Época de Carnaval, onde damos asas e imaginação aos nossos pensamentos e desejos. Onde podemos ser o que escondemos por vezes....
Dois casais amigos, Rita e Gonçalo, Lu e João combinaram de festejar o Carnaval num clube bem badalado onde se tinham conhecido.
Ambiente intimista, muito rossa-rossa. Sentia-se o cheiro de sedução, prazer...
Lu, mulher digamos que bem fogosa, aquele olhar não enganava ninguém, tinha algo em mente para o andar superior do clube mas em segredo. Apenas Rita sabia dos seus planos.
Rita e Gonçalo ficaram de passarem em casa dos amigos para irem juntos.
Depois de horas a arranjarem-se, la vão eles. Em casa dos amigos , Gonçalo e João molharam a garganta enquanto Rita subiu para perto de Lu.
Por sua vez, Lu, já tinha trocado de roupa várias vezes. Por último colocou um vestido que lhe acentuava lindamente nas suas curvas, salientando o busto, sem mais nada. Rita não se apercebeu da falta de roupa interior. Bastava um cruzar de perna para se ver toda a beleza tão deliciosamente escondida por entre os tecidos do vestido.
A troca da noite começou logo ao sair de casa...
Gonçalo e Lu à frente, João e Rita no banco de trás. Prometia ser animado.
Gonçalo era só mãozinhas. Tinha geito para conduzir e mexer ao mesmo tempo. Mão leve, o safado desliza desde o joelho até.... bem já estão a imaginar onde.... deparou-se com uma quente realidade, a falta de tecido que deveria tapar certas partes deliciosas, o que tornava ainda mais picante. Dedos marotos passearam por toda a vulva de Lu que se aconchegou no banco, abrindo delicadamente as pernas para que ele a sentisse.
No banco de trás a festa não era menor. Mas a tesão aumentou quando se ouviu Gonçalo.
- Hummm sem cueca...
Hum todos sentimos uma certa vontade de parar o carro e.... ui vocês sabem... mas continuamos rumo ao clube, entre caricias e lambidelas por assim dizer.
Chegados ao clube, já tudo mais do que animado, beberam uns copos. Lu segredou algo ao ouvido de Rita ao qual, instintivamente Rita fez um sorriso bem maroto e os seus olhos com pestanas bem longas brilhavam. Então Lu, foi de fininho procurar Cláudio o gerente.
Para que os homens não se apercebessem da sua ausência, Rita rodou pela pista de dança, desafiando os dois a dançar com ela. A pista pegava fogo.
Rita divertia-se entre toques deliciosos de Gonçalo e de João. Um rossa-rossa que fazia qualquer um em volta ficar com tesão, contagiando até quem não estava na pista.
Ela sentia a tesão dos dois no seu corpo.
Onde estaria Lu? que teria ido fazer com o gerente para os quartos? Ahahah cabeças perversas, em que estão a pensar?..
Lu subiu com o gerente que sabia quais eram os seus planos para aquela noite. Prepararam o ambiente, deixando-o acolhedor.
A safada Lu, desceu até eles. Ficou deliciada com o tesão dos três e chama Rita para cima. As duas iriam-se preparar.
Rita de body sem copa no qual os seios saltavam para fora. Lu vestiu um corpete que lhe deixou as "gémeas" bem aconchegadas num decote maravilhoso e um string. Imaginem. Ambas bem sensuais.
Lábios vermelho cereja, carnudos, apetecíveis. Nos pés, 15cm de sensualidade.
A apelar ao glamour, ambas têm vendas de organza bordadas, uma transparência que tornava tudo bem sexy. Um charme.
O ambiente em volta era bem sedutor. Junto às paredes, velas, ambiente à meia luz.
O quarto era o sítio onde se praticava voyerismo. Sem porta, a um canto duas poltronas. Ao meio da divisão tinha um pilar com dois pares de algemas de couro preto, compridas.
O gerente, dita as regras do jogo às senhoras.
-Para o pilar meninas! E sintam o que de melhor este clube já presenciou até hoje- disse num tom de também quero participar.
Rita, cara de anjo mas personalidade ardente, não precisou de ouvir mais nada. Obedeceu de imediato.
