sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Miradouro do prazer. Uma escapadinha maravilhosa

Hoje arranjei maneira das filho tas ficarem com os avós.
Tinha estado a semana toda a preparar uma surpresa para o marido. Planeava um passeio a serra de noite para tirar fotografias e claro algo mais. Tinha muito mas intenções para com o meu marido.

Depois de deixar as criança vim para casa. Levava vestido, meia de liga e sapato alto. Nada de roupa interior. O vestido justo assentava no meu corpo. Os mamilos viam-se duros à transparência.

O marido chega a casa enquanto me maquilho.. chega de mansinho e penetra meu rabo com um dedo bem atrevido... estava com uma vontade, hummm...

Antes de sair de casa, faz-me um oral fenomenal, aquela língua húmida navegava nos lábios sedentos de prazer. A minha vontade aumenta ainda mais.
Saímos de casa. Escada a baixo, passamos pelo vizinho. Vestido bem curto, meia de liga à mostra, o vizinho olhou com olhar de cobiça.. fiquei com um sorriso malandro.. podia imaginar o que estava a pensar naquele momento.

Pelo caminho,  o meu marido acariciou a minha coninha húmida e cheia de tesão.

Parámos num miradouro, à beirinha da estrada. Puxei o banco dele para trás. Abri-lhe a braguilha. O seu pau, saltou logo, não tinha roupa interior,, adorei a surpresa..
O pénis dele, bem penetrado até à garganta, ele adorava, a língua massajava-o. Boca quente e húmida. Ele pega-me na cabeça e insiste , fazendo-me quase que engoli-lo.

Puxa-me para ele, mãos agarradas ao volante, seios à mercê da sua boca, uma perna para cada lado, a delicia de uma noite diferente.. Ele apoia-me as nádegas e puxa-me para ele, penetrando me de vontade. Senti-o deslizar dentro de mim, vagina quente e apertada. Eu safada, num pulo, saio do carro ainda com a barra do vestido na cintura. Estico-me em cima do capô do carro, o meu marido traz a máquina fotográfica e tira umas fotografias...

Depois das fotos, subimos para o miradouro, estava frio mas o tesão era tanto que nem chegavamos a perceber.

Lá em cima, encostou-me a uma cerca e penetrou-me bem gostoso, hum, há muito tempo que não me sentia assim. Naquela posição, sentia o pircing tocar no meu ponto G.
Os sentimentos, para além de um prazer imenso, era Também a adrenalina, há casas do lado contrário e passam carros na estrada, pertinho de nós.

Hum aquele prazer todo. Senti-lo rasgar-me, cada penetração, fazia sobressair em contexto com o frio da rua, o calor das minhas entranhas. Ouvem-se os nossos leves gemidos.

Perto de nós estava uma grande pedra na qual me sentei. O meu marido, ligeiramente agachafo, puxa as minhas pernas e coloca-as nos ombros. Não podia ser melhor. Sentia-o entrar bem fundo. Olho-o nos olhos e sinto o prazer dele bem junto com o meu... Puxou-me pelas ancas.....Em pouco estávamos os dois já satisfeitos. Sentia os nossos fluidos escorrerem para a pedra onde estava sentada...

Uma escapadinha maravilhosa como à muito não tínhamos. Ficamos ainda no miradouro, a namorar e aproveitar o momento. Espero que se repita várias vezes....





quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Fim de semana na neve... 2° parte

5 da manhã.. Sofia regressava ao hotel depois daquela noite de prazer intensa.

O acordar foi atribulado mas muito sensual. No leito estavam três corpos desnudados, tapados apenas por um lençol que cobria pequenas partes daqueles corpos suados e cansados da noite anterior.

Sofia encontrava-se  entre aqueles corpos perfeitos de Walter e Yan. Deslizou na cama, sentando-se e vislumbrando aqueles corpos escolturais. As pernas balançavam só de pensar na noite anterior. Acariciou- os com a leveza de um toque delicado e vestiu-se, saindo de leve, de regresso ao hotel.

Chegada ao hotel, entrou, subiu para o quarto. A camareira que escutara à porta no dia anterior viu-a a chegar... nos olhos dela via-se a vontade dela entrar junto com a Sofia no quarto..

