quarta-feira, 29 de abril de 2015

Assalto? sim, mas com prazer!



Rosa era uma mulher linda e sufisticada. Dona de uma coerência e suavidade que lhe acentuavam ainda mais a sua beleza.
Tinham uma casa linda, estilo vintage, cheio de artigos valiosos...
Sem saber, a sua casa era alvo de cúbiça por parte de um ladrãozinho, por assim dizer, bem vira-lata.

Noite de verão, Rosa chega a casa desejosa por um banho. Entrou na banheira..



Agua quentinha , essência de leite de côco e pétalas de rosa... este era o seu momente de relax.. Casa à meia luz, bem sensual...

Do lado de fora da casa, na esquina estava Paulo, o assaltante que iria assaltar a casa de Rosa. A casa e algo mais.
Esta era a primeira vez de Paulo, num assalto claro! Destraido nem se apercebeu da entrada de Rosa em casa. Dá a volta a casa e de modo desastrado, salta para entrar pela janela.
Todo torto, caiu de cabeça no chão da sala. Olha em volta, imperava o silêncio. Sacou de um sacola onde começou a por tudo o que achava de valor.

Uma hora tinha passado desde que Rosa havera entrado no banho, estava na hora de sair. Enrolou-se na toalha, dirigiu-se ao quarto e pôs uma música sensual, calma.

O Paulo pulou de susto quando a música começou. Quase que derrubava um candieiro que estava em cima de uma cardência. Virou-se e conseguiu, por pouco, agarrar o candieiro. Quase que suspirou de alívio.

Rosa saiu do quarto para recolher as sacolas de compras que tinha deixado à porta de casa. Queria experimentar os seus cremes novos. Balançava ligeiramente ao som da música a cada passo que dava. Chega à porta, pega as sacolas e, olha para a sala. Algo que se movia chamou a sua atenção...

Ao olhar vê um homem com uma espécie de gorro que lhe tapava o rosto. Vestia um casaco tipo ganga que lhe dava um certo charme.
Neste momento, os olhares de ambos cruzam-se. Ela ao ver um homem encapuçado, assusta-se e levanta as mãos mesmo sem ele dizer a típica frase " mãos ao ar, isto é um assalto".

O assaltante, pensava no que iria fazer e baralhado, em vez de fugir para trás, correu em direção a ela. Ela por sua vez, sem dizer uma única palavra levanta os braços mais ainda o que fez, imaginem..... com que a toalha deslizasse pelos seios, caindo no chão.

Bem neste momento, Paulo ficou imóvel. O que via agradáva-o. Uma pele branca e cheirosa. Sentia, à distancia, o perfume suave de Rosa. Deslizou o olhar pelo corpo dela. Seios pequenos e firmes, mamilos rosados. Ventre torneado e um umbigo lindo. Abaixo da barriga, não havia um único pelo. Ancas largas. Pareciam ter sido feitas para agarrar firmemente. Passaram-se segundos mas, pareciam largos minutos.

Nas calças de Paulo, ergueu-se um tesão, fruto da adrenalina e do vislumbre que lhe passava pelos olhos. Num breve momento, Paulo seguiu os seus instintos mais animais, mais primitivos. Levantou metade da máscara que tapava o seu rosto, deixando o nariz e a boca destapados e dirigiu-se para Rosa que bloqueou sem saber o q fazer.
Pelo caminho, despiu o casaco.

Trazia uma camisola sem mangas, mostrando uns ombros bem largos. Chegou-se a Rosa e puxou o seu corpo nu para si. Rosa ainda de braços no ar, bateu com uma certa força no corpo do seu assaltante. Sentiu lhe o membro rijo precionado contra o seu ventre. Olha para cima, com um ar de anjo e der repente é lhe roubado um beijo tão gostoso que até ficou sem fôlego.

Ali, ele desaperta as calças, aliviando a saída do seu pau duro . Pega Rosa e leva-a para a sala, deixando-a de maneira desageitada numa poltrona. De prontidão, Rosa pegou no pénis dele, acariciando com a língua, entre xupadelas fugosas.
Paulo agarrava-lhe a cabeça e assentuando as penetrações na boca dela. Sentia o calor dela ficando ainda mais duro.

Puxou-a com aquele seu feitio másculo e muito desageitado. Virou a para a poltrona, deixando assim um rabiosque geitoso redondo, perfeito virado para si. Agarrou aquelas ancas perfeitas, pareciam ter sido feitas à medida das suas mãos, para que ele a puxasse.

Rosa abriu os olhos quando o sentiu abrir caminho para o prazer, cada penetração, junto com a adrenalina e o tesão do desconhecido, faziam o corpo dela vibrar. Os testículo batiam e acariciavam os seus labios. Sentiu a mão dele deslizar pelo seu corpo, até aos seios que abanavam a cada estocada.

O peito dele encostado as suas costas, quente, entrelaçou o seu braço no corpo dela, agarrando e acariciando o seio esquerdo. Pegou-a firmemente e rasgou-a. Ela sentiu a sua vagina alargar. Invadida por um calor, sentiu o seu orgasmo, sem fazer um único ruido. As paredes da sua vagina apertavam de forma intensa, fazendo com que precionasse o pénis dele. Ele delirava com o prazer dela. Fazia agora penetrações mais lentas. Tinha o membro duro e quase quase a socumbir a tanto prazer.

Retirou o membro, apoiou-o nas nadegas dela, dando uma ligeira esfregadela. Ela sentiu um jato da sua ejaculação quente chegar-lhe quase aos ombros.

Tudo instintivo. Quando ela se virou, o assaltante já estava de saída, mais leve, menos desastrado pegou no saco que continha o saque e saiu por onde entrou.

Ela não sabia bem o que pensar, muito menos o que dizer. Certamente mesmo que contasse a alguém, iriam achar que era devaneio... nunca tinha sido agarrada assim. Sentada na poltrona, pensava se alguma vez o assaltante iria voltar, afinal, assim não se importava de ser assaltada.
Entretanto, esperava que o marido chegasse para poder ser novamente agarrada....