Lu já em ponto de bala, parecia pólvora seca pronta a arder. Um tesão sem tamanho. Imaginava o que Rita ia achar afinal, era um fetish comum às duas mas ainda não sabiam bem como iria ser.
Cláudio apertou as duas mulheres ao pilar, com a ajuda das algemas. O toque frio do pilar nas costas de Lu, deixava-a ainda mais excitada. Ambas tocavam-se com as pontas dos dedos.
Agora, o inesperado... os olhos delas estavam a ser tapados com vendas de seda. Rita sente o seu corpo reagir a carícia da seda nos seus olhos, trinca o lábio quando sente o toque de Lu na sua perna.
-Então Rita, dá para imaginar? Diz ela, doida de vontade para tudo o que virá a seguir.
-Não tenho palavras que descrevam Lu, só vontades...
Os dois homens foram convidados a entrar no quarto. Cláudio desce para a pista e divulga o que se passa no ambiente lá de cima.
O silêncio que se fazia sentir, despertava os sentidos das meninas que crescia junto com o tesão,.
Gonçalo e João, espantados é claro, ficaram bem duros ao ver aquela cena. Aliás, quem não ficaria?
O vislumbre de dois corpos expostos, sedentos de prazer, encostados ao pilar, gemendo cada vez que o frio do pilar as tocava.
Os homens começam a despir- se. Por entre o silêncio, ouve-se o deslizar das roupas nos corpos. À medida que caminham para elas, espalha-se no ar o cheiro a perfume, misturado com o cheiro da pele deles. Aquela espetativa deixava-as doidas...
João agachou-se por entre a lingerie, abriu o body e com os dois dedos alargou os lábios vaginais de Rita. Sentiu a humidade escorrer-lhe por entre os dedos, o que o agradava. Penetrou-a com dois dedos enquanto a sua língua, em movimentos circulares, acariciava o seu clitóris...
Do outro lado, Gonçalo, suavemente acariciava o corpo de Lu em toques que faziam com que a pele despertasse o demónio que ela escondia bem dentro de si. Pega no string e puxa para baixo. Desaperta o corpete e beija os seus seios firmes.
Da porta surge um comentário em tom de sussurro." Querem ajuda meninos?"
As damas, sorriram levemente. Eram alguns membros do clube que iam subindo para admirar tal prazer.
O comentário excitou Gonçalo que de prontidão, apertou firmemente os seios de Lu, chupando-os delicada e deliciosamente. As duas meninas gemiam de prazer. Rita procurava Lu com as pontas dos dedos, a qual respondeu ao toque com uma respiração ofegante.
A assistência conquistou a autorização para entrar e apenas tocar. Ao mesmo tempo que os seus homem as mimavam com doces e húmidas carícias.
A plateias tocava-as. Não há nada melhor que a carícia de mãos que não sabemos quem são, a perspetiva do desconhecido. Os maridos trocam de parceira. Elas gemem. Duas mulheres vieram acariciar Gonçalo e João.
Encostados a perde eram abocanhados generosamente por duas mulheres fugosas, excitadas com tudo o que se passava ali. A plateia acariciava Lu e Rita. As duas sentiam um carinho aqui, um escorregar de mão acolá, uma penetração de língua nas suas vaginas, levando os seus corpos a responder a cada estimulo.
Ouviam-se gemidos, respirações ofegantes, lambidelas e chupões. Da plateia comentários que deixavam os casais bem satisfeitos.
O gerente faz sair os rapazes que mimavam as meninas, entrou e tirou as vendas de seda deixando apenas as vendas de organza para que elas vissem os seus maridos delirarem na boca de outras mulheres.
Ao olharem para eles, sobressaiu-lhes no rosto uma expressão de desejo e vontade..
Cláudio, acariciava o corpo delas, não as deixando abstrair do tesão. Numa poltrona estava um chicote. Cláudio puxou dele e enquanto elas observavam dava pequenos e leves açoites às senhoras. De quando em vez surgia um gemido. João gemia ao ver e sentir aquelas delícias. Gonçalo, despensa o sexo oral e masturba-se para elas. Tudo aquecia ainda mais, se é que seria possível.