Sofia, apressada, cabelo bagunçado, entra no quarto salta para cima da cama macia e delicia-se com as lembranças da noite anterior. Tentanto lembrar de cada detalhe ao redor da piscina enquanto aqueles homens lindos a penetravam ao mesmo tempo.
A lembrança daqueles corpos másculos, dos gemidos dos três, cada toque incendiavam-na interiormente.
Levanta-se de sorriso na boca e vai para o duche..

Do outro lado da porta, a camareira pensava numa maneira de poder entrar e espiar tudo o que se passava naquele quarto...
Pega num conjunto de toalhas brancas bem macias, chave do quarto e entrou.

Ouviu o som do chuveiro e quase inconscientemente, dirigiu-se para a cabine, espreitando pelo canto do olho na ombreira da porta. Olha Sofia enquanto cada peça de roupa desliza no seu corpo. O ritmo cardíaco acelera. As faces ficam ligeiramente mais rosadas que o normal.

Sofia entra no chuveiro. A água morna desliza-lhe pelo corpo arrepiado. A camareira, atrapalhada deixou cair uma toalha. Ao abaixar-se Sofia notou-a...

- Desculpe, não percebi que estava no quarto, desculpe... disse ela...

Sofia não sabia o que responder, ficou em silêncio. A camareira, deixou as toalhas e dirigiu-se à porta. Pelo caminho, viu a mala meio aberta ao lado da cama. E a curiosidade, fruto dos gemidos que tinha escutado à porta no dia anterior, foi mais forte do que a obrigação de sair do quarto. Abriu a mala e junto com as roupas viu os companheiros de quarto de Sofia.. Curiosa pega no vibrador e no gel que estava ao de cima e olha espantada.

Sofia, enrolada numa toalha, entra no quarto e vê a camareira com as suas coisas na mão. Pára à porta e dá uma leve tossidela.

A camareira aflita deixa as coisas na mala
- Desculpe, foi mais forte que eu... ontém ouvia aqui no quarto... disse ela, limpando um pingo que escorria pelos ombros de Sofia.

Aquele toque tinha agradado Sofia. Num gesto, Sofia deixa cair a toalha a seus pés, pega na mão da camareira, aconchega-a nos seus seios e pergunta...

- Tens curiosidade? Queres experimentar?

A camareira olhava o corpo de Sofia, sem saber como ou o que responder. Aperta bem o seio de Sofia. Sofia, como atrevida que era, trata de se desenvencelhar das roupas dela.... várias carícias foram trocadas pelas meninas... não se ouvia nada naquele quarto.

A camareira, deita-se na cama... Sofia acaricia os seus seios...


... os lábios de Sofia e da companheira acariciavam os seus seios mutuamente. O calor e o tesão começaram a crescer dentro delas, as línguas acariciavam os corpos sedentos de prazer. Docemente, as caricias foram descendo, ambas deliciam-se com o sabor uma da outra, por entre lambidelas deliciosas no clitóris, notavam-se as respirações ofegantes das duas. Sofia estica-se e puxa o seu vibrador, passa-lhe o gel térmico e penetra a camareira com ele, ela gemeu. As sensações eram diferentes, intensas e novas. Enquanto era penetrada com o vibrador, fazia Sofia vibrar, bem encaixada entre as suas coxas, rodopiando a língua curiosa pelo clitóris de Sofia, sentindo-lhe o sabor...

A libido das meninas começou a aumentar, os corpos escaldavam, respiração agitada. A camareira lambia aquela vagina e apertava a perna a cada penetração de Sofia. Em pouco, ambas iriam ceder ao prazer. Sofia acariciava o clitóris dela enquanto a penetrava.

Ouviram-se gemidos das duas, iriam sentir nas suas bocas cada vibração de prazer, uma da outra, num orgasmo bem intenso e quente..



Deitadas na cama, uma ao lado da outra trataram de se apresentar, afinal, ao que parece quando vem o tesão, não tem lugar , nem falta de  nome do companheiro que impessa estas meninas de desfrutar  das delicias do pecado.


