terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Primeira vez num clube de swing

Primeiramente quero agradecer os gerentes do clube de swing do 2@2 que para além da excelente recessão, fazendo sentir todos os casais em casa, serem as pessoas que são e claro, terem me dado autorização para divulgar o nome do clube e fotos... Obrigados Ana e Cláudio, adoro-vos.

Sábado à noite...
Ana e André, casados, dois filhos, estavam numa fase da relação em que ambos queriam conhecer o que até então não tinham tido oportunidade. Durante muito tempo, nas conversas entre eles surgia a ideia de visitarem um clube de swing, a título de curiosidade e também porque havia aquela vontade secreta de experimentar algo fora da rotina, do dia a dia.

Certo dia, Ana teve um acesso de certezas na vida, pegou no André e, é hoje. Foram visitar um clube nas redondezas, o clube swing 2@2,que há muito tinham curiosidade de visitar. Tinham falado com um dos gerentes e sentiram-se muito bem vindos...

Chegados ao local, casa discreta, as viaturas eram deixadas dentro de portões,. Ninguém diria que ali seria um clube.
Meio a medo, entraram com a viatura, receosos do que iriam encontrar mas ao mesmo tempo ansiosos...

O acolhimento dos casais, o envolvimento era espetacular. Parecia q os conheciam à muito, bem como eles pareciam conhecer o resto dos casais Também. Vivia-se ali um clima bem familiar onde ninguém se sentia desconfortável...

Mostraram a casa ao casal recém chegado e começou a festa... bebidas para aqui, uma kizomba para ali.
Foram tirados para dançar por um casal já habitual no clube, gente espetacular....
Ana estava a adorar estar naquele ambiente, música para dançarem juntinhos, pernas encaixadas entre as do parceiro de danca, um rossa rossa bem delicioso. As mãos do companheiro de dança a deslizarem pelo corpo, sentir o tesão crescer e observar o marido a dançar com outra mulher. Cada sensação, para alem de nova claro,  era deliciosa. Conheceram vários casais, dos quais já tinham ouvido falar, entre outros, claro...

Mais tarde, quando o clube já estava mais animado, com movimento nos quartos, Claudio, o gerente do clube, levou o casal ao primeiro andar... Ana e André não estavam a contar com nada do q iriam ver, tudo era novo, empolgante e fantástico.  Ao subir as escadas, o casal foi surpreendido por um par de gemidos que vinham dos quartos q estão fechados para público durante o ato dos casais que neles se encontram.
 Os olhos de Ana abriram-se, dando-lhe uma expressão bem marota... A relação de André perante aqueles sons foi um carinho bem gostoso e apertado na nádega de Ana, ela delirou com aquele pequeno atrevimento que qualquer um podia notar, e era isso que a deixava excitada, o fato dos outros casais poderem notar.
No primeiro andar, dirigiram-se para o quarto escuro,  o único quarto em que podemos espiar. Ao entrar, uma sala de fetish, algemas com corrente na parede e uma caixa negra, uma brincadeira animada. Era uma caixa com vários buracos, imaginem para quê?
Hahaha querem saber? Eu conto...

Estava um homem bem gostoso e nú com o mastro num dos buracos, de quando em vez ouviam-se barulhos gostosos, parece q a pessoa q estava do lado de dentro da caixa estava a gostar do lollipop, a julgar pelas fugosas xupadelas que se faziam ouvir por entre outros sons não menos deliciosos.
Cada pessoa agia sem pudor nem taboo, ali, "tudo era permitido e nada obrigatório". Enquanto vislumbravam  todas aquelas novidades, um casal dirigia-se para a parede das algemas. Ela, corpão de violão, imobilizada pelas algemas. Ele, moreno, corpo torneado, agacha-se e leva-a à loucura numa lambidela extensa que a fez vibrar...

Ana, safada, observava cada movimento, cada detalhe. Aqueles corpos banhados por uma luz violeta que conferia ao ambiente um ar bem envolvente e sedutor. Corpos nus, repletos de desejo circulavam livremente entre eles.

Noutro canto tínhamos um homem debruçado num cavalete, algemado.  Atrás uma mulher linda com uma lingerie em vinil que deixava os seios firmes a descoberto. Belo fetish por sinal, até eu como narradora fico curiosa. Na mão tinha um xicote, possuía naquele momento um instinto de dominadora de personalidade forte e podemos até dizer imperial. Fazia-se sentir cada respiração ofegante do macho que estava a ser dominado, denotando a ânsia de prazer empenhada naquele momento entre eles......

O casal de novatos delirou, em silêncio, com todas aquelas coisas novas. As pernas de Ana já se sentiam húmidas.  André, de temperamento muito calmo e sossegado começava agora a sentir-se agitado, com uma expressão de desejo no olhar e claro, muita curiosidade de experimentar coisas novas.

À direita, uma sala discreta, baixa luz, sem porta... era o "quarto escuro". Na porta, uma curtina de fitas.

Após transpor aquelas cortinas, residia a melhor parte da noite, talvez até da vida, quem sabe, de Ana e André...

Arredaram as cortinas. Os segundos que se passavam, pareciam minutos. Os sentidos de Ana revelavam várias sensações que dificilmente iria esquecer. Nos dedos sentia o correr dos fios da cortina. Os olhos, enganados pela luz do exterior ambientavam-se agora à meia luz do ambiente daquele quarto que nem em pensamentos ela ousara alguma vez imaginar....
Estavam quatro casais que conviviam entre si, exibindo seus corpos, puras armas de dedução... naquele quarto imperava o silencio, a única coisa que se ouvia eram as suas respirações ansiosas. Ninguém parou o que estava a fazer.

Aquele quarto estava destinado a quem gosta de ver e ser visto. Lá ao fundo, um casal chamou mais a atenção. Pode-se dizer que era o casal mais "reguila". Ela, em cima da cama, pernas esticadas e tronco o mais inclinado para baixo que podia, facilitando assim a penetração que seria bem funda... a penetrar, um macho bem experiente... ouvia-se o som dos dois corpos a baterem um no outro, os testículos batiam na vagina da companheira. Bem gostoso de se ver e mais ainda de se fazer. Cá de fora rompiam gemidos dos casais que exploravam os seus fetishes. André, vislumbrava tudo a sua volta enquanto ao mesmo tempo imaginava a origem, a fonte dos gemidos. O que estariam a fazer, curioso, não conseguiu tirar os olhos tempo suficiente para ver para além do casal lá do fundo...
Casais interagiam entre si, as curiosas acariciavam-se enquanto sentiam cada penetração. Ana gostava de, naquele momento poder sentir todas as sensações que observava. Enquanto isso, sentia a tesão de André crescer, fazendo-se sentir nas suas costas...
Para ela parecia que, não era o seu corpo, nem a sua mente. Pois parecia não conseguir controlar nenhuma das duas...

Bom mais tarde voltaram para casa. A inspiração ofertada por todas aquelas experiencias deixou-os soltos e convidativos a uma ótima noite de prazer, a luz dos pensamentos de toda esta experiencia para eles maravilhosa. A próxima ida ao clube seria não para ver mas para sentir cada delicia, cada toque envolto em fortes sentimentos e tesão...





1 comentário:

  1. Adorei sua história, como gostaria de ir com minha esposa, temos 54 anos, mais não sei como fazer para convida la, tenho medo de ela não aceitar, podem me dar uma dica, email, luizxv29@gmail.com

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