segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Gemidos rasgados pelo calor do flash

O relógio marca 15 horas. Era sábado e eu preparava-me para mais uma sessão.
Um casal do norte, de visita ao Porto, tinha agendado aquela que seria até hoje, uma das melhores experiências profissionais que alguma vez tivera.
No local combinado aguardava eu, de máquina na mala, baterias carregadas e uma enorme vontade de fazer mais uma vez, um retrato fiel de um momento tão íntimo como a vida a dois assim o deseja.
Minutos passaram e um carro surge conforme combinado. Eram eles.
Ele estatura média, muito bem vestido, simpático e muito cuidadoso com os pormenores. Ela lindíssima, fazia-se acompanhar de um sorriso tímido mas autentico, sedutor mas introvertido pois tal era a ânsia de experimentar uma sessão fotográfica.
Levaram-me no seu carro. Pelo caminho falamos de tudo menos o que em momentos iríamos realizar.
Chegamos ao motel. Um quarto acolhedor embora pequeno. Charmoso e muito bem decorado, com um chaise long branco ondulado muito inspirador.


Enquanto preparava o equipamento, Fátima, de seu nome recolhia-se no quarto de banho pois queria preparar-se para a sessão. O seu corpo transparecia já por entre os tijolos de vidro iluminados no interior, deixando perceber os contornos daquele corpo brilhante e pele suave.
Coberta com um body preto, rendado e suave ao toque, entrara no ambiente daquele quarto a média luz.
Ricardo estava já sentado na cama, entre as almofadas brancas e a coberta acetinada que tapava a cama. Tímida, Fátima aproximou-se e no colo de Ricardo, aconchegava já o seu corpo ansiosa de sentir as suas mãos na sua pele.
Quebrou-se aquele silêncio inicial que se tinha apoderado daquele momento. Uma palmada nua, forte, meiga ao mesmo tempo rompia por entre aqueles dois corpos ainda frios de medo mas quentes de excitação.
Fátima largou um gemido que por momentos me fez estagnar no acto de fotografar. Era um gemido autentico, sentido e revelador de tamanha emoção que os meus ouvidos sentiram tanto como a minha pele. Era vibração pura. Nunca ouvira eu tão doce gemido.
Envoltos em caricias e palmadas, os dois revelavam a verdadeira união que os juntara anos antes. Cada toque um gemido, cada palmada uma entrega, cada olhar um trincar de lábios em que ela me mostrava o quanto prazer sentia.
Dentro de mim o meu corpo respondia a cada gesto, a cada olhar, a cada vibração como se os papéis estivessem invertidos e fosse eu não o fotografo mas sim o fotografado.

Em cada momento que sentia essas emoções a minha reação era registar. Registar cada emoção, cada pormenor, cada detalhe em imagem pois tal era a carga sensual que aqueles dois corpos emanavam e que me deliciavam os sentidos.
Os gemidos encobertos pelos lábios, cada vez mais altos e sentidos deixariam de se ouvir. Gemia agora Fátima, enquanto Ricardo penetrava a sua vagina com a sua língua, em movimentos ora cuidados, ora fortalecidos de tal vigor que transformavam os olhos dela em fontes de luz e prazer.
Era magnífica a forma como podia registar a emoção que a pele, os lábios, os olhos e o rosto de Fátima transparecia.
Concentrei a minha atenção em pormenores. O detalhe da língua dele a percorrer os lábios vaginais dela, a delicadeza com que ela agarrava o cabelo dele, a forma tempestiva com que o puxava para dentro de si, a unhas que entretanto apertava nas costas dele... Momentos de tamanha emoção que nem a fotografia consegue detalhar em profundidade.
Penetrava-a agora ele. O seu pénis acariciava aqueles lábios com ternura e enterrava com tamanha força que os gemidos transpareciam a emoção que ela sentia.
Ela estava deitada. Junto a cabeça dela baixei-me e sentia, enquanto fotografava, o seu ofegante respirar e o seu prazer de loucura e emoção tal que arrepiava o meu corpo ao vê-la ali, com o olhar fixo em mim, trincar o dedo e gemendo de vontade.
Por momentos imaginei sentir a mão dela percorrer o meu corpo, enquanto vibrava com o que sentia. Imaginei sentir os seus lábios acariciar a minha pele enquanto gemia de prazer. Imaginei... Pois a razão de um fotografo é a imagem e essa imagem percorria agora a minha mente.
Continuei a fotografar enquanto aqueles dois corpos, transpirados de emoção e delírio se comiam mutuamente.
Num breve mas profundo gemido, os dois em uníssono, atingiram tamanha excitação apenas traduzido por um olhar entre eles e uma explosão de sentidos. Tinham-se vindo os dois, à minha frente. Tão belo esse momento e ao mesmo tempo tão íntimo que foi uma delicia vê-lo acontecer e poder registar o mesmo em imagem.