By Rita Gonçalo





quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Sexo furtivo no shopping

-Filipe andava a fazer as compras de Natal quando viu um molherão, uma Deusa.... Foi atração à primeira vista. Basicamente, seguiu-a durante horas até que ela se sentou na esplanada de um café. A oportunidade perfeita para meter conversa.
Sentou-se, com ar de galã de telenovela  e disse...
- Olá princesa. Diz-me o teu nome. Preciso dele para fazer a lista de presentes para o Pai Natal.
Andria sorriu..
- Gosto de homens que saibam fazer-me sorrir.
- Brincadeiras à parte, queria sentir o teu sabor...

Andria . Não respondeu. Nem uma palavra. Já o seu corpo gritava de vontade de cair nos braços dele.
Ele fez com que ela se lembrasse de um rapaz que tinha conhecido no chat. Nada importante, apenas tinham trocado algumas fotos de partes do corpo. Em fim, ficou cheia de tesão. Conversa vai, conversa vem e Filipe fisgou-a.. próxima paragem?? WC...



 Entraram no WC masculino. Porta trancada...  Rolaram caricias, amassos, calor, tesão.
 Humm, o corpo dela dilatava a cada toque.
Ela, agarra-a com firmeza e encosta-o à parede. Desaperta cinto, botões e saca o pau dele já duro das calças. Agacha-se  e abocanha-o..
Filipe olhava com atenção cada movimento de vai e vem que ela fazia, o pau enterrado na boca dela fazia-o delirar e gemer...
Ele, puxa a pelo cabelo, agarra-a pelos ombros, encosta-a  à parede e, puxa-lhe a saia para a cintura, expondo as coxas perfeitas. Puxou a camisola e parou...  Nas costas tinha uma tatuagem conhecida para Filipe.
Será? Pensou ele... E uma tesão aumentou dentro dele.

- Andria? Perguntou ele...
- Como sabes o meu nome?? Perguntou ela, intrigada.

Filipe sorriu levemente de satisfação e uma leve alegria
- Chamo-me Filipe. E dá lhe uma estocada. Penetra-a e aperta-lhe ligeiramente o pescoço. Coisa q sabia que ela gostava pois tinha lhe contado numa das conversas..
Ela, espantada associou logo e, interiormente pegou fogo. Aquele desejo carnal aumentava a cada respiração no seu ouvido.
A cada penetração funda, os peitos de Andria tocavam no azulejo gelado da parede. Os seus mamilos ficaram frios e duros.
O contraste entre o calor do seu corpo, aquele fogo que os envolvia e o frio da parede, faziam-na delirar, gemendo.

Quando ela gemeu, a libido cresceu ainda mais. O pénis de Filipe endureceu ainda mais, fazendo com que Andria sentisse aquele membro bem justo dentro de si. Cada movimento era sentido intensamente pelos dois. Aqueles dois corpos estavam unidos no prazer e no pecado... pareciam apenas um, tinham sido feitos um para o outro.

Filipe sentindo cada sulco, todas as carnes quentes dela, aumentou as penetrações, mais intensas e profundas, subiu uma mão e agarrou um seio bem arrepiado..  Andria empurra a parede de modo a ficar bem posicionada a senti-lo lá bem no seu interior.

Naquele WC ouvia-se agora o som de todo o prazer de dois corpos que se completam.
Andrea estava quase a sucumbir a todo aquele prazer.. ela leva uma das mãos à sua vagina e acariciando o seu clitóris, com movimentos deliciosos e bem húmidos. Um orgasmo forte e maravilhoso fez-lhe escorrer pelas pernas os seus líquidos. Dentro dela, um frenesim de emoções, a sua vagina contraia-se deixando o pénis de Filipe bem apertado. Ele doido de prazer ao senti-la, abranda o ritmo para poder sentir cada vibração.
Geme a cada apertão.  Geme. Retira o pénis de dentro dela e deixa escorrer nas nádegas de Andrea o seu esperma quente.
Cansado, respirava no pescoço dela, sem notarem, estavam os dois abraçados, encostados à parede. Ajeitaram-se para sair. O mundo parou quando perceberam que se namoravam à distância.


Tinham muito para conversar e claro muito prazer para ter....


By Rita Gonçalo