Cláudio rordava entre as duas mulheres algemadas, alternando entre açoites e carícias. Passa por Rita, refletido pela luz das velas reparou na humidade que escorria nas suas pernas. Não resistiu e penetrou-a, tinha necessidade de sentir todo aquele tesão. Soltou um som que fez Lu suar, sem saber o que se passava do outro lado. Então Cláudio cedeu uma mão a cada senhora, penetrando-as. Por vezes surgia um beijo roubado entre eles. Os dois maridos, agora a masturbarem-se estavam a adorar ver as suas mulheres delirar nas mãos do gerente.
Cláudio deixa as meninas apreciarem a paisagem, dois corpos perfeitos a masturbarem-se para elas, num vai-vem incessantemente. Membros robustos, duros de tesão. Em minutos Cláudio subiu com dois baldes de gelo. Em cada um uma garrafa de um maravilhoso néctar, champanhe...
Pousa as garrafas e solta as meninas do pilar.
João encosta de imediato Lu ao pilar, de costas para ele. Beija-lhe o pescoço e penetra-a deliciosamente. Acaricia-lhe os seios. A cada penetração sentia a vagina de Lu aumentar...
Rita dirige-se para uma das poltronas do canto. Ajoelha-se e Gonçalo num tesão de deixar qualquer um ao ponto de orgasmo. Põe uma coleira e despe-lhe o body e penetra-a fundo. Ela agacha-se, tentando senti-lo bem fundo e sente aquele vai- vem frenético. Os testículo batiam deliciosamente na vulva dela. Ele puxou-a pela trela enquanto se deliciava a sentir-lhe as suas carnes deliciosas que aqueciam, deixando-o doido.
João olha para Gonçalo e Rita e excitou-se ainda mais. Segreda algo ao ouvido de Lu ao qual ela respondeu com um acenar de cabeça.
Gonçalo abranda o ritmo das penetrações, olha para o João que chamou o casal até eles.
Rita vem de gatas pela trela. A indicação dos dois era que Rita fizesse Lu vibrar e a Rita assim fez. Com os dedos, afastou os lábios vaginais de Lu e numa extensa lambidela levou-a ao delírio. Lu, levou os dedos a alargar os lábios para que Rita a lambesse bem. Com a mão livre, Rita penetrava Lu entre lambidelas deliciosas. Ouviam-se pequenos gemidos. João aproveitou a posição de Rita e meio que ajoelhado penetrou-a. Agora, gemiam as duas. Gonçalo não ficou de parte, Lu pegou lhe no pénis delicioso e acariciou-o enquanto ele se deliciava com aquela visão maravilhosa. Os espectadores, entravam agora na sala, acariciando-se, era quase uma orgia. Só se ouviam sons deliciosos. João espalha um pouco de champanhe no corpo de Lu que sentia um ardor delicioso na sua vulva, proporcionado pelo néctar. Todos gemiam, o prazer era enorme. A libido aumentava a um ritmo deliciosamente avassalador. Lu puxava Rita para si.. Gonçalo regava aqueles corpos sedentos de desejo a champanhe.
A luxuria espalhava-se agora por todos. Os homens levaram as senhoras para as poltronas tipo chez-long.
As marotas deitaram-se, deliciando-se num 69 tão delicioso que até o narrador deu por si de boca aberta. Os homens esses, penetravam a esposa um do outro. De quando em vez, sentiam a língua delas lamber-lhes o pénis, que excitante...
Agora, não conseguiriam resistir muito mais. Cada penetração, um gemido. Era maravilhoso o ambiente e o tesão que ali se sentia, que ali se vivia. Dentro em pouco, o corpo das meninas vibrava ao acompanhar um dos melhores orgasmos que já tinham tido e os homens, ao sentir as vaginas apertar em o seu pénis, vieram-se juntos com elas numa sinfonia de prazer latejante....
Os dois casais ficavam agora entre carícias, observando a plateia que agora passava a ser protagonista... será que ainda iriam dar uma mãozinha?
Champanhe para todos...