Naquele sábado, cada minuto que estivemos juntos parecia eterno...
By IntimusPhoto Studio


sábado, 13 de dezembro de 2014

Fim de semana na neve...

Sofia, solteira e independente. Trabalhava na bolsa. Vida corrida, sem tempo para nada. Estava farta de Lisboa. Resolveu aproveitar o resto dos dias de férias na neve.

Sexta feira, malas arranjadas, Sofia fez-se à estrada. Chegou ao hotel mesmo a tempo. Parecia que estava prestes a chegar um nevão. Entrou no hotel e dirigiu-se para o quarto. Tinha reservado um quarto de excelência. Suite, uma cama grande e bem sensual, em frente, uma lareira maravilhosa já acesa.



O ambiente convidava ao descanso. Foi tomar um longo banho de espuma, bem relaxante para descansar e no dia seguinte poder desfrutar de toda a paisagem envolvente...

Tomado o banhinho, vestiu a camisola de seda e foi desfazer a mala. Uma mala bem grande. Nela trazia meia dúzia de pecas de roupa quente, botas de neve e dois blusões. Todo o restante, huuummmm, dêm asas à vossa imaginação... dildo de vidro, dildo duplo, vibradores, géis térmicos, enfim, não faltava nada para se entreter...

Queria dormir cheia de prazer... começa a acariciar-se, peitos e clitóris passando com o vibrador pelo corpo, hummm que arrepiozinho gostoso lhe provocou. Mãos para baixo, vibrador em potência máxima dentro dela, que delicia...

Do lado de fora do quarto, ouviam-se leves gemidos que despertavam a atenção tanto do serviço de quarto como dos hóspedes que passavam, por vezes abrandavam o passo e ficavam a tentar imaginar o que se passava dentro daquelas paredes.

Enquanto manobra o vibrador na sua vagina quente, com a outra mão e entre gemidos, pega no gel térmico e aplica com geitinho nos mamilos e clitóris. Massajou e na hora, foi invadida por uma sensação prazerosa de calor. Gemeu mais alto. Os seus pontos mais sensíveis estavam a aquecer e a proporcionar-lhe um tesão que a estava a deixar doida...
Bochechas coradas, aumenta o vai e vem do vibrador na sua vagina... começou a escorrer o seu corrimento... pega no gel e aplica no vibrador, penetrando como se a sua vida dependendo disso sentiu aquele calor proporcionado pelo gel alastrar pelas suas entranhas a fervilharem de vontade de um orgasmo. Acariciava o seu corpo até que solta um gemido alto, à qual a camareira encostou o ouvido à porta.
Estava em êxtase , humm aquela vontade de se vir enquanto se penetra e aquele calor levou a a ter um orgasmo maravilhoso. Os gemidos aumentaram e, de repente parou.

A camareira, desprega o ouvido da porta. Ficou tão abstraída e com tanta vontade de estar no quarto que nem reparou se alguém a via a escutar à porta... ficou com a sua vagina a pulsar de vontade que alguém a pegasse de feito e a comesse bem comida...
No quarto, só o cilêncio se ouvia agora. Sofia ficou cansada. Depois do orgasmo, tirou o vibrador, o seu melhor amigo e deixou-o na almofada ao lado.

Quando deu por si, era de manhã. Acordou cedo, deu os bons dias ao seu companheiro de prazer com uma lambidela e vestiu um pijama para ir tomar o café da manhã.

Desceu num modelito de pijama que parecia um urso a agarrá- la pelo pescoço. Toda a gente olhava para aquela personagem que ninguém sabia bem de onde tinha saído, enquanto ela se dirigia para o buffet...

Tomado o pequeno almoço dirigiu-se ao quarto para tirar o urso e vestir-se para fazer um pouco de desporto na neve.. tinha um instrutor de esqui  reservado para lhe mostrar a estância e claro ensiná-la a esquiar ou, outras coisitas mais, era uma safada de mente( e corpo) bem aberta...

Passa na loja a levantar equipamento e o instrutor ... ficou surpresa, ainda ia ser melhor que tinha imaginado. Ele era uma brasa... já sentia as cuecas a aquecer, bem como o resto do seu corpito malandro... Walter era o seu nome, todo lindo, cara barbada, dava-lhe um ar bem sexy.

