamos que será um bom pedaço de um gostoso pecado, daqueles que se podessemos, cometiamos todos os dias e várias vezes ao dia.

O seu olhar penetrou-a, poderia fazer o que quisesse dela. Ora ele fez o melhor, pegou na tanguinha de renda e nem se deu ao trabalho de a tirar, haviam coisas melhores a serem feitas naquele momento. Arredou a cuequinha, pernas para os ombros, acaricia-lhe os seios e, com uma penetração bem forte, rasgou toda a sua ingenuidade, transformando todos os seus sonhos numa doce e quente realidade. Ela geme. Aquela penetração forte quase a levou ao orgasmo. As suas entranhas contraiam-se com tal prazer.

O seu corpo a mercê daquele homem. Homem meigo, doce e também intenso. Cada penetração era envolta num mar de carícias que acordava pontos do corpo de Patrícia que mesmo ela, desconhecia reagirem da forma como estava a reagir. O pénis penetrava-a lentamente, numa profundidade que a deixava perto do clímax...
A sua vagina apertada sente o pénis dele engrossar cada vez mais e não conseguiu conter-se mais. Um orgasmo forte, crescia dentro de si. Ela claro, não controlou um gemido.. o seu corpo contraía-se como reação aos estímulos .

 Ele numa carícia, retirou o seu pénis, acariciando com a cabeça o clitóris dela. Geme e liberta-se num orgasmo bem sonoro. Na pele, Patrícia sente caírem bem quentes os fluidos dele... um beijo sensual e bem sexual, daqueles que quem vê sente logo tesão, surgiu entre eles.

Para Patrícia tinha sido a melhor entrada da sua vida. Os seus sonhos estariam a ganhar corpo, ganhar vida? Bem só o tempo o dirá e a vossa imaginação também...

 By Rita Gonçalo 







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