By Rita Gonçalo
Com a colaboração do casal 10estrelas
Dois casais amigos, Rita e Gonçalo, Lu e João combinaram de festejar o Carnaval num clube bem badalado onde se tinham conhecido.
Ambiente intimista, muito rossa-rossa. Sentia-se o cheiro de sedução, prazer...
Lu, mulher digamos que bem fogosa, aquele olhar não enganava ninguém, tinha algo em mente para o andar superior do clube mas em segredo. Apenas Rita sabia dos seus planos.
Rita e Gonçalo ficaram de passarem em casa dos amigos para irem juntos.
Depois de horas a arranjarem-se, la vão eles. Em casa dos amigos , Gonçalo e João molharam a garganta enquanto Rita subiu para perto de Lu.
Por sua vez, Lu, já tinha trocado de roupa várias vezes. Por último colocou um vestido que lhe acentuava lindamente nas suas curvas, salientando o busto, sem mais nada. Rita não se apercebeu da falta de roupa interior. Bastava um cruzar de perna para se ver toda a beleza tão deliciosamente escondida por entre os tecidos do vestido.
A troca da noite começou logo ao sair de casa...
Gonçalo e Lu à frente, João e Rita no banco de trás. Prometia ser animado.
Gonçalo era só mãozinhas. Tinha geito para conduzir e mexer ao mesmo tempo. Mão leve, o safado desliza desde o joelho até.... bem já estão a imaginar onde.... deparou-se com uma quente realidade, a falta de tecido que deveria tapar certas partes deliciosas, o que tornava ainda mais picante. Dedos marotos passearam por toda a vulva de Lu que se aconchegou no banco, abrindo delicadamente as pernas para que ele a sentisse.
No banco de trás a festa não era menor. Mas a tesão aumentou quando se ouviu Gonçalo.
- Hummm sem cueca...
Hum todos sentimos uma certa vontade de parar o carro e.... ui vocês sabem... mas continuamos rumo ao clube, entre caricias e lambidelas por assim dizer.
Chegados ao clube, já tudo mais do que animado, beberam uns copos. Lu segredou algo ao ouvido de Rita ao qual, instintivamente Rita fez um sorriso bem maroto e os seus olhos com pestanas bem longas brilhavam. Então Lu, foi de fininho procurar Cláudio o gerente.
Para que os homens não se apercebessem da sua ausência, Rita rodou pela pista de dança, desafiando os dois a dançar com ela. A pista pegava fogo.
Rita divertia-se entre toques deliciosos de Gonçalo e de João. Um rossa-rossa que fazia qualquer um em volta ficar com tesão, contagiando até quem não estava na pista.
Ela sentia a tesão dos dois no seu corpo.
Onde estaria Lu? que teria ido fazer com o gerente para os quartos? Ahahah cabeças perversas, em que estão a pensar?..
Lu subiu com o gerente que sabia quais eram os seus planos para aquela noite. Prepararam o ambiente, deixando-o acolhedor.
A safada Lu, desceu até eles. Ficou deliciada com o tesão dos três e chama Rita para cima. As duas iriam-se preparar.
Rita de body sem copa no qual os seios saltavam para fora. Lu vestiu um corpete que lhe deixou as "gémeas" bem aconchegadas num decote maravilhoso e um string. Imaginem. Ambas bem sensuais.
Lábios vermelho cereja, carnudos, apetecíveis. Nos pés, 15cm de sensualidade.A apelar ao glamour, ambas têm vendas de organza bordadas, uma transparência que tornava tudo bem sexy. Um charme.
O ambiente em volta era bem sedutor. Junto às paredes, velas, ambiente à meia luz.
O quarto era o sítio onde se praticava voyerismo. Sem porta, a um canto duas poltronas. Ao meio da divisão tinha um pilar com dois pares de algemas de couro preto, compridas.
O gerente, dita as regras do jogo às senhoras.
-Para o pilar meninas! E sintam o que de melhor este clube já presenciou até hoje- disse num tom de também quero participar.
Rita, cara de anjo mas personalidade ardente, não precisou de ouvir mais nada. Obedeceu de imediato.