Passaram a manhã entre risadas, trambulhões, brincadeiras e piropos,  digamos que pouco celestiais, mais para infernais, bem quentes. Finda a aula, Sofia não podia deixar passar em branco...
Numa de se meter com Walter, perguntou-lhe onde se bebia um bons copos em boa companhia ali na Serra.

Ele deu-lhe uma morada e disse que era o melhor sitio da zona... disse-lhe que também estaria lá...

Passou o dia eufórica à espera que chegasse a noite, na expectativa das pessoas que iria conhecer e no quanto se ia divertir.

Quando anoiteceu, preparou-se e apanhou um taxi ate à morada... chegado lá, era um chalé bem charmoso pertencente ao hotel. Pensou em voltar a trás mas... bateu à porta.

À porta vem um rapaz alto, lindo. Que corpo. Acho que ela o despiu com os olhos. Morde o lábio e der repente, dá-lhe o clic e diz.

- Olá deram-me esta morada mas acho que me... não chegou a acabar a frase quando o rapaz a interpelou...

- Não , não. É aqui mesmo o melhor sitio da Serra para tomar um copo. Prazer Ruby.
Esticou a mão e agarrou o braço de Sofia, puxando-a para dentro. No sofá estava Walter. A beber um drink. Olhou para trás do sofá e vislumbrou uma piscina aquecida numa sala toda envidraçada.

- Uau! Vocês têm piscina aqui?
- Temos. Olha entras ali, vais buscar um biquíni, vestes e vamos dar um mergulho...

Vai para o quarto indicado. Abre a gaveta de uma cómoda onde tinha dezenas de biquínis. Começou logo a imaginar as festas na piscina, eles os dois rodeados de tantas mulheres. UI que tesão. Começou logo a escorrer...
Vestiu um dos biquínis minúsculos, um top por cima e la foi ela... com um ar de atrevida.perguntou aquilo que não calava na cabeça dela

- Grandes festas na piscina.... disse ela aproximando-se de Walter. Ao que ele responde
- Só de vez em quando, nada mais importante que tu, aqui e agora.

Com firmeza, agarra Sofia pela cintura e puxa-a para ele, debruçando-se sobre ela e roubando-lhe um beijo bem fugoso. Tira a roupa. Que corpo.
Ela não disse mais nada. Num salto, ele puxou-a, ela agarrou as suas pernas à volta da sintura dele. Ele pega-lhe uma mão nas costas outra nas nádegas e senta-a bem em cima de aquele pénis delicioso. Ela gemeu surpresa. Era tão grosso, não estava nada à espera. Com movimentos fortes leva o seu pau a penetrá-la bem fundo.

Ruby tinha ido fazer um cocktail. Regressou e viu os dois
- Hum! Também posso participar?
Walter sentou-se no sofá e fez um sinal a Ruby. Virou Sofia deixando a sentada no sofá. Os dois desceram até à vagina de Sofia.

Sorpreendida e agradada, solta um gemido. Adorava sexo oral então dois homens ali, hum delicioso. Um brincava com o seu clitóris, outro penetrava a sua vagina com a língua, deixando a ainda mais húmida.. nunca se tinha imaginada em tal situação....

Adorava cada carícia. Gemia, a cada chupadinha nos lábios... Ruby , senta-se meio deitado no sofá, ao lado de Sofia.

Puxa Sofia para si, penetra-a, sente aquela vagina quente e bem húmida... Walter, ficou a estimular o ânus dela... Ela estava cheia de tesão. Walter brincava com a língua no rabinho de Sofia, estava tão excitada.
Começou a relaxar e o seu corpo deu-se ao prazer. Quando ela estava pronta, Walter começou a penetra-la. Só com a cabeça. Ela agarrou bem firme os braços de Ruby num gemido que deixou is rapazes bem doidos. Walter penetrava devagarinho até que, enquanto Sofia cavalgava Ruby, ela penetra o pau de Walter bem fundo no seu cu. Que delicia, os três deliraram.
Dentro dela, parecia que os dois pénis se tocavam. Os rapazes estavam a adorar senti-la assim, quente, molhada excitada.
Cada penetração, cada gemido dos três...

Walter levanta-se e chama os dois para a piscina. Senta aquele corpo gostoso à beira da piscina... pernas na água, acaricia o seu pau duro. Sofia desce a escada até Walter, doida para sentir aquele pau na boca dela. Pega nele e chupa-o, sentindo o seu sabor. Que delicia, rodopia a a língua na cabeça.

