O acordar foi atribulado mas muito sensual. No leito estavam três corpos desnudados, tapados apenas por um lençol que cobria pequenas partes daqueles corpos suados e cansados da noite anterior.
Sofia encontrava-se entre aqueles corpos perfeitos de Walter e Yan. Deslizou na cama, sentando-se e vislumbrando aqueles corpos escolturais. As pernas balançavam só de pensar na noite anterior. Acariciou- os com a leveza de um toque delicado e vestiu-se, saindo de leve, de regresso ao hotel.
Chegada ao hotel, entrou, subiu para o quarto. A camareira que escutara à porta no dia anterior viu-a a chegar... nos olhos dela via-se a vontade dela entrar junto com a Sofia no quarto..
Sofia, apressada, cabelo bagunçado, entra no quarto salta para cima da cama macia e delicia-se com as lembranças da noite anterior. Tentanto lembrar de cada detalhe ao redor da piscina enquanto aqueles homens lindos a penetravam ao mesmo tempo.
A lembrança daqueles corpos másculos, dos gemidos dos três, cada toque incendiavam-na interiormente.
Levanta-se de sorriso na boca e vai para o duche..
Do outro lado da porta, a camareira pensava numa maneira de poder entrar e espiar tudo o que se passava naquele quarto...
Pega num conjunto de toalhas brancas bem macias, chave do quarto e entrou.
Ouviu o som do chuveiro e quase inconscientemente, dirigiu-se para a cabine, espreitando pelo canto do olho na ombreira da porta. Olha Sofia enquanto cada peça de roupa desliza no seu corpo. O ritmo cardíaco acelera. As faces ficam ligeiramente mais rosadas que o normal.
Sofia entra no chuveiro. A água morna desliza-lhe pelo corpo arrepiado. A camareira, atrapalhada deixou cair uma toalha. Ao abaixar-se Sofia notou-a...
- Desculpe, não percebi que estava no quarto, desculpe... disse ela...
Sofia não sabia o que responder, ficou em silêncio. A camareira, deixou as toalhas e dirigiu-se à porta. Pelo caminho, viu a mala meio aberta ao lado da cama. E a curiosidade, fruto dos gemidos que tinha escutado à porta no dia anterior, foi mais forte do que a obrigação de sair do quarto. Abriu a mala e junto com as roupas viu os companheiros de quarto de Sofia.. Curiosa pega no vibrador e no gel que estava ao de cima e olha espantada.
Sofia, enrolada numa toalha, entra no quarto e vê a camareira com as suas coisas na mão. Pára à porta e dá uma leve tossidela.
A camareira aflita deixa as coisas na mala
- Desculpe, foi mais forte que eu... ontém ouvia aqui no quarto... disse ela, limpando um pingo que escorria pelos ombros de Sofia.
Aquele toque tinha agradado Sofia. Num gesto, Sofia deixa cair a toalha a seus pés, pega na mão da camareira, aconchega-a nos seus seios e pergunta...
- Tens curiosidade? Queres experimentar?
A camareira olhava o corpo de Sofia, sem saber como ou o que responder. Aperta bem o seio de Sofia. Sofia, como atrevida que era, trata de se desenvencelhar das roupas dela.... várias carícias foram trocadas pelas meninas... não se ouvia nada naquele quarto.
A camareira, deita-se na cama... Sofia acaricia os seus seios...
... os lábios de Sofia e da companheira acariciavam os seus seios mutuamente. O calor e o tesão começaram a crescer dentro delas, as línguas acariciavam os corpos sedentos de prazer. Docemente, as caricias foram descendo, ambas deliciam-se com o sabor uma da outra, por entre lambidelas deliciosas no clitóris, notavam-se as respirações ofegantes das duas. Sofia estica-se e puxa o seu vibrador, passa-lhe o gel térmico e penetra a camareira com ele, ela gemeu. As sensações eram diferentes, intensas e novas. Enquanto era penetrada com o vibrador, fazia Sofia vibrar, bem encaixada entre as suas coxas, rodopiando a língua curiosa pelo clitóris de Sofia, sentindo-lhe o sabor...
A libido das meninas começou a aumentar, os corpos escaldavam, respiração agitada. A camareira lambia aquela vagina e apertava a perna a cada penetração de Sofia. Em pouco, ambas iriam ceder ao prazer. Sofia acariciava o clitóris dela enquanto a penetrava.
Ouviram-se gemidos das duas, iriam sentir nas suas bocas cada vibração de prazer, uma da outra, num orgasmo bem intenso e quente..
Deitadas na cama, uma ao lado da outra trataram de se apresentar, afinal, ao que parece quando vem o tesão, não tem lugar , nem falta de nome do companheiro que impessa estas meninas de desfrutar das delicias do pecado.
By Rita Gonçalo
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