Lu já em ponto de bala, parecia pólvora seca pronta a arder. Um tesão sem tamanho. Imaginava o que Rita ia achar afinal, era um fetish comum às duas mas ainda não sabiam bem como iria ser.
Cláudio apertou as duas mulheres ao pilar, com a ajuda das algemas. O toque frio do pilar nas costas de Lu, deixava-a ainda mais excitada. Ambas tocavam-se com as pontas dos dedos.
Agora, o inesperado... os olhos delas estavam a ser tapados com vendas de seda. Rita sente o seu corpo reagir a carícia da seda nos seus olhos, trinca o lábio quando sente o toque de Lu na sua perna.
-Então Rita, dá para imaginar? Diz ela, doida de vontade para tudo o que virá a seguir.
-Não tenho palavras que descrevam Lu, só vontades...
Os dois homens foram convidados a entrar no quarto. Cláudio desce para a pista e divulga o que se passa no ambiente lá de cima.
O silêncio que se fazia sentir, despertava os sentidos das meninas que crescia junto com o tesão,.
Gonçalo e João, espantados é claro, ficaram bem duros ao ver aquela cena. Aliás, quem não ficaria?
O vislumbre de dois corpos expostos, sedentos de prazer, encostados ao pilar, gemendo cada vez que o frio do pilar as tocava.
Os homens começam a despir- se. Por entre o silêncio, ouve-se o deslizar das roupas nos corpos. À medida que caminham para elas, espalha-se no ar o cheiro a perfume, misturado com o cheiro da pele deles. Aquela espetativa deixava-as doidas...
João agachou-se por entre a lingerie, abriu o body e com os dois dedos alargou os lábios vaginais de Rita. Sentiu a humidade escorrer-lhe por entre os dedos, o que o agradava. Penetrou-a com dois dedos enquanto a sua língua, em movimentos circulares, acariciava o seu clitóris...
Do outro lado, Gonçalo, suavemente acariciava o corpo de Lu em toques que faziam com que a pele despertasse o demónio que ela escondia bem dentro de si. Pega no string e puxa para baixo. Desaperta o corpete e beija os seus seios firmes.
Da porta surge um comentário em tom de sussurro." Querem ajuda meninos?"
As damas, sorriram levemente. Eram alguns membros do clube que iam subindo para admirar tal prazer.
O comentário excitou Gonçalo que de prontidão, apertou firmemente os seios de Lu, chupando-os delicada e deliciosamente. As duas meninas gemiam de prazer. Rita procurava Lu com as pontas dos dedos, a qual respondeu ao toque com uma respiração ofegante.
A assistência conquistou a autorização para entrar e apenas tocar. Ao mesmo tempo que os seus homem as mimavam com doces e húmidas carícias.
A plateias tocava-as. Não há nada melhor que a carícia de mãos que não sabemos quem são, a perspetiva do desconhecido. Os maridos trocam de parceira. Elas gemem. Duas mulheres vieram acariciar Gonçalo e João.
Encostados a perde eram abocanhados generosamente por duas mulheres fugosas, excitadas com tudo o que se passava ali. A plateia acariciava Lu e Rita. As duas sentiam um carinho aqui, um escorregar de mão acolá, uma penetração de língua nas suas vaginas, levando os seus corpos a responder a cada estimulo.
Ouviam-se gemidos, respirações ofegantes, lambidelas e chupões. Da plateia comentários que deixavam os casais bem satisfeitos.
O gerente faz sair os rapazes que mimavam as meninas, entrou e tirou as vendas de seda deixando apenas as vendas de organza para que elas vissem os seus maridos delirarem na boca de outras mulheres.
Ao olharem para eles, sobressaiu-lhes no rosto uma expressão de desejo e vontade..
Cláudio, acariciava o corpo delas, não as deixando abstrair do tesão. Numa poltrona estava um chicote. Cláudio puxou dele e enquanto elas observavam dava pequenos e leves açoites às senhoras. De quando em vez surgia um gemido. João gemia ao ver e sentir aquelas delícias. Gonçalo, despensa o sexo oral e masturba-se para elas. Tudo aquecia ainda mais, se é que seria possível.