Ruby, com um gingado todo sexy, mergulhou nas águas quentes da "piscina do prazer". Emergiu e, agarrando as ancas De Sofia, arreda o biquini e penetra-a deliciosamente. Cada penetra não do Ruby, cada estocada fazia com que Sofia engolisse o pénis de Walter. Era um frenesim de gemidos dos 3 na piscina. Cada gemido deles, aumentava a libido dela. Sem aguentar mais entregou-se ao prazer... Ruby sentia as contracções do orgasmo dela no seu pau, trazendo-o quase ao orgasmo.. Ela, com o pénis de Walter a desaparecer na boca. Ruby, vem para o lado de Walter. Os dois começam a masturbar-se para ela, querem encher a cara dela de leite bem quentinho e delicioso. Num instante, vêm-se para ela. Que delicia. Ela, chupou-os e lambeu-os, certificando se de que sorvia tudo. Num beijo a três, partilharam os sabores de todo o prazer que tiveram...

Agora sim, podiam desfrutar da piscina... como irão ser os próximos dias na Serra... veremos....


By Rita Gonçalo
Com a colaboração de Pedro Silva






quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

O Pápa Universitárias...

Uuuuiii que bom!!!!

Clyde era um arquiteto renomado... Atualmente dava aulas na Universidade.... Lecionar era o seu prazer e quando digo prazer, refiro-me mesmo a orgasmo ...
Homem bem constituído, ombros largos, alto, cabelo liso e grisalho. Sempre com um sorriso maroto. Era o tipo de professor que deixava os alunos à vontade, principalmente as alunas, claro. Tivera uma educação de aristrocacia que se notava principalmente no tipo de linguagem...
Conquistava a confiança de todas, sentava-se à mesa com as meninas ao almoço, dizia piadas em fim, um prof todo fixe. Era um sacaninha. Divorciado para poder te-las todas sem ter de dar justificações a ninguém.
Sempre que uma menina lhe interessava, o maroto fazia questão de arranjar uma maneira de baixar a média para que ela necessitasse de explicações...
Desta vez era a Doce Mariana que lhe interessava. Uma morena de lábios bem carnudos, um batom rosa que lhe deixava os lábios ainda mais deliciosos...
Lá deu a volta às notas de Mariana. Teve a ajuda de uma colega que adorava que Clyde lhe comesse aquele cu.... fácil de manipular claro.
Mariana estava um pouco apreensiva, sentada à mesa no bar. O professor, maroto, senta-se à mesa com ela.
- Professor, estou a pensar fazer o exame para melhoria de nota. disse ela, em busca de um conselho.
- Acho que faz bem, mas pelo sim pelo não, se calhar é melhor passar lá em casa. Dou-lhe uma explicaçãozita, para ir mais madura, mais confiante.
Ela concorda. Mentalmente, o safado já esfregava as mãos e o pénis duro também...

Conforme o combinado, mariana combinou e apareceu para a explicação...assim que chegou ficou pasmada...
Clyde seria um tarado? Bom veremos... Clyde tinha o hábito de andar sempre todo nú por casa... quando abriu a porta a Mariana, ela atrapalhada diz.
- Ai, cheguei em má hora... é melhor vir mais tarde...
Ele, interpelando-a disse
- Não seja tonta, a menina nunca viu ninguém nu?
Ela, sem saber o que fazer entrou, assim.... meio que espantada.

Cheio de más intenções, encaminhou Mariana para a sala. Sentou-se numa mesa apilhada de revistas bem duvidosas, as quais ela tentou fingir que nem olhou.

Lá estava ele, sentado numa cadeira, todo nú com uma caneca  de chá de maracujá e frutos vermelhos na mão e um sorriso bem reguila naquela boca marota...

Mariana abre os "calhamassos", começa a resumir, Clyde ia dando dicas. Por baixo da mesa acariciava-se. Não conconseguia deixar de olhar para os lábios perfeitos de mariana e imaginar-se a ensiná-la a fazer um bom broxe. A mão dele viajava no seu pénis, deixando-o durinho...
Neste momento o que dizia a Mariana basiava-se em ssimm, huhumm, bom muito bom... conserteza já nem ouvia nada do que ela dizia....

Meia hora depois, doido para comer aquele monumento, diz
- Pronto Mariana. Estás pronta... Agora por favor, o pagamento...
Mariana empilha os seus livros, puxa pela carteira e...
... O professor levanta-se com um pau tão duro mas tão duro que parecia querer levantar voo...

Encolheu-se, meio envergonhada mas o seu corpo não, reagiu de outra maneira, abrindo-se de tesão.

- Arrume a carteira menina. Não é esse o pagamento que quero...
 Caminha até uma poltrona virada para uma janela.
Ia acariciando se pelo caminho.

Mariana seguiu-o mas não disse uma palavra...

- A menina ainda fica mais gostosa corada. Não se preocupe que eu ensino-a... dispa-se...

Ele senta-se numa poltrona...
- Agora vai me xupar todinho, percebeu? Disse ele...
Era um tipo caricato falava imenso durante o sexo, sempre com postura de "ensinar".

Mariana com um tesão que tentava não transparecer, ajoelhou-se e meteu o pau dele na boca e começou a chupar.

- Isso querida, ai assim com a língua às voltas, hum maravilhoso.
- Agora até à garganta... ai,, isso, hummm....
- Maravilha, um sinto a sua boca quente, que língua atrevida... hum só ficava mais maravilhoso se fossem duas bocas a xupar-me!!! Ahhhh

Mariana tinha vontade de se acariciar mas não sabia bem o que fazer... Clyde ololha para a doce Mariana corada e pega-lhe na cabeça... obrigando-a a penetrar até à garganta.
Ela cheia de vontade começa a tocar-se. Ao aperceber-se o professor fica ainda mais excitado, queria sentir-se dentro do rabo dela.

-A menina já praticou sexo anal? Perguntou, obtendo como resposta um leve acenar de cabeça, negando.
- Ai vou ser o primeiro, ai adoro...

Tirou o pénis húmido e duro da boca dela e vai buscar um frasco de gel lubrificante. Dá para a mão dela.
Ela besuntou-lhe o pau gostoso, sentia algo a escorrer pelas pernas. Nunca se sentira assim.

- Agora minha linda, apoie os joelhos na poltrona.. Vai adorar...
Ela assim fez...



Clyde não foi de modas, esfregou o pau para espalhar o gel, estava com uma vontade de a comer por trás, ate lhe crescia água na boca da expectativa.. faz pontaria e começa a meter a cabeça. Dolorida Mariana foge ligeira,ente para a frente, e ele, acompanha-a.

- Uii! Ai que deliciosa, não fuja agora, vai adorar... puxa-a pelos ombros e sem mais, penetrou-a de uma vez só.. Ela gemeu bem alto.

- Ai doí tanto.
- Não se mexa querida já passa, eu ensino-a, não se mexa.. diz ele, enquanto, debruçado sobre ela, acaricia-lhe o clitóris com uma mão e o seio firme com a outra.

- Hum ai querida, sinta-o todinho lá dentro, durinho....
....Sinta querida, uiiii, sinta o seu anel a alargar, ai que tesão a querida é!!!!

Quando sente aquele rabo delicioso e apertadinho dilatado o suficiente, começa a penetrá-la freneticamente...

- A querida é maravilhosa, que rabinho quente e delicioso e este clitóris duro. Esta a gostar a querida?

Mariana acenou a cabeça que sim e estava mesmo. Sentia o seu corpo vibrar. Contraia-se nunca se tinha sentido assim. Solta uns gemidos... ela quase a vir-se, o corpo a contrair-se e Clyde penetra-a fundo, de uma só vez e ela sente um orgasmo estonteante.

Clyde que lhe acariciava aquela paxaxinha deliciosa dizia

- Ai como esta coninha está, que orgasmo bom, gostosa a querida... uiii, aiii, adoro vê-la assim toda molhada. E este rabinho.... de anjo. !! Ai querida sinta-me... sinta-me enxer-lhe este rabo de leite quentinho.

-Ahhhh!! Hum mm!!

Deu uns longos gemidos, e veio-se, enchendo-lhe o rabinho todo... ela adorou sentir....

- Pronto a querida pode ir... já esta pronta para o exame!!! Deliciosa... Ela sem graça mas com vontade de repetir, perguntou

- Quando posso vir fazer mais uma aula?

- A querida quando quiser pode vir, eu ensino, com prazer!!

Mariana veste-se e da-lhe uma xupadela no pau, hum delirou, prometia voltar...

Mas o dia de Clyde não tinha acabado, ainda tinha marcadas mais duas aulas de esclarecimentos.....

-Ensinar com prazer é a minha vida....!!!

A história de um arquitecto para um arquitecto!!
Bruno Luisa
Personagem Mariana, inspirada em Mariana Martins


By Rita Gonçalo













domingo, 7 de dezembro de 2014

Elevador escaldante....