Cláudio rordava entre as duas mulheres algemadas, alternando entre açoites e carícias. Passa por Rita, refletido pela luz das velas reparou na humidade que escorria nas suas pernas. Não resistiu e penetrou-a, tinha necessidade de sentir todo aquele tesão. Soltou um som que fez Lu suar, sem saber o que se passava do outro lado. Então Cláudio cedeu uma mão a cada senhora, penetrando-as. Por vezes surgia um beijo roubado entre eles. Os dois maridos, agora a masturbarem-se estavam a adorar ver as suas mulheres delirar nas mãos do gerente.
Cláudio deixa as meninas apreciarem a paisagem, dois corpos perfeitos a masturbarem-se para elas, num vai-vem incessantemente. Membros robustos, duros de tesão. Em minutos Cláudio subiu com dois baldes de gelo. Em cada um uma garrafa de um maravilhoso néctar, champanhe...
Pousa as garrafas e solta as meninas do pilar.
João encosta de imediato Lu ao pilar, de costas para ele. Beija-lhe o pescoço e penetra-a deliciosamente. Acaricia-lhe os seios. A cada penetração sentia a vagina de Lu aumentar...
Rita dirige-se para uma das poltronas do canto. Ajoelha-se e Gonçalo num tesão de deixar qualquer um ao ponto de orgasmo. Põe uma coleira e despe-lhe o body e penetra-a fundo. Ela agacha-se, tentando senti-lo bem fundo e sente aquele vai- vem frenético. Os testículo batiam deliciosamente na vulva dela. Ele puxou-a pela trela enquanto se deliciava a sentir-lhe as suas carnes deliciosas que aqueciam, deixando-o doido.
João olha para Gonçalo e Rita e excitou-se ainda mais. Segreda algo ao ouvido de Lu ao qual ela respondeu com um acenar de cabeça.
Gonçalo abranda o ritmo das penetrações, olha para o João que chamou o casal até eles.
Rita vem de gatas pela trela. A indicação dos dois era que Rita fizesse Lu vibrar e a Rita assim fez. Com os dedos, afastou os lábios vaginais de Lu e numa extensa lambidela levou-a ao delírio. Lu, levou os dedos a alargar os lábios para que Rita a lambesse bem. Com a mão livre, Rita penetrava Lu entre lambidelas deliciosas. Ouviam-se pequenos gemidos. João aproveitou a posição de Rita e meio que ajoelhado penetrou-a. Agora, gemiam as duas. Gonçalo não ficou de parte, Lu pegou lhe no pénis delicioso e acariciou-o enquanto ele se deliciava com aquela visão maravilhosa. Os espectadores, entravam agora na sala, acariciando-se, era quase uma orgia. Só se ouviam sons deliciosos. João espalha um pouco de champanhe no corpo de Lu que sentia um ardor delicioso na sua vulva, proporcionado pelo néctar. Todos gemiam, o prazer era enorme. A libido aumentava a um ritmo deliciosamente avassalador. Lu puxava Rita para si.. Gonçalo regava aqueles corpos sedentos de desejo a champanhe.
A luxuria espalhava-se agora por todos. Os homens levaram as senhoras para as poltronas tipo chez-long.
As marotas deitaram-se, deliciando-se num 69 tão delicioso que até o narrador deu por si de boca aberta. Os homens esses, penetravam a esposa um do outro. De quando em vez, sentiam a língua delas lamber-lhes o pénis, que excitante...Agora, não conseguiriam resistir muito mais. Cada penetração, um gemido. Era maravilhoso o ambiente e o tesão que ali se sentia, que ali se vivia. Dentro em pouco, o corpo das meninas vibrava ao acompanhar um dos melhores orgasmos que já tinham tido e os homens, ao sentir as vaginas apertar em o seu pénis, vieram-se juntos com elas numa sinfonia de prazer latejante....
Os dois casais ficavam agora entre carícias, observando a plateia que agora passava a ser protagonista... será que ainda iriam dar uma mãozinha?
Champanhe para todos...
By Rita Gonçalo
Com a colaboração do casal 10estrelas
Ainda não li todos, mas este está espectacular!!
ResponderEliminarAdorei!!
Parabéns