Sofia e Bruna, duas amigas e por vezes também amantes, vierem passar férias perto da praia.
As duas eram bem aventureiras e arrojadas. Sem taboos. Adoram sexo, duas tigresas escaldantes. Procuravam uma aventura sexual em cada esquina!
Estavam alojadas no 12° andar. Certo dia, ao saíram para jantar, apanham o elevador... Ao sair do quarto Bruna já estava com os seus típicos pensamentos maliciosos e um tesão que a deixava bem húmida.
Ao entrar no elevador, encosta a apetitosa Sofia à parede do elevador e agarra os braços dela.
Sofia vestia um vestido curto, justo nas ancas e sem  costas,mostrando as sua pele branca e cedosa.
Mordendo o lábio, Bruna cheirou bem de leve o pescoço de Sofia. Ela adorou, sentiu todos os pelos de seu corpo levantarem.

 O corpo de Sofia vibrou de tesão, sentiu seu corpo abrir-se para o tesão. Vira Bruna, invertendo as posições. Bruna, numa de provocar, desce, ficando sentada no chão do elevador. Sobe o vestido de Sofia ate às ancas , abre a vagina com seus dedos delicados e lambe o clitóris , dando umas chupadinhas deliciosas. Sofia solta um gemido.
Repentinamente, sentem o elevador parar. Entra um homem.
Foram apanhadas completamente desprevenidas. Recompuseram-se como meninas bem comportadas. O homem que entrou, Samuel, virou-se de costas, fazendo de conta que não tinha visto.
Mas não demorou muito até o tesão que sentiu ao ver as duas acariciar-se dar frutos.
O calor que lhe apoderava corpo e alma, que lhe corava a cara, fez com que numa fração de segundos ,  carregasse no botão STOP do elevador.
Virou-se para as meninas e não deu uma palavra. Num impulso, pega Sofia  pela cintura apertando-a contra ele, cheira lhe a pele, vira-a ao contrário.
Puxa-lhe os peitos para fora, ficando à mercê de Bruna que pega neles, acariciando suavemente.
Samuel, puxou o vestido. Sofia, desprovida de qualquer roupa interior, estremeceu só de imaginar o que se ia passar naquele elevador.
Samuel era um homem de estatura média mas o seu "instrumento" não preenchia os mesmos requisitos, era dotado de um pénis invulgarmente grosso.
Baixa as calças e penetra Sofia que solta um leve grito. Não estava nada à espera, sentiu aquele pau grosso trespassa-la. Em pouco tempo, Samuel ficou todo húmido dos sucos vaginais de Sofia, sentiu-se deliciado. Bruna beijava Sofia. A sua língua dava voltas gostosas na boca da parceira. Sofia, cheia de prazer, desce a sua mão até baixo da mini-saia de Bruna, arreda a cueca e acaricia-lhe aquela vagina quente bem excitada..Os dedos já húmidos penetra Bruna que geme ao ouvido de Sofia.
Aquela situação atípica, era de um tesão e um prazer sobre humano. Rapidamente gemiam os três . O ar estava já a ficar quente. Aquela mistura do cheiro de cada um,, os balanços do elevador proporcionados por aqueles três, situação propícia para o clímax.
Enquanto penetrava Sofia, Samuel também lhe acariciava o clitóris. Ela sentia-se no céu. O seu corpo contraia-se com o prazer proporcionado por aquele trio.
Os três, sentindo cada penetração, cada carícia, não tardou até Sofia e Bruna se virem.
Após aquele momento mimavam-se, acariciando cada centímetro dos corpos suados.
Samuel, penetrava ainda Sofia incessantemente. Puxando-a pelas ancas, aumenta o ritmo, sentia todas as irregularidades da vagina dela, o que levou quase ao orgasmo.
Retira o seu pénis de dentro dela. As duas Safadas, agacham- se e lambem delicadamente e fugosamente aquele pau bem grosso. Estava bem duro, no ponto...
Samuel dá um gemido. Adorou sentir duas línguas molharem o seu pénis. Vem-se para as duas meninas.
As duas, claro, prontamente lamberam todos os fluidos. Subiram e partilharam, num beijo entre os três, todo o leite de Samuel. Delicioso.
Recompuseram-se e decidiram voltar ao quarto das meninas, para tomarem os três banho juntos. Afinal a noite ainda era um bebé apenas. Iriam divertir-se muito naquela noite!!!

By Rita Gonçalo.



sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Sessão com sedução...


Este conto foi escrito em resposta e para Intimus IPhoto Studio...

Sedutora, desinibida assim era Mariana , uma simples mulher de olhos azuis que reflectiam a sua paixão pelo mar, era agora o centro das atenções de Pedro, fotografo de profissão e um verdadeiro cavalheiro do Norte.

Este percorria todo o corpo de Mariana con a lente da sua máquina fotográfica, sem falhar nenhum centímetro daquele corpo que o encantava e sem piscar de olhos deslumbrava se com tamanha ousadia das poses de Mariana que provocavam Pedro.

Uma simples sessão fotográfica íntima , o normal do dia a dia de Pedro era agora um momento de cortar a respiração, momento tão desejado por ambos desde a primeira vez que trocaram palavras por mensagem...onde Pedro não fazia a mínima ideia que havia conquistado Mariana muito antes de a seduzir.
Conseguiam se entender através do silêncio do olhar onde diziam tudo um ao outro sem uma única palavra e que apenas era interrompido pelo flash da maquina de Pedro que deixava Mariana a questionar se "- será que fiquei bem " " - será que ele gostou - " mas o brilho do olhar de Pedro ao tirar LPa maquina fotográfica do rosto dizia tudo, estava a adorar , aquele brilho ofuscava qualquer duvida de Mariana.

Cada vez mais perto , cada foto mais ao pormenor faziam com que Pedro se aproximasse cada vez mais do corpo de Mariana , perto o suficiente ao ponto de sentir o calor que este transbordava por estar na presença de Pedro.

Desinibida, provocadora Mariana começou a despir a lingerie que vestira para a sessão. Lingerie preta , de renda semi transparente onde o pormenor das correntes douradas do seu cinto de ligas contrastavam com a doçura da suavidade da sua pele que tentava Pedro a tocar.

Ficando apenas de cuequinha , seu corpo mostrava sinais de desejo por Pedro para além do seu olhar que a denunciava. A sua respiração mais acelerada , pele arrepiada , corpo a arder , Mariana não tinha controle nenhum sobre o desejo que sentia por Pedro.
Este apercebera se de tudo isto e num movimento inesperado Pedro deixa a maquina cair em cima da cama e aproxima se de Mariana agarrando a pela cintura , olhou a nos olhos e beija a intensamente como se fosse a primeira vez que os seus lábios se tocassem , se sentissem , se unissem...
Deixando Mariana corada sem jeito , ela desejava o , queria tanto que fosse verdade , mas não cria crer que era a realidade , não acreditava que estava a acontecer , era bom demais , melhor do que alguma vez sonhara.
Mas as mãos de Pedro eram bem reais , percorrendo todo o corpo de Mariana apertando o fazendo a acreditar que ali estavam , os dois , que não era um sonho , que nada se comparava aquele momento único e inesquecível que era estar nos braços de Pedro , sentir o seu cheiro , saborear o seu corpo , ver o seu sorriso...
Sem dar conta de como tinha acontecido , a boca de Mariana já percorria os contornos do corpo de Pedro , deliciando se com o seu sabor , sentindo o desejo de Pedro entre o seu pelo e a sua pele nos seus labios e este fascinado com todo o prazer que sentia ao ver Mariana beijar todo o seu corpo.
Sem exitar Mariana com um jeito delicado agarra o pau de Pedro teso e duro e passa em seus labios , de seguida na sua língua provocando o através do seu olhar atrevido que Pedro tanto gostava de ver e se perdia no tempo a aprecia lo.
Pedro já sentia o calor do corpo de Mariana no seu mas agora sentia um calor maior, molhado, sedozo era boca de Mariana que chupava , sugava e acariciava o seu pau cheio de tesão de uma maneira tao deliciosa e provocadora que fazia Pedro desejar se vir na boca de Mariana imaginando o seu leite a escorrer pelo canto da boca de Mariana pingando entre seus seios que embora pequenos , encaixavam se na perfeição nas palmas das mãos de Pedro e melhor ainda na sua boca.



Mariana gulosa e sedenta de tal desejo fez com que acontecesse , chupando o pau de Pedro de tal forma que ele se apercebeu que ela também o queria , que ela lhe estava a pedir que o fizesse e assim Pedro deixou se levar pelo momento vindo se todo na boca de Mariana gemendo de prazer fazendo do seu pensamento a mais pura realidade entre aqueles dois corpos que ha muito se desejavam e agora ardiam de paixão , de desejo , de prazer por estarem juntos naquele quarto de hotel em pleno inverno de Janeiro.



Mariana agora sentia o seu corpo a arrefecer pois sem dar conta também se tinha vindo toda ao sentir o prazer de Pedro.

Roupa espalhada pelo chão era o cenário de um encontro entre dois amantes que se tinham rendido ao desejo , ao tesão que sentiam um pelo outro.

Pedro cavalheiro atencioso como sempre notou que Mariana estava a ficar com frio e vestiu lhe o seu camiseiro favorito de cor branca que havia trazido vestido, aconchegando a em seus braços tao doces que a faziam esquecer que no outro dia aquilo que parecia um sonho iria acabar e ambos iriam regressar as suas realidades , levando consigo aquele segredo , aquele encontro inesquecível que um dia iriam contar aos seus netos como uma historia de uns amigos conhecidos....

By Mariana Martins







terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Um corpo tocado por um raio de sol

Aconselha-se a leitura deste conto com a seguinte musica
http://m.youtube.com/watch?v=fRMSNqjw48UEraa inverno!


O sol furava entre a cortina do quarto branco, moderno e decorado a rigor, entre traços de intimidade e vanguardismo, detalhes de flores e pétalas de encanto.!

Pedro acordou com um raio de sol que lhe espelhava a pele, na face.!
Devagar levantou-se e abriu o cortinado branco que tapava a janela. !
Uma claridade entrou naquele ninho de sedução e beleza.!

Era o corpo de Mariana, deitada na cama, que brilhava e dava luz aquele momento.!
Pedro aproximou-se da cama e passando a mão pelo lençol de cetim, sentiu o calor que o corpo nu de Mariana ali deitada, quente, sedutora.!

Pedro inclinou-se sobre Mariana e junto ao ouvido, suas palavras transpiravam desejo.!
“Bons dias” disse ele e nesse mesmo momento trincou muito leve aquela orelha perfeita. Deixou deslizar os seus lábios pelo pescoço de Mariana, sentindo cada ponto da sua pele arrepiada. O lençol deslizava agora pelo corpo de Mariana, empurrado pelas mãos de Pedro enquanto acariciava aquele corpo nu e belo. !
Mariana estava já totalmente descoberta e sorria.!
Pedro, percorria agora aquele corpo debaixo para cima com a sua língua molhada. !
O sabor daquela pele e o cheiro daquele corpo faziam desse momento um tempo sem fim.! Sedenta de vontade, Mariana deitava-se agora naquela cama, com Pedro deitado sobre si.!
Num beijo longo e molhado, despertaram um no outro desejos até aí por descobrir.!
Acariciando os seus seios, Pedro lambia os seus bicos tesos e massajava com vigor as suas mamas. Deixando-se deslizar para baixo, a sua língua encontrava agora a rata de Mariana, sem deixar de massajar seus seios belos. !
Húmida e cheia de desejo, Mariana sentia a língua de Pedro a leva-la ao céu, mordendo com cuidado os seus lábios vaginais. De repente um calor enorme invade o seu corpo. Era Pedro que penetrava agora Mariana com a língua.!

Já sedenta de vontade, Mariana, num movimento repentino, empurrava Pedro para a cama, rodando por cima dele. Em cima dele, massajava o pénis de Pedro com a sua rata, em movimentos calmos e quentes.!

Sem nunca penetrar, Pedro sentia Mariana quente, húmida, desejosa...!
Mariana, sentada sobre as pernas de Pedro, percorria agora o corpo dele com as suas mãos, massajando cada pedaço de mau caminho. As suas mãos acariciavam o peito dele. Sentia as unhas a agarrar os seus pelos.!

Mariana deixava deslizar as mãos para a sua barriga. Molhada, tinha deslizado ela mais para baixo e num momento único, agarrou o pénis de Pedro e em movimentos vigorosos, masturbou-o.! !
Nunca havia ele sentido assim aquele calor. Mariana masturbava, já com a sua boca colada ao corpo de Pedro. Não conseguia parar de o acariciar com os seus lábios. De repente sentiu Pedro os seus lábios quentes e molhados no seu pénis. Era Mariana a chupar, com delicadeza.!
Com enorme vontade, Pedro puxou Mariana para si, juntando lábios com lábios e, completamente extasiado, penetrou-a enquanto abraçava com vigor o corpo dela. !
Mariana queria ter o domínio da situação mas não conseguia. deixava-se ir naquele aconchego penetrante.!
De repente, afasta o seu corpo de Pedro. Estava sentada e com força, penetrava-se a si mesma com o pénis de Pedro, teso e grande.!
Gemia alto, pedia que a fodesse com força, com força.!
Pedro estava delirante com aquele momento. !
Os dois unidos, gemiam cada um pelo outro até os seus corpos suarem de tal forma que escorregavam os dois entre si.!
O momento de tal vigor que os dois, extasiados, sentiram o orgasmo mutuo e íntimo.!

Era inverno mas esse dois corpos fervilhavam de emoção
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